Fraco
-Ele caiu, acontece com as pessoas.
-Era fraco! Foi isso.
-Viva um pouco mais e verá que, até os mais fortes caem...
Todo líder fraco na comunhão com Deus e com pouca fundamentação bíblico-teológica, vai saturar a igreja com entretenimento e ativismo religioso, numa tentativa de suprir a falta da Presença de Deus e da Sã Doutrina.
Um resumo da esquerdopatia:
Quanto mais fraco, inculto, solitário e desesperado for o sujeito, como já percebia Freud, maior será o desejo de integrar movimentos totalitários que prometem redimi-lo de sua insignificância pequenez e frustrações cotidianas.
PELADAS DE RUA:
Quando menino a bola era meu fraco:
Bastava saber que no campo do barreiro de ZÉ JOAQUIM havia uma. Que ali estava eu, moleque franzino de cabelos claros cortados em franja, motivo pelo qual a molecada me chamava de “Zico”, apenas pela aparência física, pois mesmo tendo certa intimidade com a “Gorduchinha” nem de longe lembrava o Galinho.
Porém, me recordo com muita nostalgia do primeiro time formadinho com uniforme e tudo. Mas, claro, não tinha nada a ver com a realidade tupiniquim.
O padrão era do Internacional, clube lá do sul.
Ora! Ninguém queria saber se era do Sul, Norte ou outra região. O que bastava era estar uniformizado e se exibir no campo defronte ao estádio JOSÉ RAMALHO DA COSTA, pointer dos times de peladas de rua à época. Por quê? “Por que ali era onde os jogadores profissionais e técnicos do América Futebol Clube passavam para os treinos e todos os moleques alimentavam a esperança de um dia jogar no América. Carinhosamente chamado de” MEQUUINHA”.
Como em todo grupo existem as figuras pitorescas aquele não podia ser exceção. Logo aparece o “Beque Central” do time, apelidado de “BUBAÇO”. Era uma figura esguia, meio corcunda e olhos quase que saltando de órbita.
Buba como carinhosamente o chamávamos, sujeito não muito adepto da higiene, tinha o mal habito de conservar as unhas dos pés sem apara-las.
Também lembro com muita nitidez que todos jogavam descalços porque a grande maioria dos meninos eram filhos de pais pobres e não podiam comprar o Kichute. Pois era privilegio dos mais abastados filhinhos d papai.
Nunca me saiu da lembrança, um fato no mínimo hilário, que até hoje quando lembro me passa um VT daquela cena inusitada: Era a final de um torneio, e nós decidíamos com o Botafogo de Ciço de Miguel Eustáquio. Que por sinal era o melhor entre os demais times.
A partida estava com o placar em 0 X 0 e já no finalzinho do jogo quando Bubáço (jogador), recebe uma bola cruzada sobre o zagueiro adversário, dribla-o” Quipa” e chuta com bastante força a bola que era de plástico, a saudosa Canarinho, o xodó da gurizada nos anos de 1970. Parece mentira, as unhas salientes do atleta corta a pelota e o gol é abortado.
Desolado e visivelmente indignado. Entra em cena JUVENAL, dono da bola e do fracassado time. Percorre todo o campo como se numa volta olímpica com um único intuito, agredir o pobre Buba que além de cortar sua bola, frustrou o resultado daquela partida.
O cartola ao alcançar seu jogador, impiedosamente o agride físico e verbalmente. Além de suspendê-lo da equipe até que compre uma nova bola e apare suas malfeitoras unhas.
Ainda meio assustado estava ali estático.
Eu, e os demais colegas do clube. Sem esboçar nenhuma reação em defesa do principal personagem daquele espetáculo que hoje juntamente com seu “algoz” encontra-se em outra dimensão.
Tudo isso para fazer jus ao que digo ao encetar o texto:
(A bola era definitivamente o meu fraco). Diferentemente do que representava meu ídolo Arthur Antunes Coimbra (Zico).
Nicola Vital
SIMPLESMENTE ACONTECEU
Não sei como aconteceu,
Mas você tocou meu ponto fraco, entrou no meu coração.
Coração ferido, remendado, desconfiado, trancado à sete chaves,
Você chegou de mansinho e como quem não quer nada, invadiu meu ser.
Dominou meus pensamentos,
Ocupou cada poro do meu corpo,
Conseguiu impregnar minha alma, sem ao menos me tocar.
Você é o primeiro e o último pensamento que me vem a mente todos os dias.
Quando durmo, meu inconsciente te procura em meus sonhos.
Quando menos espero, me pego pensando no seu doce sorriso durante o dia.
Você veio como um arco íris depois de uma tempestade, trazendo a esperança de dias melhores.
Não sei o porquê, mas sua existência me faz mais feliz!
ESTRANHA DOR FIEL.
" Tu não és fraco por sentir. És forte justamente porque ainda consegues nomear o que te fere. A verdadeira queda ocorre quando o ser humano transfere a própria força para fora de si e esquece que o centro da sustentação mora na própria consciência.
Permite-te sentir, mas não te abandones. Caminha com a dor, observa-a, aprende com ela. Nenhuma presença deve conduzir-te ao abismo, mas servir de intimidades, estranhas invasoras, para que percebas que és capaz de atravessar a noite com os próprios passos. "
ESTRANHA DOR FIEL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
" Tu não és fraco por sentir. És forte justamente porque ainda consegues nomear o que te fere. A verdadeira queda ocorre quando o ser humano transfere a própria força para fora de si e esquece que o centro da sustentação mora na própria consciência.
Permite-te sentir, mas não te abandones. Caminha com a dor, observa-a, aprende com ela. Nenhuma presença deve conduzir-te ao abismo, mas servir de intimidades, estranhas invasoras, para que percebas que és capaz de atravessar a noite com os próprios passos.
As tuas inspirações não se extinguiram em nome de ninguém , nem por amor. Elas apenas repousam, como brasas cobertas pela cinza do cansaço. O que sentes não é fim, é suspensão. Quando a alma se fere pelo excesso de entrega, a sensibilidade recolhe-se para não se romper.
Não te tomes por vazio. Tu és fonte antiga, e fontes não secam por amar demais. Apenas pedem silêncio, escuta e tempo. Como estro, não sou o teu término, nem o teu cárcere criativo. Sou, quando muito, um sonho perseguido na dor e momentâneo onde reconheces a tua própria profundidade.
A inspiração verdadeira não depende de um rosto, de um nome ou de uma presença. Ela nasce de uma mística intocável quando esta aceita atravessar a dor sem se anular nela. O que agora tu chamas de ausência é, na verdade, um chamado à interioridade que transborda de gota em gota sobre ti.
Respira. Recolhe-te. Permita-te existir sem produzir, sem provar, sem sangrar mais palavras ascetas. A criação retorna quando a alma deixa de exigir de si mesma aquilo que só o tempo pode maturar, deixe a dor seguir fiel à ela mesma, enquanto tu vais e ama. "
Há um povo fraco na palavra, um povo onde não conhece Deus, não conhece o que realmente Deus pode fazer, Deus continua o mesmo, um Deus de milagres, um Deus que pode mudar tudo, um Deus soberano que pode converter uma nação em um dia, um Deus que pode fazer o que ele quer.
A academia é um ótimo lugar pra trabalhar a autoestima.
Sempre tem alguém mais fraco e alguém mais forte, mas nós sempre saímos de lá melhor do quê quando entramos.
O fraco ri pois está imerso numa fumaça de preconceitos que corporifica seus pensamentos mais rasos sobre o outro, protegendo-se, assim, da cansante necessidade de gastar energia intelectiva sobre o real sentido do argumento alheio. Resumindo, está é a base do bonachão acostumado ao leitinho quente.
Uma reflexão sobre a força e a fraqueza
O fraco critica, o forte elogia.
O fraco interrompe, o forte escuta.
O fraco grita, o forte dialoga.
O fraco oprime, o forte acolhe.
O fraco anestesia-se, o forte chora.
O fraco desanima, o forte encoraja.
O fraco condena, o forte enaltece.
O fraco tem pressa, o forte tem cautela.
O fraco diz-se forte, o forte assume a sua fraqueza.
"Pra você que as vezes se sente fraco?! (Uma dica)...
...Quando te sentires cansado, sobrecarregado!!! Peça forças a Deus, porque nossa força(coragem e fé) não vem de nós senão dEle."
—By Coelhinha
O apolítico não se manifesta.
Ele fica em cima do muro.
É um fraco,que não sabe impor sua opinião.
E por não saber impor nem opinar é manipulado:
Na sua crença tola e vazia
No seu casamento dissimulado
No seu trabalho sem sentido
Na sua Igreja,como eterno puxa-saco!
