Frases de Escritores
Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: Meu coração está espantado.
Refugiei-me na doideira porque a razão não me bastava.
Passo o tempo todo pensando – não raciocinando, não meditando mas pensando, pensando sem parar. E aprendendo, não sei o quê, mas aprendendo.
O que nos salva da solidão é a solidão de cada um dos outros.
Para compreender a minha não-inteligência, o meu sentimento, fui obrigada a me tornar inteligente.
E coca-cola. Como disse Cláudio Brito, tenho mania de coca-cola e de café. Meu cachorro está coçando a orelha e com tanto gosto que chega a gemer. Sou mãe dele. E preciso de dinheiro. Mas que o "Danúbio Azul" é lindo, é mesmo.
Sinto que viver é inevitável.
Sofrimento é privilégio dos que sentem.
Eu só escrevo quando eu quero, eu sou uma amadora e faço questão de continuar a ser amadora. Profissional é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever, ou então em relação ao outro. Agora, eu faço questão de não ser profissional, para manter minha liberdade.
Tudo o que não sou não pode me interessar, há impossibilidade de ser além do que se é.
Escrevendo, pelo menos eu pertencia um pouco a mim mesma.
Eu também queria escrever, e seriam duas ou três linhas, sobre quando uma dor física passa. De como o corpo agradecido, ainda arfando, vê a que ponto a alma é também o corpo.
Mas a nostalgia do presente. O aprendizado da paciência, o juramento da espera. Do qual talvez não soubesse jamais se livrar.
Minha coragem foi a de um sonâmbulo que simplesmente vai.
Sei o que é o absoluto porque existo e sou relativa. Minha ignorância é realmente a minha esperança: não sei adjetivar. (...) Olhando para o céu, fico tonta de mim mesma.
Se era inteligente, não sabia. Ser ou não inteligente dependia da instabilidade dos outros.
Eu, que jamais me habituarei a mim, estava querendo que o mundo não me escandalizasse.
Carnaval era meu, meu. No entanto, na realidade, eu dele pouco participava.
Nota: Trecho do conto Restos do Carnaval.
...MaisTudo o que mais valia exatamente ela não podia contar. Só falava tolices com as pessoas.
