Filosofia
O sistema universitário não é mais do que uma elaborada racionalização de comportamentos sexuais inadequados
"O inferno é aqui na Terra, e o paraíso é viver sua vida feliz consigo mesmo; uma vida ética, empática, amorosa, sem medo de errar ou de viver o agora podendo se arrepender no futuro."
Acho que a vida é sobre ser ousado em certas coisas — e comedido em outras. É sobre amar, fazer bons amigos, e aproveitar cada momento.
O verdadeiro responsável pelas suas frustrações não são outras pessoas ou situações, mas suas próprias expectativas.
Às vezes, tudo o que precisamos é isso: um passo. Um sopro. Umanovapágina.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
A morte não veio como carrasca, mas como confidente. Ela não deve inspirar temor — não é inimiga,ejamaisserá.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
Hoje percebo que o que sei é tão pouco, que me faz ter a necessidade de buscar o aprendizado diariamente e continuamente;
Percebo que o presente é tão precioso e isso me faz aproveitar e viver no agora, sem desconsiderar um planejamento promissor para conquistas futuras e atingimentos de objetivos;
Percebo que apenas em olhar para o céu e vivenciar um novo dia, sabendo que eu e minha família estamos bem, é motivo para ser grato a Deus.
Percebo que não sou melhor que ninguém, mas apenas diferente por ser um indivíduo que tenho minhas particularidades e que minhas escolhas e decisões evidenciam quem eu sou.
Percebo que no mundo há muita malignidade e se fizermos o bem já somos diferentes da maioria.
A Pirâmide das Verdades
A verdade não é uma só, nem sempre constante. Ela funciona como uma pirâmide, dividida em camadas que sustentam umas às outras.
No topo estão as verdades mais rápidas, como ideias, opiniões e valores que mudam conforme a cultura e o tempo.
No meio, temos as verdades sólidas, como conhecimentos científicos e éticos, que mudam lentamente com o avanço do conhecimento.
Na base, ficam as verdades quase absolutas, princípios lógicos e fatos básicos que raramente mudam.
Quando uma verdade da base muda, toda a estrutura acima precisa ser revista, porque ela depende dessa base para se manter.
Compreender a verdade é entender essa estrutura e aceitar que a busca por ela é um processo em constante evolução.
O hip-hop, como expressão artística e cultural, tem sido historicamente uma forma poderosa de dar voz à comunidade negra e denunciar as injustiças e opressões sofridas por ela. É importante ressaltar que o hip-hop não foi criado como incentivo ao crime, mas sim como uma forma de resistência e empoderamento. A narrativa que associa o hip-hop ao crime é, muitas vezes, uma generalização simplista e preconceituosa.
Cada cultura tem suas próprias expressões artísticas e musicais, e o reggaeton, por exemplo, é uma manifestação cultural importante para a comunidade latina. No entanto, isso não significa que o hip-hop deva ser desvalorizado ou associado de forma injusta ao crime.
É fundamental reconhecer e respeitar a diversidade cultural e as diferentes formas de expressão artística de cada comunidade. Negar a importância e a legitimidade do hip-hop como um espaço de resistência e representatividade para os negros é perpetuar a colonização cultural e o racismo estrutural.
Portanto, é essencial promover o diálogo e o entendimento mútuo entre as diferentes culturas e valorizar o hip-hop como uma forma legítima de expressão artística e social, sem cair em estereótipos e preconceitos infundados. É preciso reconhecer a riqueza e a diversidade das manifestações culturais e musicais, respeitando a história e as lutas de cada comunidade.
A proclamação de uma única verdade em público é suficiente para desencadear uma reação em cadeia de comportamentos narcisistas, que, ao negarem a fragilidade de seus egos, movem-se em conjunto para silenciar a voz dissidente. Essa dinâmica é um exemplo clássico da doxa aristotélica, na qual a opinião comum é utilizada para reforçar a própria autoimagem. Além disso, a tendência dos narcisistas em cometer atos antiéticos e criminosos para refutar a afirmação de que são antiéticos é um exemplo da vontade de poder nietzschiana, na qual o indivíduo busca afirmar sua própria superioridade moral a qualquer custo, e do fenômeno de dissonância cognitiva no qual vivem.
O que você sabe da vida é o mesmo que você sabe sobre você. Se você não conhece a si mesmo, então você não entende o mundo.
