Fiz de Mim o que Nao Soube

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Resultados são obtidos aproveitando oportunidades e não resolvendo problemas.

Seu rosto é como uma melodia, e não quer sair da minha cabeça

A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.

Maria Bethânia

Nota: Trecho da música "Brincar de Viver"

"Deus me livre de gente que não entende que a beleza está na essência, que a melhor riqueza é a da alma e que as experiências amadurecem.
Gente que não sabe o valor do abraço que acolhe e da mão que aceita, da música que embala, do colo que serve de descanso. Gente que pensa que as coisas não mudam. Elas mudam continuamente. Gente que usa da vaidade que deturpa, do orgulho que afasta. Precisamos de gente que acredita na fé que fortalece e no amor que abastece, faz rir, distrai, enrosca, toca, cura, salva e tem a chance de ser maior do que a gente pensa. É essa gente que, sutil ou não, faz a diferença."

Só posso escrever o que sou. E se os personagens se comportam de modos diferentes, é porque não sou um só.

Graciliano Ramos

Nota: Em entrevista a Homero Senna, 1948

O pêndulo da mente oscila entre sentido e absurdo, não entre certo e errado.

Sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão.

Rubem Alves
As melhores crônicas. 2012

Nota: Trecho da crônica "A solidão amiga".

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Existem inúmeros mistérios no universo. Mas quem somos não é um deles. Essa resposta está dentro de nós.

Optimus Prime

Nota: Transformers: Era da Extinção (2014)

Eu não tenho certeza que você sabe, mais o motivo que eu te amo É você, sendo você, só você, e é por isso que eu te amo

Se me fosse dado, um dia, uma oportunidade, seguraria todos os meus amigos, que já não sei onde e como estão, e diria: Vocês são extremamente importantes para mim. Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter alguém ao seu lado, ou de fazer algo, por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá, será desse tempo que infelizmente...não voltará mais.

Abaixo as melhores máximas que eu já li do Fabrício Carpinejar:

"Escrever não é desistir de falar, é empurrar o silêncio para fora."

"Liberdade na vida é ter um amor para se prender."

"A cafonice é sutil. Basta abrir o terceiro botão da camisa e o homem elegante já se torna brega."

"Os piores estragos são feitos por quem avisa que não queria incomodar."


"As traças só devoram os livros que não são folheados."

"O preconceito é um pensamento parado."

"Há gente que escolhe um prato no cardápio e pede para tirar praticamente tudo dele. Já é um outro prato."

"Egoísmo: quando sou generoso comigo."

"Se você acredita que ninguém está reparando quando você dirige, por que sempre é avisado quando a porta do seu carro está aberta?"

"Há gente que confunde amizade com desleixo e deixa o amigo sempre para depois."

"Quando alguém diz que se sente em casa, desconfie, pode não ser um elogio."

"Muitos não suportam a democracia. Não toleram a ideia de ser um voto vencido."


"O gênio não é o que tem boas ideias, é o que reconhece e aceita as ideias dos outros."


"Cama tem que ser espaçosa para renunciarmos a folga e ficarmos apertados um no outro."


"Porta-retrato é gaiola de gente."

"As árvores é que começaram com essa moda de tatuar o nome do amado na pele."

"O twitter é o guardanapo digital."

"Sou generoso para proteger meu egoísmo. Dou um livro de presente para não emprestar o meu exemplar."

"Direito de resposta só existe em relações sem passionalidade. Nos casais com fúria, a resposta é um dever."

"Da foto quadrada do porta-retrato à foto redonda da lápide. Viver é cortar arestas."

"O culpado por viver será aquele que vai dizer "desculpe por qualquer coisa"."

"Não sou homem certo para você. O problema é que tampouco sou o errado."

"O avô do twitter é o parachoque do caminhão."

"Acreditar na ausência de Deus é também uma fé."

"Casamos para perder a razão e nos separamos para defendê-la."

"Total contradição do amor: queremos conhecer quem amamos e, ao mesmo tempo, desejamos que seja imprevisível."

"Quem confessa os erros não significa que está arrependido, pode estar se antecipando à crítica."

"Não me tornei mais verdadeiro com o tempo, fiquei apenas sem paciência."

"Escrevo somente quando recebo ordens. Por isso tenho dupla personalidade. Sou vassalo de mim."

"A maior frustração para quem gosta de brigar é ouvir que tem razão no início da conversa. Terá que desativar seu arsenal de argumentos."

"O pecado não me constrange, o que me constrange é explicá-lo."

"Há gente que ama mas odeia estar apaixonada por aquela pessoa."

"O amor é perversamente sutil. Amar e gostar de amar podem não acontecer ao mesmo tempo."

"A verdade envergonha bem mais do que a mentira."

"A sinceridade não pode ser maior do que a educação."

"Quando o homem alega que ela entendeu errado, ele quer dizer que ela entendeu rápido demais."

"Casa mal-assombrada não é quando está vazia e abandonada, é quando fica cheia de parentes."

"Relações não terminam enquanto um dos dois não se declarar culpado."

"A ambição da fofoca é virar denúncia."

"Sofremos antecipado para não sofrer tudo de uma vez e acabamos por sofrer tudo de uma vez várias vezes."

"Quem pede conselho amoroso quer apenas que o amigo concorde com aquilo que já definiu em segredo."

"O elogio não me amolece, mas me enrijece."

"Quando uma frase atinge o maior sucesso e se transforma em provérbio, ninguém mais lembra do seu autor. A glória é o anonimato."

"Mal-educado não é o que deixa alguém falando sozinho, é quem fica falando sem se importar em ser ouvido."

"O cinismo é uma raiva muito educada."

"Não desprezo o boato. Toda notícia foi antes fofoca."

"Quando um não quer, daí é que os dois brigam."

Sucesso é mais frequentemente alcançado por aqueles que não sabem que o fracasso é inevitável.

Coco Chanel
Armand Eisen, Believing in Ourselves, 1992

Não me transborde com suas insanas palavras, me envolva com suas belas atitudes.

Se quiseres ir, vai, não vou te segurar, mas vou sofrer. Se quiseres voltar, volte, estarei sempre aqui, mas não serei o mesmo!

Ser humilde não te faz melhor que ninguém, mas te faz diferente de muitos.

O impossível não é um fato, impossível é uma opinião.

Não importa quantos aliados você tenha ao seu redor, quando morrer, você estará sozinho.
(Satoru Gojo)

Pessoas que não tem sua casa em ordem deveriam ter muito cuidado antes de sair por aí reorganizando o mundo.

Se o corpo parecer para você como algo maravilhosamente construído, lembre-se que não é nada em comparação com a alma que mora dentro dele e que é uma coisa divina.

Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.
Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.
Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.
Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Crônica intitulada Declaração de amor.

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