Filósofos na Educação Física
A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.
Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.
A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.
O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.
Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.
Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.
Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.
A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.
Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.
O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.
Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.
Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.
A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.
O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.
Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.
Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.
Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.
A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.
Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.
O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.
Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.A Física Pós-Moderna e o Colapso da Teoria do Caos
A física pós-moderna é um ramo da física que se expande além de um simples laboratório, para aplicar fenômenos físicos em diversas áreas do conhecimento. Ela usa definições da física para explicar fenômenos econômicos, contábeis, jurídicos, de consciência e relações interpessoais.
Ela não se trata de um simples conceito, nem de suas aplicações como meras metáforas. Suas aplicações são visivelmente aplicáveis e possuem resultados esperados em experimentos matemáticos, biológicos, contábeis, jurídicos — e tudo isso em grande ressonância com as leis do universo.
A teoria do caos já não mais existe para aqueles que se aventuram em observadores, mas sim treinam-nos com empatologia, para que esses não iluminem caminhos não condizentes com o objetivo ultra-evoluto, que só o Tempo Evoluto é capaz de prever, através de seus onibservadores.
O que não é possível negar é que, vendo tudo se repetir no universo de forma tão harmônica e sincronizada, seria uma grande estupidez garantir que os sistemas não repetem nada.
Uma coisa que é importante saber é que os sistemas, no caos, se repetem — e, ao se repetirem, geram mais colapsos no mundo.
Quando feito com empatologia, aquele colapso se lapsa e se torna um milhão de possibilidades de lapsos, o que faz da realidade maleável e previsível, e não apenas um único caos, mas sim também o panglembrado (o quadrado do sistema do universo até a parede do vácuo) de oportunidades de se desdobrar, se dobrar e se construir.
Nessa perspectiva, a teoria do caos já não mais vive. É visualmente vista como alguém que passa por um caminho cheio de ovos para não esmagar nenhum.
A teoria do caos não existe. O que existe são consciências em caos, e a teoria da consciência caos (e não teoria do caos) se esvai ao ponto em que o observador despreparado ilumina um único lapso, colapsando-o — ao invés de, no experimento psicosocial, haver a substituição por onibservadores capazes, que com sua visão ultra-evoluta não colapsam o evento em algo que desvirtue o objetivo do estudo.
Esse tipo de estudo depende de um não colapso para dar sequência ao desenvolvimento tecnológico, ético e social, pois a interferência no sistema pode destruir toda a cadeia de descobertas futuras.
O problema está no tempo relativo: enquanto todos visualizarem que sua justiça está dentro de seu tempo relativo, o que pode ser justo para um não é justo para ninguém. Com o conceito de tempo relativo, o próprio tempo de mundo relativo ilude que sua existência é mais importante, e que os reparos devem ser imediatos — o que faz com que o tempo absoluto não alcance sua finalidade de longo prazo, que é encontrado somente no Tempo Evoluto.
Alcançar a visão Oniciente é algo muito desafiador, e me disponibilizo a treiná-los. Mas não há como treinar o desligamento do ego — somente Sigmund Freud.
O pior leproso não é aquele que perdeu a sensibilidade pela dor física…
Mas o que já não sente mais a dor dos seus próprios pecados.
Pastorear é uma entrega constante, espiritual, emocional, física e familiar. É estar entre o altar e o vale. Entre Deus e o povo. Entre o céu e o pó
Logo após assistir a um vídeo de dez minutos sobre física quântica, ele já tinha certeza: Einstein exagerava.
Era um dom, dizia — o dom da compreensão instantânea. Um parágrafo lido bastava para corrigir livros inteiros. Uma thread no Twitter e já desmentia um doutorado. Um tutorial no YouTube e se sentia capacitado para opinar sobre geopolítica, economia e, com mais ênfase, sobre qualquer jogo online.
Curiosamente, quanto mais ele aprendia, menos certezas tinha. Quando resolveu ler um livro inteiro, teve dúvidas. No segundo, começou a questionar suas primeiras convicções. No terceiro, percebeu que havia um oceano de coisas que não sabia sequer nomear.
Mas a essa altura, a confiança já havia murchado. Os discursos categóricos deram lugar a perguntas. O tom seguro, à cautela. Agora, antes de dar uma opinião, ele escuta. Antes de apontar erros, consulta. Antes de afirmar, pensa.
E descobriu que esse é o verdadeiro sinal de inteligência: perceber o quanto ainda se ignora.
Porque o ignorante absoluto, ao menos, sabe que está perdido. Mas o perigo mora no meio do caminho — naquele estágio em que se sabe pouco, mas se acredita saber tudo. É ali que nasce o especialista de WhatsApp, o gênio do grupo de jogo, o sábio de primeira aula.
Efeito Dunning-Kruger - Felipe Menegate Nascimento
A saúde mental é análoga à saúde física. Após um trauma emocional, a terapia age como uma fisioterapia para o cérebro, promovendo a recuperação e a restauração das funções cognitivas e emocionais. Por outro lado, a psiquiatria desempenha um papel semelhante ao uso de corticoides, aliviando os sintomas e reduzindo a inflamação decorrente de um trauma físico. Ambos os tratamentos são essenciais para a plena recuperação e bem-estar.
A natureza física do homem repele o que lhe é nocivo, em busca do equilíbrio que garante a vida. No entanto, o espírito, livre e racional, frequentemente se prende ao que fere, como se a dor tivesse valor em si. Talvez seja porque os afetos, diferentemente dos corpos, não obedecem apenas à razão, mas à memória, ao apego e ao desejo de significado.
O QUE É O HOMEM NO CONTEXTO DA FÍSICA QUÂNTICA?
No contexto da Física Quântica:
O Homem é um subcampo quântico que emerge de um outro Subcampo Quântico emanado do Campo Quântico Geral!
O Campo Quântico Geral é do Cosmo, tem Consciência e Inteligência Total, constrói e mantém o Cosmo Vivo, dele emanam todos os Subcampos Quânticos Específicos!
O Subcampo Quântico Específico Humano é do Corpo Humano, tem Consciência e Inteligência Humana e Plena, constrói e mantém o Corpo Humano vivo e orienta intuitivamente o Homem, dele emerge o Homem no momento do acordar e nele descansa o Homem durante o sono profundo ou durante a meditação profunda!
O subcampo quântico que emerge do Subcampo Quântico Específico Humano é o Homem, tem Consciência e Inteligência Humana e Plena quando forma uma Unidade com o Subcampo Quântico Específico Humano mas tem Consciência e Inteligência Desumana e Limitada quando está desapegado do Subcampo Quântico Específico Humano, tem a função de ajudar o Subcampo Quântico Específico Humano gerindo o Corpo Humano e pelo seu livre-arbítrio pode ser um bom gestor do Corpo quando estar apegado ao Subcampo Quântico Específico Humano ou pode ser um mau gestor do Corpo quando estar desapegado do Subcampo Quântico Específico Humano.
Portanto, no contexto da Física Quântica,
O Homem é um subcampo quântico que emerge do Subcampo Quântico Específico Humano emanado do Campo Quântico Cósmico.
Conectar-se ao invisível é onde reside a verdadeira sabedoria. Além da nossa forma física, nos espaços silenciosos, as respostas aguardam, convidando-nos a descascar as camadas e confiar no que não pode ser visto, mas profundamente sentido.
Minha Estrela que o céu chamou
Feliz Dia dos Pais!! Mesmo sem sua presença física, está tão presente em meu coração, minha alma, meu ser. A saudade é a consequência da conexão eterna. De onde estiver, meu Pai, sinta meu abraço apertado, minha gratidão e meu amor. Te amo para todo Sempre, minha Estrela que o céu chamou!!
( Edileine Priscila Hypoliti )
( Página: Edí escritora )
O equilíbrio das formas é a beleza física e o equilíbrio dos pensamentos é a coerência. Muito se fala da primeira que tanto prende, mas pouco se fala da segunda que tanto liberta.
Aqueles que se aproximam de alguém por causa das circunstâncias, beleza física, sensualidade, poder, finanças...Têm como valores e deuses, todas essas coisas.
Esses podem até serem lindos por fora, porém são como sepulcros caiados e essa relação estará fadada à infelicidade.
Posso estar a enorme distância física, mas saiba que você esta aqui em meu coração fazendo parte de cada batida que ele produz; para dizer que sim, você sempre vai viver nele enquanto estiver funcionando.
Ricardo Baeta.
Crueldade não se trata apenas de violência física. Trata-se também de violência emocional.
Por essa razão existe muito mais gente cruel do que julgamos existir.
Eu posso acreditar em tudo e em nada
Desde que isso não machuque ninguém
Nem física, nem psicologicamente.
Saudade é apenas uma
distância física, que não
impede um sentimento, um
afeto, ou mesmo um gesto
carinhoso de quem ama.
Sei que foi pesado e que foi difícil, física e mentalmente, mas tenho certeza de que este show salvou a minha vida este ano.
Ainda que voar, de maneira física, seja impossível por meios naturais, nossa imaginação tem um poder enorme.
Exaustão me consumiu, não somente exaustão física, estou exausto em todos os sentidos e de todas formas. Uma sensação horrível me controla e me consome. É difícil explicar o como a exaustão da nossa mente pode ser dolorosa, ela recria o mundo nos piores dos cenários possíveis, faz com que pareça que já tentamos todas as possibilidades possíveis para que tudo isso termine, mas que na realidade existem muitas possibilidades. A pressão da vida e de tudo que a engloba às vezes se torna maior do que conseguimos suportar, a vida é como uma parede de aço que está a nossa frente enquanto corremos em sua direção sem enxerga-la. A realidade é dura e se encararmos sempre prontos para lutar vamos sempre correr o risco de cair em exaustão, nem toda guerra é ganha com confronto direto, não torne a sua vida em um campo de batalha exaustivo e destrutivo.
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