Fim de Curso de Economia
O patriotismo, a ciência, a religião, a arte, a política, a economia, o dever, a ação desinteressada e mesmo a contemplação (embora sublime), isoladamente não são suficientes. Nada é suficiente desde que o TODO seja deficiente.
Só você pode desidir o quer desse dia,faz dele único não economize esforços para ser feliz mesmo em tempos ruins
Os Estados desenvolvidos, crescem em função da dinâmica social e econômica imposta pelos seus cidadãos.
O progresso social e econômico de um Estado, não depende apenas do seu Governo, dependente essencialmente da visão progressista dos seus concidadãos.
O balanço financeiro positivo feito pelos governos em face da sua economia pouco estável, demostra a apresentação de uma visão exageradamente apaixonada sobre a realidade sócio-econômica e política de determinado povo, tendo em conta a miséria que assola a vida da população.
Existem dois tipos de pessoas: as dispendiosas e as econômicas. As primeiras, as mais favorecidas pela sorte, compram tudo que o dinheiro é capaz, inclusive a felicidade. A segunda fabricam sua própria felicidade com as migalhas da sorte que por acaso do destino vieram parar nas suas suas mãos.
Se tem a ver com a realização dos seus sonhos, não economize, qualquer valor é barato. @mcmarombado
O bem-estar social tornou-se um dado indispensável ao bom funcionamento da economia, à sua eficácia.
"Quem economiza de verdade, tem a exata proporção do que deve ser guardado, o que deve ser gasto e o que deve ser investido."
A atual decadência, através dos fulminantes progressos da economia e da técnica, revela a amplidão do combate dos homens por sua existência
"A recuperação econômica e as mudanças significativas que irão possibilitar a melhora do país passam pela força e engajamento da juventude."
"Muito além das teorias democráticas, os bons indicadores sócio-económicos e o controle de todas as forças internas com poder bélico determinam um bom governante".
"Somente conhecendo e analisando os principais elementos de uma Economia é que uma empresa poderá construir um planejamento financeiro eficaz, que proporcionea lucratividade e a rentabilidade que a organização necessita para alcançar a sua estabilidade econômica"
Adm. Marcos Antônio Lenes de Araújo
A maior divida de um povo que almeja alcançar o desenvolvimento econômico, passa por acreditar na suas instituições e nos seus governos democraticamente eleitos e, não em meros paraquedistas políticos que vendem ao povo sonhos irrealizáveis.
O mundinho dos homens sempre vai girar em busca do poder econômico, mas as pessoas do presente nunca entendem sua própria época e só conseguem ver o passado, que mesmo em constante repetição, só é compreendido no futuro.
Um pouco de história
As lutas, crises econômicas e políticas sociais parecem uma disputa para ver quem pode mais.
O Capitalismo atinge a todos os irmãos, tendo bom ou mau coração, pois nesse antagonismo imposto, o que importa mesmo é a produção.
É um sistema que muitos querem explicar, como é, foi e ou se dá! Marx, Durkheim e Foucault, todos querem dilucidar, eles por estudos, outros a conjecturar.
Gerado pelo ser humano, sempre cresce na produção, mas é pobre quando todos têm, fomenta o obsoleto, alimenta o vai e não vem.
Foi na década de trinta, alcançou a superprodução, o povo passando fome e o poder dizendo não.
O povo sem dinheiro, barato não podia comprar, e ninguém imaginava o que fazer pra isso mudar.
O governo Vargas, eleito em nome de Deus, agiu como filho do cão, comprou o excesso produzido e pagou tudo ao patrão.
Toneladas de café mandou queimar, e a conta disso tudo, mandou pro povo pagar.
Quando a crise chega, sobram homens e máquinas. A fome ganha espaço, vira tudo uma tristeza. É esse o justo momento que aumenta a tal pobreza.
Calma e sai de baixo
Lá vem a recessão, a inflação, o monopólio, o oligopólio, aumentou a especulação. É o rico se protegendo, o governo tudo vendo, mas é o povo que está morrendo com a tal desnutrição.
Suicídios, homicídios, doenças físicas e mentais, enquanto a informalidade aumenta mais e mais.
Os governos pra o patrão agradar, começam obras públicas: ruas, escolas, redes de esgotos e outros, mas era contrato de emergência, aquilo não podia durar, pois em setores lucrativos os governos não podem atuar.
Na terra do tio Sam, também na mesma época, dizia que o desemprego era vício, era preguiça, dos que gostavam de vagabundear, mas o moço Roosevelt procurou o discurso mudar. Inventou o seguro desemprego, um plano de aposentadoria, para os mais velhos sustentar. O que na verdade não podia era o povo nas praças a reclamar.
Enquanto isso nas terras Brasilis...
A igreja católica sempre pelo trabalhador, proposta aqui e ali, levantes também, sim senhor, apenas registrava o tamanho daquela dor.
Tudo no capitalismo beira o obsoletismo, o petróleo que era salvação contribuiu com o abismo.
Os preços subiram, a dívida externa aumentou, se alguém estava rindo, nesse momento chorou.
O sonho agora é exportar tudo que produzir, achatar o salário já baixo, só pro rico voltar a sorrir.
O governo da época dizia querer o trabalhador organizado, mas antes daquele aumento, já estava desempregado, e o governo como sempre, na mão do empresariado.
O trabalhador já tinha CAPs, Iaps, INPS, mas cada vez menos dinheiro entrava, foi aí que se descobriu de onde o governo o dinheiro tirava.
Na recessão, o empregador se protege, volta o olhar pra exportação e aumenta a repressão, diminui gastos com saúde, emprego, previdência e também com educação. Isso em 77 e 82 e também agora, décadas depois.
Como ontem, hoje, existem os neoliberais, estão sempre debatendo contra as medidas sociais.
Pensam em devolver aposentados aos seus setores, mas substituem o trabalho humano pelos sábios computadores.
Mais uma coisa que nunca muda, meu interesse nunca é o seu. A briga não é do rico contra rico, mas do plebeu contra plebeu. Pois, podemos notar pobre capacho de rico e inimigo dos seus.
Quem pode mudar tudo isso, só Deus, só!!
TUDO COMO ANTES!
