Foi Deus que fez o Vento
Ausência de amor não mais
Saudade agora foi pro cais
Só quero o que lembrar você
Não consegui te esquecer.
Sofri sem ter o seu carinho
Por milhas andei tão sozinho
O destino que nos juntou
Selou entre nós o amor.
Eu só quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Poder dizer que o amor existe, diferentemente do que muitos dizem por ai. Quero poder apregoar nas ruas, nas redes sociais e por onde quer que eu vá que se doar ao amor e as amizades vale a pena, mesmo que seja dolorido em alguns momentos.
Simplesmente quero sair por ai sem ter que restringir tudo que sinto por medo de ferir ou desagradar ninguém, pois estou ferindo a mim mesmo vivendo recluso em meus sentimentos e tendo como unica porta saída os meus textos, que na verdade são meus desabafos, meus devaneios.
Você foi embora porque quis, em nenhum momento dei motivos para isso, portanto, não precisa voltar mais, não sou idiota a ponto de não perceber que me trata como seu último recurso, como sobra da comida que só te alimentará quando não tiver mais nada para comer.
E tudo foi como aqueles sonhos loucos sem pé e nem cabeça... você era o próprio sentimento e o inverso dele, céu e chão... e ao mesmo tempo que era tocada você desaparecia. Da pra entender?
- Cronicas de nós dois.
Amigo verdadeiro!
Amigo de Fé...nos momentos de dificuldade a mão que me estendeu ajuda foi a sua....
Dom....
De todas as atitudes você foi a mais acertada. De todas as loucuras você foi a mais insana. De todas as paixões e você foi a mais intensa. De todas as alegrias você foi a que mais me fez feliz. De todas as saudades você é a mais profunda... Por isso tudo de todas as lembranças você é a que guardo como mais amor.
Aquele era o meu grande amor!
Sim,
Aquele era o meu grande amor,
Foi nesse quarto que ele me abraçou,
Foi nesse quarto que ele me beijou,
Foi nesse quarto que conversávamos
Sobre os mistérios do universo
E ele entendia todos os meus segredos,
Foi nesse quarto em que ele me disse
Como era lindo o meu sorriso
E foi feliz comigo,
E me amou com a mais pura sinceridade no olhar.
E naquele dia
Ele me deu uma flor
E beijou minha mão na praia
E de dor eu não sentia mais nada.
Sim,
Aquele era meu grande amor.
Mas eu fui covarde,
Eu deixei ele ir.
Eu deixei ele ir embora
Sem fazer nada para impedir.
Eu não lutei por ele,
Eu simplesmente desisti.
E eu chorei
Eu só chorei
E aí ele foi embora
Com o vício,
Com outros meninos.
E se acabou
Na podridão do mundo.
Era verdadeiro.
Então por que eu não lutei por ele até o fim?
Então por que eu desisti?
Talvez não fosse tão forte.
Mas o peso do meu arrependimento
Não paga o preço da minha covardia
Que me arrebenta por dentro?
E se eu não tivesse desistido?
E se eu tivesse insistido?
Oh! Talvez agora ele estivesse aqui,
Sorrindo do meu lado,
Brincando no meu quarto,
Ouvindo minhas histórias,
Sendo o meu amado.
Eu sei
Que eu nunca encontrarei
Alguém igual a ele,
Um jovem com a mente
Tão inteligente.
Sim,
aquele era o meu grande amor.
Mas eu fui covarde e desisti,
Eu deixei ele ir,
E por isso estou aqui,
sozinha assim.
Sonhei Que Dancei Com Você
Sim,
Foi só um sonho,
Mas com sentimento tão real.
A dança aconteceu
Em um lindo solário,
Você estava de terno,
Muito bem arrumado.
A música era lenta
E enfeitava aquela noite
O céu estrelado
E também com certeza
O canto de alguns pássaros.
E nos embalos daquela doce melodia
Repousei minha cabeça
Em teu ombro,
Assim pude sentir a intensidade
Daquele momento mais real
Do que a própria realidade.
Conforme dançávamos
Eu de olhos fechados
Sentia mais e mais a tua presença
Em meu mundo solitário.
Essa dança tornou
Meu corpo mais calmo,
Então pude sentir
O consolo dos teus braços.
Seria esse um devaneio
De uma moça solitária?
Ou apenas mera fantasia
De uma poetisa mal-amada?
Sinceramente não sei,
Sei apenas que gostei.
Em toda a minha vida
Essa foi a dança mais bonita,
Todos tinham que ver,
Sonhei que dancei com você!
Só sei que te amo!
Não importa se foi ontem, ano passado, no século XX ou na outra vida a última vez que estive com você. O que eu sei é que eu te amo e sempre vou te amar! O amor que nos une é maior que uma vida! Amor mais lindo e puro que tive, não sei explicar, só sei que te amo!
Mas foi amor. Foi amor quando eu te liguei de madrugada, foi amor quando eu te bati de raiva, foi amor quando eu disse pra você se cuidar, foi amor quando eu chorei na sua frente, foi amor quando eu disse pra você ir embora, e foi amor quando te pedi pra ficar. Foi amor quando eu disse que não era amor. Foi amor quando eu enjoei da sua cara, foi amor quando eu não quis te larga. Foi amor em todas as vezes que eu tentei ser tudo que você precisava. Foi amor em todos os xingamentos que eu te disse. Foi amor em todas as minhas noites mal dormidas. Foi amor nas lágrimas. Foi tanto amor, mais tanto, que hoje não sobrou mais nada.
POR MAIS UMA NOITE...
O sonho me foi tomado
despertei na solidão do meu quarto
lá fora, a madrugada segue insone
Sinto os lençóis ainda úmidos pelo teu suor
eles exalam o odor que roubei de ti...
Apuro minha vista
fios de ouro brilham no travesseiro,
são teus cabelos que ali se enroscaram...
Uma doce voz invade o silêncio noturno,
ouço tuas palavras,
teus sussurros de prazer e emoção...
Um breve arrepio retrai meu corpo
fecho os olhos e te enxergo na escuridão
teu olhar me domina,
teu sorriso me encanta...
De repente vejo-me louca,
cercada por alucinações agarro o vazio...
Você fugiu, enjeitando meu amor,
deixou-me perdido neste quarto desabitado
de tua deslumbrante figura ...
Do desalinho de minha cama,
vejo com pesar os armários limpos,
viajo em teu relevo, exploro teus limites,
descubro seus segredos mais íntimos...
Mas tu se evapora,
sumiu sem querer se despedir,
não deixastes sequer um tchau no espelho...
Minha vida ruiu em um abismo,
meus olhos suplicam por tua imagem,
meus lábios secos exigem teus beijos,
quero seu toque para me acalmar por alguns segundos,
por mais uma noite...
Não deixa o sol chegar...
Lágrimas banham meu rosto
Onde você está?
Em que braços você se encontrou?
Na minha cama,
perdi teus afagos...
um caos lançou-se em minha vida,
meu coração sangrando implora
que o tempo regresse,
para a véspera de tua partida...
Foi lentamente que lá cheguei. Tantas coisas desviaram minha atenção ao longo da estrada, que não percebi que escurecia mais e mais a cada passo. Notei o quanto havia me afastado apenas quando já não pude mais enxergar por andava. Olhei para trás buscando o caminho de volta, mas não o encontrei.
De repente, em meio a mais absoluta e profunda escuridão, pude perceber um vulto. A pequena figura encolhia-se num canto, acuada. Aproximei-me vagarosamente, temendo que qualquer movimento mais brusco de minha parte pudesse afugentá-la. Mas, ao notar minha presença, a menininha limitou-se tão somente a levantar o olhar, acompanhando meus lentos passos em sua direção.
Era muito magra e trajava farrapos. Estava descalça e seus cabelos despenteados eram tão negros que se confundiam com a escuridão do ambiente. As mãos pequeninas e trêmulas repousavam sobre os joelhos. Os dedos das mãos estavam muito feridos, como se ela houvesse tentado se agarrar com muita força a algo que lhe tivessem arrancado impiedosamente. Tinha o rosto sujo e olheiras profundas como se há muitos dias não se alimentasse.
Quando parei diante daquela frágil criatura, notei que havia uma corrente presa a um de seus tornozelos e que os elos estendiam-se escuridão adentro. Ajoelhei-me diante dela. Seus olhos eram enormes, marejados de lágrimas, e me fitavam com uma dor absurdamente comovente.
- Quem é você?
- Estou aqui há tanto tempo que já não me lembro quem sou.
- O que faz aqui sozinha? Não tem medo da solidão?
- É o que mais temo – respondeu-me em fraca voz. – Ajude-me, por favor!
Sua súplica era quase um sussurro, demonstrando o inegável cansaço que a acometia. Surpreendentemente, suas mãos pequeninas e feridas agarraram-se com força às minhas. Lágrimas desesperadas derramavam-se incontroláveis pela pequenina face. Em meio a soluços, levantou a cabeça procurando com seus olhos enormes o fundo dos meus.
- Ajude-me! – voltou a suplicar. – Guie-me para a luz. Não quero mais estar só.
- Ó, minha criança, perdoe-me, mas não sei como. Eu simplesmente não sei como...
... E foi então que ela resolveu abrir novamente o coração, como se abre um baú velho, para uma olhadela rápida. Pensou em conferir se aquele amor de outrora ainda permanecia intacto. Imaginava-o um tanto quanto desgastado, certamente bastante empoeirado, já que fora trancado ali há tempos, numa tentativa desesperada de evitar os ferimentos que lhe causavam os espinhos pontiagudos todas as vezes que tentava tomá-lo nas mãos.
Qual não foi sua surpresa ao constatar que ele simplesmente havia desaparecido! Lembrou-se do quanto lhe custou trancafiá-lo. Era bem maior e muito mais robusto do que o frágil recipiente que o recebera. Foi com muito esforço e após muitas lágrimas que havia conseguido, por fim, sufocá-lo.
Agora, no entanto, não restava sequer um fragmento, uma centelha, um diminuto sinal que pudesse indicar que algum dia houvera ocupado por completo aquele coração!
Vasculhou atentamente cada pequena dobra, olhou contra a luz, sacudiu vorazmente... Nada!!!
Resolveu, então, procurar pela casa. Não se lembrava de tê-lo feito, mas imaginou que em algum momento, numa dessas noites em que a gente se arrepende de ter se permitido um pouco mais, por descuido, pudesse ter deixado aberta a tranca. Olhou em todos os cômodos, dentro de cada gaveta, em cima dos móveis mais altos, embaixo dos tapetes... Absolutamente nada...
Refez mentalmente os passos que a haviam conduzido até ali, buscando imaginar em que parte do caminho poderia tê-lo esquecido, mas não havia como. Já não o carregava mais por aí, exibindo-o inadvertidamente, como um dia ousou fazer.
Lembrou-se então de que as mães sempre sabem onde estão todas as coisas, mesmo aquelas que conseguimos esconder de nós mesmos:
- Mãe, a senhora por acaso sabe onde está aquele amor enorme que eu guardava aqui dentro do meu coração? Já vasculhei cada pequena fresta da minha vida, e não o encontro em lugar algum...
- Aquele que me levou tantas vezes a te consolar, a te pedir calma e paciência, dar tempo ao tempo?
- Esse mesmo, mãe.
- Passou, exatamente como eu disse que aconteceria, lembra?
- ...
Mães sempre sabem de tudo.
Cristo foi e sempre será, à força de nossas alma. Pa-
ciente espera o fruto de nossos esforços ser colocados-
em sua mãos, como o pai que aguarda o filho dar os pri-
meiros passos.
Você entrou na minha vida e foi me conquistando cada vez mais com esse jeitinho que só você tem!
A distância, a saudade, a ausência... Sinto muito a sua falta!
… Pensar em você sempre me faz bem!
Se o meu pensar é melhor do que o seu, o que posso fazer se é logo o meu?,
Foi a sabedoria plena que Jah me ensinou e a humildade que Deus me deu.''
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