Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Hoje eu percebi que eu parei de cair. Não que eu esteja de pé, firme e forte, mas eu parei de despencar.
Hoje eu preciso de uma bebida que não tenha história, que não tenha safra e que não me lembre de nenhum brinde que a gente deixou de fazer.
Para qualquer outra pessoa, é lixo; para mim, era a prova material de que o que eu vivi não foi um delírio da minha cabeça.
O soco no estômago é saber que, enquanto eu vou passar o dia evitando as redes sociais pra não ver foto de casal feliz, ela provavelmente vai estar ganhando flores...
Eu sou a minha realidade e minha verdade ...
e isso me parece bem!
pois, não tenho que me preocupar
com o fim de nenhum efeito a meia noite!
Hoje eu preciso escrever os meus sentimentos ,
porque amanhã eu não sei se terei este pobre coração!
Nada sobre nós , sem nós.
Não fale por mim... Antes, pergunte quem eu sou. Não escolha o meu caminho sem saber para onde quero ir. Não diga que conhece meus limites se nunca parou para me ouvir.
Eu não sou a minha deficiência. Não sou o diagnóstico sobre a mesa, nem o laudo guardado em uma gaveta, nem a palavra que alguém usa para definir a minha existência. Eu sou uma história. Sou desejos, sonhos e possibilidades.
Tenho uma voz, mesmo quando não consigo falar como você espera. Tenho escolhas, mesmo quando preciso de apoio para realizá-las. Tenho sentimentos, mesmo quando você não consegue compreendê-los.
E quando você faz tudo por mim, sem sequer me perguntar, talvez pense que está cuidando... Mas pode estar me ensinando que a minha vontade não importa. Quando você decide por mim, quem está sendo protegido? Quando você fala em meu lugar, quem está sendo respeitado?
Eu não quero que você me veja com pena. Quero que me veja com dignidade. Não quero uma escola que apenas permita a minha presença. Quero uma escola que reconheça que eu também pertenço, que minha opinião transforma, que minha presença ensina e que minha participação importa.
À família, eu peço: não tenham medo das minhas possibilidades. Acreditem em mim, mas não me obriguem a ser aquilo que vocês imaginaram. Aos professores, eu peço: não planejem apenas para mim. Planejem comigo. Perguntem o que preciso, o que desejo, como aprendo e como posso participar. Aos meus colegas, eu peço: não me convidem apenas por obrigação. Enxerguem em mim um amigo, um companheiro, alguém que também quer rir, brincar, aprender e fazer parte das histórias.
E a você, que trabalha pela inclusão, eu peço que nunca se esqueça: nenhuma decisão sobre a minha vida deve acontecer sem a minha voz. Porque inclusão não é abrir uma porta e esperar que eu agradeça por entrar, iclusão é perguntar se a porta está acessível; é ouvir o que penso; é respeitar o que escolho; é caminhar ao meu lado sem tomar o meu lugar.
Talvez um dia você perceba que a maior barreira nunca esteve na cadeira de rodas, na muleta, no meu corpo, na minha comunicação, no aparelho auditivo que uso ou na minha maneira de aprender. Talvez essa barreira esteja no olhar de quem não acreditou, na palavra de quem me diminuiu, na decisão de quem nunca me consultou.
E quando esse dia chegar, não chore apenas por aquilo que eu enfrentei; chore pelo tempo em que poderíamos ter construído juntos e você escolheu decidir sozinho. Depois, enxugue as lágrimas. Mude a atitude. Abra espaço. Escute.
Porque eu não preciso que você seja a minha voz, preciso que você ajude a garantir que a minha voz seja ouvida. E se algum dia perguntarem o que significa inclusão, não responda apenas com palavras bonitas, mostre uma escola onde ninguém seja invisível; uma família que respeite escolhas, um professor que acredite nas possibilidades, uma sociedade que não fale sobre nós sem primeiro ouvir a nós.
Porque nós não somos apenas aqueles que precisam ser incluídos, nós somos parte da construção, nós somos presença, nós somos potência, nós somos sujeitos da nossa própria história.
E enquanto houver alguém decidindo por nós, sem nos ouvir... que a nossa voz continue dizendo: NADA SOBRE NÓS SEM NÓS. ❤️
A jornada não revela uma essência; ela a constrói. Não existe um “eu verdadeiro” esperando ser descoberto — apenas aquilo que você escolhe se tornar. E, na era da tecnologia, cada um ocupa seu papel, moldado pelas escolhas que faz.
_KANGAL
Não sei quem sou
Fraude de mim mesmo
Espaço vazio.
Tudo que eu quero
É não querer.
Não há escolha
Sacrifiquem-me!
Não sou imaculado
Mas de algo deva valer.
Não há culpados.
Conflitos internos.
Só tenho um pedido
Não tenham pena.
Estou aqui há muito tempo
Este é só mais um dia.
De volta a margem.
Degrau por degrau.
Cuidado com as quinas.
Você não é o culpado.
Eu não usaria a sua insegurança como motivo para desistir da mudança. Usaria como motivo para fazer uma preparação meses antes dela
A procura de mim mesmo.
Não, não é redundância, a procura de mim mesmo, busca, o meu eu superior, busca a energia, que está por trás do todo e de tudo; busco a mim mesmo de maneira frenética, de forma a encontrar o sentido da vida, busca o porquê da minha existência..
A procura de mim mesmo é subjetiva, ativa e intangivel..
A procura de mim mesmo, é a força motriz, que leva, eleva, e me faz desistir, de desistir de existir.
A procura de mim mesmo, passa pelas dores, lágrimas, sofrimento, angústia e também pelo amor, pela alegria de viver, e muito pelo o quanto a vida é bela, essa busca liberta dos grilhões da incerteza.
A procura de mim mesmo, está na criança que se perdeu.. se perdeu e agora se sente só, se sente abandonada em algum corredor de um lar por aí..
A procura de si mesmo, precisa passar pelo silêncio, pela atenção plena e si próprio, atenção à essa criança esquecida..
O encontro de sí mesmo requer enfrentar seus medos, iluminar suas sombras, requer coragem e muito esforço.
E encontrar a sí mesmo é elevar-se ao divino, é aprender amar a quem não damos tanta importância e atenção.
É sobre aprender a amar a sí próprio!
Acredito que ao finalizar essa procura, tudo se dissolve, como quando se pega um punhado de areia nas mãos e a abrimos dentro do oceano..
"'Caio Camara Cesar"'
Medo é para os invejosos que não sabem aproveitar a vida como eu sei. Minha vida é um livro aberto para quem quiser ler!
Eu não renego o que sentimos. Honro. Mas aprendi que amor que não encontra destino precisa, ao menos, encontrar fim. Não como castigo, e sim como respeito. Há silêncios que não são ausência... são maturidade. Há despedidas que não negam o que foi, apenas impedem que a dor continue sendo regada.
Então que o silêncio faça o que não conseguimos: nos aquietar. Que ele não grite por rancor, mas por paz. Não por esquecimento, mas por libertação. Eu paro de regar não porque não houve raiz, mas porque já entendi que nem toda raiz foi feita para dar fruto no mesmo solo.
Eu não sei se alguma vez consegui te dizer isso da maneira certa, mas há momentos em que sinto tua falta de um jeito que me desarma... É uma saudade quieta, dessas que chegam quando tudo ao redor silencia, e então me vem essa inquietude difícil de afastar: imaginar que eu possa atravessar o resto da vida sem o teu amor.
Há noites em que acredito que o tempo finalmente fez o seu trabalho, que aquilo que senti encontrou um lugar sereno no passado. Então, sem aviso, você atravessa meus pensamentos, não apenas como lembrança, mas como presença, e percebo que certas coisas não desaparecem: apenas aprendem a viver em silêncio.
Há algo doloroso em saber que uma pessoa pode estar tão distante e, ainda assim, permanecer tão perto de um lugar que a razão não alcança. Eu segui, a vida seguiu, vieram outros dias, outros caminhos, outras versões de mim, e aprendi que continuar não significa necessariamente esquecer.
Talvez seja isso que ainda me inquieta: existe uma parte da minha história que terminou, mas nunca encontrou um verdadeiro fim dentro de mim. Uma parte de quem eu era ficou naquele tempo, naquele sentimento, em tudo aquilo que fomos... e também em tudo aquilo que poderíamos ter sido.
Talvez alguns amores sejam assim: não chegam para permanecer ao nosso lado, mas deixam em nós algo que permanece, uma espécie de ausência que o tempo não preenche porque, no fundo, nunca foi apenas a falta de alguém, mas a falta de uma vida que poderia ter existido.
Não tenho medo da solidão. Tenho medo de chegar ao fim de uma vida inteira, quando já não houver futuro para me distrair nem tempo para me convencer de qualquer coisa, e descobrir que, por baixo de tudo o que vivi, ainda existia aquela mesma verdade que durante tantos anos tentei silenciar:
eu teria querido viver esta vida com você.
Eu não quero estar onde não sou vista e nem onde as pessoas só me aceitam por insistência. Minha presença é valiosa demais para implorar espaço. ✨🙌🌱
Título: Penso sim
Teu erro é achares que eu não Penso em ti,
Não reflito-te em mim,
Só de pensar,
Que uma criança pode ter mais demônios que Qualquer um
Faz me querer pegar te e abraçar-te em paz Para todo o sempre .
Amém!
"O pranto exige uma lógica que a tua partida não tem. Como chorar o fim de alguém que eu só vi ser força?"
