Frases curtas de escritores famosos que dizem muito em poucas palavras

Só sentimos medo de perder aquilo que temos, seja nossa vida, sejam nossas plantações. Mas esse medo passa quando entendemos que nossa história e a história do mundo foram escritas pela mesma Mão.

Paulo Coelho
O Alquimista. São Paulo: Paralela, 2017.
Inserida por pensador

O que me atrapalha a vida é escrever.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por pensador

Só depois que você morrer é que vou te amar totalmente. Preciso de toda a tua vida para que eu a ame como se fosse minha.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.
Inserida por pensador

⁠Entre o dia e a noite entre a escuridão da morte e a luz da vida encontro me entre as trevas que me cerca e sua luz que me guia

Inserida por Victorhu

⁠A vida não é um jogo de xadrez.

Machado de Assis

Nota: Trecho do conto Antes que cases.

Inserida por jorge_henrique_elias

Nem tudo aquilo que vimos é o que parece ser , acho que é daí que parte o desengano da vida achar que o mundo gira ao nosso favor. Achar que sempre estamos certos mesmo estando errado.

Inserida por victorhugocoutinho

⁠Minha vida é uma vida feita de todas as vidas: as vidas do poeta.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠A vida é pouco a pouco. Hoje dou meio passo, depois de amanhã dou mais meio passo. Que impaciência. Querer engolir a vida de um só trago e depois talvez algo como morrer. Mas meu próprio sangue é lento.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.
Inserida por pensador

Quando menos esperamos, a vida coloca diante de nós um desafio para testar nossa coragem e nossa vontade de mudança: nesse momento, não adianta fingir que ainda não estamos prontos. O desafio não espera. A vida não olha para trás. Uma semana é tempo mais que suficiente para sabermos decidir se aceitamos ou não o nosso destino.

Vou-lhes contar um segredo: a vida é mortal.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica “Brain storm”.

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Talvez porque não somos nós que escrevemos os melhores momentos da nossa vida. (Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei)

Paulo Coelho

Nota: Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei, 27

Inserida por princesajuly

É o mínimo que posso fazer de minha vida: aceitar consideravelmente o sacrifício da noite.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por anacferrari

É justamente a possibilidade de realizar um sonho que torna a vida interessante.

Paulo Coelho
O Alquimista. Rio de Janeiro: Rocco. 1990.
Inserida por saletecosta

...havia um tédio das emoções, diferente do tédio da vida, uma impaciência de me ligar a qualquer sentimento contínuo, sobretudo quando houvesse de se lhe atrelar um esforço prosseguido.

Inserida por caro.soares

Abro o jogo. Só não conto os fatos de minha vida: sou secreta por natureza.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.
Inserida por birdais

É verdade, meu amigo, que cada dia compreendo melhor quão insensato é vivermos a julgar os outros. De minha parte, tenho tanto que fazer para modificar-me a mim mesmo, tanto esforço a despender para acalmar as tempestades do meu coração!... Ah! eu deixarei de bom grado que os outros façam o que bem entendam, contanto que eles me deixem fazer o mesmo.

"Depois que o conheci, entendi também que minha busca estava terminada. Não precisava mais de uma explicação para o mundo, nem me sentia frustrada por viver aqui, entre as mesmas pessoas, e fazendo as mesmas coisas. Cada dia passou a ser diferente, por causa do imenso amor que eu tinha por ele."

"Eu não tenho rancores nem ódios. Esses sentimentos pertencem àqueles que têm uma opinião, ou uma profissão, ou um objetivo na vida".
(In Instabilidade - Extraído de "Fernando Pessoa - O livro das citações" - Organizado por José Paulo Cavalcanti Filho - Rio de Janeiro, Record, 2013)

Eu me embriaguei por mais de uma vez na vida, minhas paixões nunca estiveram longe da loucura, e não me arrependo: porque foi assim que vim a compreender que, desde tempos imemoriais, foram considerados ébrios ou loucos os homens extraordinários, que realizaram grandes coisas, coisas que pareciam impossíveis.

Quem conhece o solo e o subsolo da vida, sabe muito bem que um trecho de muro, um banco, um tapete, um guarda-chuva, são ricos de ideias ou de sentimentos, quando nós também o somos, e que as reflexões de parceria entre os homens e as coisas compõem um dos mais interessantes fenômenos da terra.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).