Frases sobre folhas
Para quem sofre por amor sugiro ler nas folhas do tempo a história de uma vida, a história da flor. Desabrocha impetuosa perfumando até quem não deseja, enfeitando a vida, colorindo a natureza. Alegrando o campo,inspirando versos e sugerindo temas aos cantos. Depois do tempo, pequeno, curto ou lento. Ela vai murchando sem aparente razão, que não seja o término do compromisso de inspirar o início, de oportunizar um empurrãozinho na vida de quem caminha sem ter destino, sem ter razão e, que no perfume, na cor e na forma da flor, descobriu um motivo para a paixão, despertando vida, disparando o coração. Este é o segredo da flor. e, quem pensa que ela abandona a missão, é só deixar passar outro tempo, tratando bem as raízes, que são os motivos do disparo do teu coração. E descobrirá que em cada primavera da vida, ao cruzar no caminho daquela flor, em sonho, pensamento ou momento, sentirá o mesmo perfume que faz reviver, que faz renascer um novo botão, uma velha lembrança, uma nova razão para este inspirado e eterno amor.
Cena
A noite colou folhas na árvore
Um riozinho límpido também fez,
A lua cheia não ficou fora da paisagem,
Tudo perfeito e com grande nitidez.
Rabiscou um poema de amor
Decolou pensamentos sem limites
Sentiu-se livre para voar
Feito ave sem pressa de pousar.
Subitamente voltou para onde estava
Assim mesmo não desanimou.
Ainda que não fosse a vida que sonhava
Mantinha esperança já que nada desmoronou
Flor de alecrim...
Eu sou a flor do alecrim
que perfuma teu redor.
Minhas folhas, são pequenas,
mas diferentes e cheirosas,
produzem uma fragrância
lembrando o campo onde cresci.
Todos, desejam um pé de alecrim
e até o vento que finge
não se importar comigo, silencia
e rouba minhas sementes
espalhando por onde passa
para ver florescer nos campos,
essa cor azul, suave
que encanta e enche de graça,
um olhar mais perspicaz.
by/erotildes vittoria
O vento vai e volta,
Trás as folhas de volta,
Ele é como as voltas do mundo,
Sempre trás aquele que
Nunca acharíamos de volta.
Folhas...
Folhas coloridas, costumavam voar felizes na companhia do vento, mas um dia, apressado, acabou deixando-as sobre as pedras ao lado da cachoeira que encantava quem por ali chegasse.
Algumas, mais ousadas, resolveram se aventurar e pularam sobre a água que descia com força. Foram levadas, sem imaginar que não poderiam mais voltar.
Outras, mais sensatas, concluiram que seria melhor ficar ali e esperar o vento que talvez um dia, pudesse voltar e levá-las de volta ou para algum lugar mais seguro, mas que não fosse o caminho do mar, temiam as ondas gigantes.
O tempo passou e durante uma madrugada muito fria, a chuva veio sem avisar. Na escuridão, a água invadiu tudo, levou embora o que encontrou e as folhas, sem outra opção, também partiram. Agora, sem destino, seguem mundo afora, mas ainda esperançosas porque acreditam que a qualquer momento, o vento possa voltar.
by/erotildes vittoria
As árvores podem ser plantadas na terra seca, folhas caírem e seus galhos secarem. Enquanto houver esperança que a chuva vem pra trazer vida ao solo e a árvore, é sinal do agir de Deus no valor da sua semente.
“As rosas murcham, as folhas caem, as nuvens desaparecem, o canto do canário enfraquece, o tesouro se esgota, o rio seca e a andorinha perece Mas uma coisa é certa: nosso Criador é eteno, e intacto é a sua palavra.”
Voando...
E tudo saiu voando,
os pássaros, as borboletas
as folhas das árvores
e voaram, as folhas de papel de seda
que foram jogadas
da janela do terceiro andar.
Voavam também, meus pensamentos
que intrigados, não sabiam
como coordenar e levados pelo vento,
juntaram-se à tempestade
de voo livre sob um céu azul
onde imagens,
foram criadas e levadas,
sobre as ondas do mar
que lentamente,
foi deixando a imaginação, afundar.
by/erotildes vittoria
Como o vento tomei meu rumo e continuo a vagar com as folhas em minha volta sem destino certo pra onde ir.
Então avisto um lago, onde as aguas tranquilas carregam as folhas escritas da minha história.
E no silêncio da noite a lua observa essas folhas, porque trazem tudo de um nada.
Mas também do nada um ser glorioso fez o tudo.
Me lembro então que o tudo, pode ser feito também em minha vida.
Basta apenas entregar as minhas folhas e a correnteza que carrega a minha vida na direção das mãos do Salvador, para que ele nos tire do nada e nos recomponha na árvore de onde caimos.
Minhas esperanças vão em bora, como o vento que carrega as folhas, e o tempo que só deixa a saudade.
A separação
Quando caem a flores e as folhas o vento sopra forte é porque está próximo o inverno. Tudo parece estar apagando as cores já não são tão vivas os olhares quase não se vê e os que se vêem são tão sombrios é porque está próximo o inverno. Quando o calor desaparece o sol já não mais aquece o amanhecer entenebrece e o frio se faz abrigo ao coração solitário é porque está próximo o inverno. Quando a noite apresenta um céu limpo e o brilho do luar reflete uma luz gelida que ilumina e não passa seu calor é porque está próximo o inverno. Está ficando frio parece distante o calor me rejeita é porque o inverno chegou. O brilho e o calor não mais me encontrará pois a imensidão do espaço do seu eu me separa de ti.
Folhas
As folhas secas vão caindo
O rouxinol não canta mais
Tento correr para longe
Onde haja paz
O tempo que escorre
entre os dedos
Ainda é pouco a passar
Quero caminhar contra o vento
E a direção ele me mostrar
Meus passos na areia
não irei deixar
O caminho pra casa vou encontrar
Escrito em 28/09/2010
RECEITA DE SUCO DE ROMÃ
INGREDIENTES
2 ou 3 romãs
12 folhas de hortelã bem higienizadas
Gelo (opcional)
MODO DE PREPARO
Comece tirando a casca da romã.
Depois coloque a polpa no liquidificador e bata.
Quando já estiver bem batido, sem pedaços de frutas visíveis, adicione as folhas de hortelã e bata de novo.
Se você quiser, pode adicionar gelo e uma rodela de limão.
Tome diariamente pelo tempo que quiser.
Sou uma árvore sem folhas
Uma figueira sem figos,
Uma nogueira sem nozes
Uma ribeira sem água,
Ouvindo pequenas vozes
Sou chuva que não tem chão,
Sou ponte que não tem fim
Uma luz apagada,
Uma porta fechada
Um poema sem palavras,
Um tronco sem raízes
As sementes desta fonte
Estão mortas, infelizes.
Xeretou nos bolsos duma maleta lá, e reencontrou suas folhas. Antigas. Escritas. Cobertas de amor. Depois fechou a porta, atravessou a rua, e em poucos minutos voltou a 1934.
Pois bem, meu bem... Eu sei que tu tens caminhado entre folhas e capins. Olha-me devagar. Deixando eu te olhar... Espero-te aqui, na calçada. No vagão. No asfalto. Nesse coração.
E leva. Leva esse teu canto escuro, com gosto de ser. E leva.
Requentando a sopa, o café, o chá preto e seu, o céu.
Recomeçando do zero os pontos quebrados, reconhecendo os rostos, os pecados e os teus encantos.
Casos encerrados. Quebra a cabeça desta vez.
Ele rasgava as folhas do caderno como quem sofria de um estranho constrangimento.
Seus problemas.
E talvez visse...
