Frases com a palavra rosa
Saia do casulo
Se torne acessível
Como uma linda rosa
No jardim da prosa
Empreste seu acervo original
A quem por ti procura
Seja a arte do escritor
Mesmo que os espetos lhe causem dor
A vida é joia em forma de espinhos
Às vezes fere
Corta a alma
As vezes reluz, encarece
Quem a ela dá o dom da palavra.
Na vida as Alegrias são como uma rosa a desabrochar, uma fruta a amadurecer, transforme sua vida em alegrias constantes, esparramado amor aos que de ti se aproximarem. Viva pensando na energia que rege o mundo, e na quantidade de amor que é capaz o ser humana de trasmitir apenas com seus pensamentos. 14/04/1994
A volúpia é voluntariosa
Chega o cravo à rosa
Faz com eles um ramalhete
Os une num abraço
Os leva ao amasso
Os leva ao deleite
No desarrumo do leito
Num arfar do peito
Em suspiros sem jeito
Num acabar em doce cansaço.💞
Ec.
A rosa desferida
Olhamos uma rosa!
É linda, toda vermelha, viva,
vamos pegá-la e um espinho
nos crava no dedo.
-
E as pessoas?
Cravam seus espinhos,
porém muito mais dolorido
do que os da rosa.
-
Estes chegam ao coração e nos domina.
-
Os espinhos da rosa
secam ao sabor do tempo,
já os espinhos humanos
continuam ao sabor da renúncia.
Uma Rosa que outrora replandêcia no a âuge da Primavera, e exalava sua essência a favor do Vento onde todos a admirava, agora seca estás , E ninguém tens mais contentamento ao Admira-la ...Suas pétalas caíram, e seu cheiro desaparecerá, mais oq ninguém pode retirar dela e que ainda caída e destruída Ela será sempre uma rosa....🍂
Toda ausência é dolorosa
a mais ligeira maltrata
espimho mesmo de rosa
as vezes,ferindo mata
Teu nome me vem a mente
cada instante em que respiro
porque como o faço ausente
não faço sem um suspiro
Se não ver a Deus é o eterno
castigo do condenado
o ausente vive no inferno
não vê o seu bem amado
Sou rosa
Câncer
Cravo
Agonia
Apareço
Me desfaço
Despedaço
Sou obra da alquimia
Desagrado
Desafeto
Isolado
Descolado
Mas ainda estraçalhado
Patético
Absurdo
Ovacionado
Abstrato
Abismado com a corte que queimou a minha mente
Conturbada e demente
Criminosa envolvente
Eu sou a dor vivente
Eu sou a dor latente
Quem foi
Que te deu a Rosa
Guimarães?
Quem foi que levou
Seus pés pelos sertões?
Quem foi
Que podou os ramos
Da sua graça?
E te deu asas nas mãos
Pra escrever a noite
E a vida
Nos confins dos meus
Pulmões?
O devir da ida
No porvir da graça
O sertão sou eu
Grito assim
Feito pirraça
Você é tudo
tudo aquilo
que eu mais quis
a rosa que criou raiz
o pensamento feliz
do filme a atriz
o titulo da rima
que pra você eu fiz
menina perfeita
garota a princesa
um dos pedidos
que alguém deseja
respeito pra ela
trago de bandeja
do bolso tiro uma caneta
escrevo cada letra
pensando nela
criando a rima perfeita
tipo ela
Um dia segurei em minhas mãos feridas com sangue a derramar, uma rosa cheia de espinhos e a lhe entreguei na esperança de que todo o meu sangue que fora derramado serviria como a prova de que meu amor por você não está apenas em meu pensamento mais sim em minhas veias que se ligam ao meu coração
Se nos mirássemos na lição da rosa, muitas vezes deixaríamos de jogar palavras ao vento, olharíamos menos para as falhas alheias e corrigiríamos as nossas; seríamos mais solidários e agiríamos como as rosas que, no silêncio, enfeitam o mundo e embelezam a vida dos que a rodeiam...
Cika Parolin
Ah!
Via que caia
caindo?
Como isto? Sem paraquedas?
Enquanto uma pétala de rosa,
me disse,
caio contigo,
daí perguntei,
o que fazes aqui?
também caí,
como caíste,
Deus me mandou,
acompanhar-me?
sim,
para que possas renascer,
onde?
Em seu Reino,
Onde a morte não existe,
Acabaste de cair no Paraíso!!!
Bela Rosa que me atrai com suas formas e esse seu aroma puro e doce, que encanta e trás a calmaria suave e plena como a nevoa plainando sobre as águas de um rio pela manhã.
Mesmo que tu fosses colocada em meio de tantas outras, ainda se destacaria, pois além de bela, és única, perfeita aos olhos de quem encanta... Perfeita aos meus olhos.
Que a Vida lhe traga a sabedoria de discernir e compreender que mesmo a mais bela rosa possui seus espinhos, contrapartida, os espinhos por mais rústicos e perfurocortantes que sejam, camuflam em sua essência uma linda flor, que desabrochará em ocasião oportuna, mais precisamente na estação do amor.
Pra você
Imagine Eu rosa vermelha lhe entregando,
Com certeza haveria suspiro seu , haveria mudado,
Seu olhar de alegria contemplado.
Foi uma ato inusitado,
Impensado,
Na sua alegria bem pensado.
Fato este aconteceu de momento,
Ah vi d´outro lado da rua, pensei simples cumprimento,
Sua reação foi linda, vi seu sorriso por completo.
Ouço os passos de mãe Rosa, incessantes, invadindo a noite desdentada. Passos de mãe Rosa. Ainda quando morrer, ficarão os seus passos. Mãe Rosa na sua labuta alegre durante os dias intermináveis, os passos noturnos de rumos imprevisíveis e inacabáveis... Não saberia quantas vidas ou quantos desesperos ocultam esses passos."
Confesso que prefiro poesia à prosa. Gosto mais de azul do que de rosa. Prefiro o inusitado. Antes do doce, o amargo. (...) Sou muitas como tantas outras.
Escrevo o que sinto e indiscutivelmente escrevo para viver. Vivo pelas letras, mesmo que meu teatro padeça de público e que o tempo ande contra o meu vento.
Bom dia
Bom dia minha flor!
Minha pétala de rosa.
Meu sofrer, minha dor!
Minha alegria.
Meu Amor!
Minha Gatinha formosa.
No meu leito a tua falta!
Estendo o braço!
Não te encontro!
Foges pra longe.
Anseio por teu regaço!
Meio inconsciente!
Te chamo!
E repito vezes se conta!
Te amo! te amo! te amo!
Te amo! te amo! te amo!
Ondas coloridas
E na onda azul e na onda azul...
Vem a paixao do sul!
E na onda rosa e na onda rosa...
vem na brisa da costa!
E na onda verde e na onda verde...
Vem a saldade com sede!
E na onda vermelha e na onda vermelha...
vem a flor que te espelha!
E na onda branca e na onda branca...
Vem a paz que te encanta!
* A rosa e a açucena.
- Disse uma rosa corada:
“O que vales açucena,
Simbolizando a candura?
Quase nada”
A flor responde, agastada:
“O que vales tu, ó rosa,
Exprimindo a formosura?...
Quase nada”.
Diz a moral assisada:
“O que vale a formosura
Sem a pureza, a virtude?...
Nada, nada”.
