Fiz de Mim o que Nao Soube
Aplausos
Eu ouvir de longe os aplausos
Tão claro que pareciam existir
Mas não vi a multidão, não estavam ali
E a cortina desse especulo a cair
Meus planos, meus sonhos, meus dias
Tudo parecia límpido, sofria
Não pelo fim, que sentia
Não era fácil esquecer que vivia
O mundo que construir
Era como um palco invisível
Um conto translúcido
Interpretado por um ator insensível
Agora mas nada importa
O espetáculo já ta no fim
Apagaram-se as luzes
Vou seguir vivendo sem mim
Os aplausos se foram
Já não os ouvia
O espetáculo se encerraria
Sem platéia, sem alegria.
(Edson Patrick Vasconcelos Pereira) (03/05/2011)
Não são os holofotes que nos faz mais forte e sim nosso pensamentos que nos mantém equilibrado todo momento!
Tudo que você não precisa saber
Provavelmente você leitor não me conhece, mas já deve ter me visto em algum lugar por ai. Quem sabe atravessando a rua, pegando um trem, sentado em uma praça, falando com alguém, etc.
Você que não me conhece, não queira me conhecer, a menos que esteja disposto a compartilhar e manifestar sua real forma de ser, tudo que Eu quero de você é ver até onde sua loucura vai e depois disso talvez Eu te ame muito e consiga contigo desenvolver algo bom e real. Não creio que lhe excluir é uma alternativa boa, porém é possível que me rejeite em primeira impressão, pois realmente posso passar um tanto longe de ser como você.
Já que nunca entendi o que ser normal... Ou o que é ter uma vida normal, espero que o estranho lhe surpreenda também, gerando alguma essência e deixando a consciência de que as coisas acontecem... Acredito no natural, faço com que o estranho seja o popular que nos carrega para bem longe quando não temos nada na cabeça... E isto creio ser útil.
Se isto lhe adiantou alguma coisa sobre mim, não sei!
Se só lhe fez pensar como sou tonto e estranho, sei que você é mais um daqueles do qual não preciso, porém jamais lhe negarei ajuda!
Boa sorte! se é que acredita!
VIVO OU NÃO
Suponha-se que seja feliz
tudo ao seu redor é lindo,
borboletas e cores vivas
pra lá e pra cá sorrindo
Suponha-se que não seja
tudo ao seu redor é feio,
morcegos e cores mortas
em abundância um empesteio
Suponha-se que veja ambos
tudo ao redor é relativo,
borboletas e morcegos juntos
imagem em estado furtivo
Suponha-se que não vê nada
porque a vida já o deixou,
quem muito se supõe agora
sequer viveu para supor.
Sei que não é fácil para ninguém,porém as pessoas não aceitam mudanças,por mais que mude porque é necessário,por mais que mude porque é obrigatório,infelizmente ou felizmente a mudança sempre trará espanto a muitas pessoas,pois toda mudança tem consequências,e as vezes precisamos arriscar,ninguém é obrigado a aceitar,mais ao menos respeite
Se perceberes que estou com raiva deixe-me quieta até que ela passe para não despertares meu ódio, pois tomada deste serás tu a não teres quietude.
Os diferentes, em geral, desde que não estejam compartilhando o sofá da sala dos falsos antimoralistas merecem, deles, todo o respeito e apoio à luta pelas suas causas e direitos.
Mais do mesmo tem um monte
Tudo igual é o que abunda
Mas se formos vigilantes
Nossa mente não afunda
Buscar entender o lado espiritual da vida é natural, mas os caminhos são materiais, logo não estão habilitados ao certificado de qualidade. As opções para esta busca são diversas, porém o encontro é único e só acontece, verdadeiramente, quando voltamos ao ponto de partida com a posse de nós a partir das experiências adquiridas.
Não. Viver sem excesso de encantamento não significa ser frio, pelo contrário, é um exercício de equilíbrio e de controle do desperdício de energia, mas principalmente é minimizar a condição de tolos e cordeiros que somos obrigados a ser para atendermos integralmente as regras emocionais impostas pelo meio uma vez que este padroniza a referência dos sentimentos para ter um parâmetro na hora de separar, na sua visão, os bons dos maus.
Quem ainda se surpreende com a capacidade das pessoas de decepcionar é porque não faz parte do grupo de pessoas que está aprimorando a sua capacidade de percepção na mesma proporção em que o ser humano anda para trás.
Eu não quero ver você chorar. Também não quero ver você triste ou sofrendo, quero sempre ver você sorrindo, e quero te fazer sorrir, mas dói, a verdade é que eu quero cuidar de você, mas não posso.
