Frases Canto Coral
Ainda prefiro o mundo sem essa tela da modernidade. Sou mais feliz quando posso te encontrar em qualquer canto dessa cidade.
Era amor de verdade, daqueles que ficam para sempre. Mas teve de ficar para sempre num cantinho bem escuro para eu viver a vida.
Tu não me encantas.
Não do tanto que lhe encanto.
Se cantasse do meu canto,
E comigo se juntasse no meu canto,
Me encantaria, talvez,
Toda essa ladainha.
Acorde
no solo a argila chora
o som das angústias
pegadas pesadas profundas
ousadia em tocar solo
desempenho único
do instrumento, do canto
que entoa
sozinho
as notas da vida.
Espero acordar sempre com um canto
Diferente do canto d’outro dia...
Talvez, ouvir a mesma melodia,
Que não nova, me traga novo encanto.
APAIXONADA
Rasgo trilhas no deserto,
busco oásis, rio e mar...
Paradeiro sempre incerto...
Quase nunca o seu olhar...
Num girar sobre mim mesma
meio ao mundo, e ao que será,
eu me perco das certezas...
Balbucio um la-la-lá...
“Passarinho que canta bonito vive preso, mas continua cantando, pois sua orquestra é ouvida na multidão e na solidão.”
Giovane Silva Santos
O canto triste e melancólico
da sabiá-laranjeira
que reside aqui em frente,
invade minha solidão.
Formamos um belo par de solitários,
ambos fora de tom:
ela, com seu canto,
lamenta o amor que se foi,
eu, em meu canto,
lamento o amor que não veio.
A sabiá no quintal
Canta na minha janela
Passa a manhã cantando
Sem machucar sua goela
Tentando me acordar
Pra ver se canto com ela.
Às vezes, experimentar uma leve sensação de sardinha de canto de lata pode nos fazer transbordar humanidades.
Por um canto de paz, um sorriso que me leve à felicidade e um carinho que me traga de volta aos braços do amor.
Sabe que a vida corre
E a gente corre atrás da vida
Como se ela não voltasse mais
E ela roda como roda de samba
Onde a tristeza é camuflada com o sorriso
E o canto dos bares de jazz
Algumas vezes eu achava que a espada cantava. Era um canto fino, apenas entreouvido, um som penetrante, a canção da espada que desejava sangue; a canção da espada.
Na sala de aula, num canto escuro da caverna, alunos acorrentados pelo uniforme, clamando pelo retorno do filósofo para matá-lo.
