Fernando Pessoa Ausencia

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Ausência

Quero te dizer que você é a minha alegria.Nos meus pensamentos te encontro em cada esquina.
Quando repouso meu corpo, sinto a leveza do meu espírito ,pressinto que logo vai se encontrar com o teu.
Em meio a noite acordo de um sono profundo sentindo que você estás a me fazer carinhos .
Durante a minha vigília, me pego sorrindo pois ,a minha sensibilidade capta a tua presença.
Sinto o teu perfume e compreendo , que por enquanto tenho que conviver com a tua ausência.
Para superar a saudade, tenho ouvido as lindas mensagens que me levam até você.
A tua voz me reporta aos nossos momentos felizes,onde somente as quatro paredes foram testemunhas.
Quero te dizer que ,teu jeito simples, a tua postura e tua inteligência sutil me encantam.
Teus carinhos e tua atenção me embriagam de prazer e me enchem de emoção.
O presente me traz você,tenho rogado aos anjos e ao céu que permitam que possamos usufruir dessa essência juntinhos porque sinto que é recíproco.
Somos afins, a tua ausência te faz presente.
Psiu! preste atenção! Essas palavras são de coração para coração.Se não te sentires incluso apague -as.

"A serenidade não nasce da ausência de tempestade, mas da arquitetura firme do caráter."

NÃO CHOREI PORQUE VOCÊ NÃO MERECE SOFRER.
Não chorei.
E não foi por ausência de dor.
Foi por consciência.
Há um tipo de sofrimento que nasce do amor, mas não se permite tornar-se acusação. Quando se ama de maneira reta, não se deseja que o outro carregue o peso de nossas próprias tempestades. O silêncio, nesse caso, não é indiferença. É proteção.
Na ética das relações humanas, existe uma forma elevada de responsabilidade afetiva. Consiste em compreender que nem toda lágrima precisa ser mostrada. Nem toda ferida deve transformar-se em cobrança. Sofrer é humano. Transferir o sofrimento como culpa é imaturidade.
Não chorei diante de você porque compreendi que a dor, quando exposta como reprovação, cria dívidas emocionais. E o amor verdadeiro não quer credores nem devedores. Ele quer liberdade.
Há uma dignidade profunda em suportar a própria tristeza sem transformá-la em instrumento de punição. A psicologia contemporânea reconhece que o indivíduo emocionalmente maduro distingue entre expressar sentimentos e manipular sentimentos. Nem toda contenção é repressão. Às vezes, é escolha moral.
Não chorei porque você não merece carregar o peso de algo que pertence à minha própria jornada interior. Há lágrimas que são processos íntimos. Elas não acusam. Elas purificam.

"A serenidade não nasce da ausência de problemas, mas da consciência de que somos maiores do que eles."

"O caráter revela-se quando a vontade permanece firme mesmo na ausência de aplausos."

"A proximidade constante pode cansar o afeto, mas a ausência ponderada educa o sentimento."

"A serenidade não nasce do silêncio exterior, nem da ausência de tempestades. Ela germina quando o ser humano reconhece que há, dentro de si, uma região mais vasta do que qualquer problema que o cerca."

" O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo. "

O Silêncio como Morada do Ser

Oh, o silêncio…
Não apenas a ausência de sons,
mas a presença plena do que é essencial.
Quando tudo ao redor se cala,
o ser humano reencontra a si mesmo —
e compreende que a quietude
não é um vazio, mas uma forma mais alta de existência.

No silêncio, a consciência se expande.
Ali descobrimos que a paz não é algo a ser alcançado,
mas algo que sempre esteve disponível,
embora oculto sob o peso do barulho e da pressa.
O silêncio nos devolve o centro,
recoloca cada pensamento em seu devido lugar
e revela a profundidade que o cotidiano tenta encobrir.

O tempo, nesse espaço silencioso,
mostra-se não como inimigo,
mas como mestre da revelação.
Ele nos ensina que só existe um instante real: o agora.
E é somente nele que podemos agir, compreender e transformar.

É por meio do tempo
que a sabedoria se desdobra lentamente,
quase imperceptível,
como uma chama que cresce sem alarde.
Essa sabedoria — a mais elevada das virtudes humanas —
não se adquire por excesso de palavras,
mas pela escuta atenta do próprio ser.

E, quando finalmente silenciamos,
percebemos que há em nós
algo que não é afetado pelo tumulto do mundo:
uma centelha do divino,
uma presença íntima e eterna
que só se revela a quem tem coragem de ouvir o próprio silêncio.

A comunhão exige presença; talvez por isso sua ausência seja tão frequentemente justificada pelo conforto. Estar presente requer abrir mão da comodidade, reorganizar prioridades, enfrentar o cansaço e investir tempo em pessoas. O conforto nos convida ao isolamento, mas a comunhão nos chama ao compromisso. Não é por acaso que a igreja primitiva perseverava 'na comunhão' (At 2.42); eles entenderam que a vida cristã não foi projetada para ser vivida à distância, mas ombro a ombro, mesa a mesa, coração a coração.

É no silêncio da ausência que você descobre o que é saudade.

A solidão é um espelho que não reflete o rosto, mas a ausência. Com o tempo, ela deixa de ser apenas silêncio e passa a ser uma presença que te observa por dentro. Você começa a se ouvir, e o que escuta assusta. Porque há tanto tempo ninguém responde, que até a tua voz parece estranha. E talvez seja isso o que mais dói, descobrir que o vazio também aprendeu a te chamar pelo nome.

Quando realmente queremos, somos capazes de nos adaptar à ausência de alguém.

Não se preocupe com minha ausência,
Pois é aí que eu sinto, a falta que você me faz...

Sua ausência é incontestável,
A distância é descartável,
Pois quando te encontro é tão sociável...

"Não é a ausência de falhas que constrói um legado, mas a presença de coragem."

​"Incluir o Divino nos teus planos não é garantir a ausência de tempestades, mas assegurar que o Teu barco nunca navegará sem bússola."

"A coragem não é a ausência de medo, mas a decisão de que o seu propósito é mais barulhento do que a sua insegurança."

​O erro humano é achar que o vácuo é ausência. Na verdade, o vácuo é a espera. Seus pulmões se esvaziam não para morrer, mas para criar a urgência do reencontro.
​Não olhe para o céu esperando mensagens cifradas em estrelas que já morreram há milênios. Sinta a pressão do ar preenchendo o espaço que, há um segundo, era nada. Se você precisa de uma prova da eternidade, perceba que você não "puxa" a vida — ela se precipita para dentro de você no momento em que você se abre. O sinal não está no brilho do sol, mas na fome de ar que o seu corpo sacia sem que você precise pedir.
Suedson_corey

​"Paz não é ausência de caos; é a soberania de não ser habitado por ele."