Frase Estrada

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A névoa brinca
na estrada - com os faróis -
de esconde-esconde.

Ao longo da estrada:
"A próxima descida trará
Mais quaresmeiras em flor!"

Calor, tarde quente;
no banco da frente
o carro engoma a estrada

Quando encontrar uma estrada alternativa no seu caminho, siga por ela.

Ao longo da estrada:
"A próxima descida trará
Mais quaresmeiras em flor!"

Os grandes homens, ao ensinarem os fracos a raciocinar, colocaram-nos sobre a estrada do erro.

o rio ao lado da estrada
corre
ri à gargalhada

Às dez da manhã
O cheiro de eucalipto
Atravessa a estrada

Grande sol poente
chupa no horizonte
estrada serpenteante

fruta caída
ao lado da estrada:
pausa na ida

estrada poeirenta
de verão
figueiras enfarinhadas

Que a estrada se abra a sua frente.
Que o vento sopre levemente às suas costas.
Que o sol brilhe morno e suave em sua face.
Que a chuva caia de mansinho em seus campos.
E até que nos encontremos de novo,
que Deus lhe guarde nas palmas de suas mãos

É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê...

Quando a estrada fica interrompida... o desvio pode ser interessante.

Viver é bom
Nas curvas da estrada
Solidão que nada
Viver é bom
Partida e chegada
Solidão que nada
Solidão que nada.

Inserida por RebecaMelo

Canção da Estrada Aberta

Ouça-me! Eu vou ser franco com você:
Não ofereço velhos prêmios fáceis, o que ofereço são novos prêmios difíceis.
Eis como hão de ser os dias que lhe podem suceder:
Você não acumulará riquezas, assim chamadas, distribuirá com mão pródiga tudo o que venha a adquirir ou ganhar

"O que faz andar a estrada? É o sonho. Enquanto a gente sonhar a estrada permanecerá viva. É para isso que servem os caminhos, para nos fazerem parentes do futuro”.

( (Fala de Tuahir), em "Terra sonâmbula", São Paulo: Companhia das Letras, 2007.)

Eu acreditava que a estrada da felicidade continuava para sempre. Quando foi destruída, percebi pela primeira vez que ela estava pousada em cima de uma fina lâmina de vidro.

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

No retrovisor vejo o que ficou para trás, mas à minha frente existe uma longa estrada de possibilidades.