Fogo
O fogo do Espírito Santo precisa queimar em nossas vidas, estamos gelados pelas religiosidade, estamos frios pela falta de Deus, veja nossos cultos, pessoas entram e saem e nada acontece, pois Deus não estava ali, a presença de Deus não veio, e porque não veio?
O fogo precisa queimar, arder em nossos corações, precisamos de cultos cheios da presença e da glória de Deus, ele quer habitar em nosso meio, ele quer voltar a frequentar nossos templos, mas ele busca um povo rendido a ele, rendido a sua presença, vazio de si mesmo e carente do Senhor.
O fogo precisa queimar, arder, a ponto da nuvem da Glória de Deus retornar a nossa nação, retornar a nossa denominação, pairar sobre a nossa vida.
"Seja como a brasa: mesmo quando o fogo parece ter acabado, mantenha o calor da sua essência vivo por dentro. O recomeço só precisa de um sopro de fé."
SerLúcia Reflexões
Mesmo sabendo que queima gostamos de correr em direção ao fogo, pois sua luz chama a atenção, seu calor atrai, sua energia aquece.
Às vezes, o inimigo nos ataca escondido, para ver o circo pegar fogo, enquanto ele assiste, desfrutando e comemorando... vendo o nosso estado de fúria.
Se for para brilhar, que seja com Teu fogo.
Se for para aparecer, que seja a Tua glória em mim.
Consome meu orgulho.
Purifica meus desejos.
Acende em mim um fogo verdadeiro.
Não quero ser palha.
quero ser lenha viva para o Teu avivamento.
Sem Bíblia, o crente vira vento.
Com Bíblia, o crente vira rocha.
Ela é espada, pão, fogo e martelo.
Ela tira o osso fraco e põe tutano no lugar.
Ela te treina para a batalha,
Te firma pra não negociar com o pecado,
Te fortalece pra não cair com qualquer vento.
Portanto, DEUS está dizendo:
Eu coloquei diante de vocês
vida e morte, fogo e cinzas, altar e ciclo.
Não Me apresentem o ano
se não Me entregarem o coração.
Não Me tragam cânticos
se continuarem negociando a verdade.
Eu não sou Deus de viradas vazias.
Eu sou Deus de alianças eternas.
Não brinque com o meu fogo,
Sei brincar com a tua fantasia,
Não intente com o meu juízo,
Sei assumir com a grandeza
De ser diferente: sou poesia.
Não evite os meus beijos,
Sei buscar o melhor de ti,
Não invente [escapar...,
Sei farejar-te e irei atrás
Do aroma que eu senti.
Não disperso o desejo,
Sei salsear com a tua alegria
Não experimente esquecer,
Sei abraçar-te com jeito
De causar toda a energia.
No meu corpo tenho a sina,
Serei a tua sublime alcova,
Sou muito mais [alma
Do que você imagina:
Sou a loucura que fascina.
Sou gemido, sussurro e grito,
O incêndio mais elevado.
Eia, vulcão atrevido!
O meu corpo bem macio
É que te faz ainda menino.
Danço e rasgo o verbo,
A liberdade que me deste,
Peguei como um [laço,
Abraço com a vontade
De ter qualquer possibilidade.
Darei o meu melhor riso,
O meu inefável paraíso,
A liberdade que recebi;
O teu corpo terei a qualquer custo,
Na intensidade que me [atrevi].
Buscando pelo amor que virá
ao caminhar nesta travessia
como fogo, paixão e ventania,
abro caminhos e traço rotas,
porque não sei quem o amor
de fato primeiro encontrará.
Renascendo com as auroras,
meus discretos motins estão
se espalhando como sementes,
e como versos nômades não
descansaram com os poentes,
eles já estão por todo o lugar.
Aceitando os sinais do destino,
certa como a Lua romântica
em noite de céu estrelado,
me encontro como música
inabalável no coração do povo
que jamais hão de me apagar.
Devolvendo o amanhecer
no teu insigne e gentil peito
estão todos os meus sinais,
e todas as minhas estações
porque o amor sem nunca
ter te visto arou as emoções.
A FEBRE
Quando o sol se despede,
uma chama se acende em mim,
não de calor do dia,
mas de um fogo que vem de dentro,
sutil, insistente,
que me envolve no escuro.
Durante o dia, rio e caminho,
o mundo me segura, me distrai,
mas a noite… ah, a noite
me consome como brasa viva,
sussurra meus medos,
faz dançar a febre que carrego.
Procuro a calma nos lençóis,
na respiração que estica e solta,
no silêncio que às vezes dói,
mas que me ensina a ouvir
a voz do meu próprio peito,
a poesia da minha febre,
que queima e revela
quem eu sou quando ninguém me vê.
Quem sente demais vive num fogo bonito, mas difícil de segurar. O segredo não é apagar, é aprender a respirar dentro do incêndio.
