Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
O amor é primavera em todas as estações ,Floresce a qualquer tempo em todos os corações, Transcende o tempo e pode surgir a qualquer momento.
Quem grita e faz número o tempo todo sempre tem alguma coisa escondida e necessita de fazer com que a população se entretenha com aquilo que é contraproducente.
Os beijos carregados ao vento chegarão até você, O meu coração é teu, O tempo se encarregará de atiçar ainda mais esse nosso sentimento...
A harpa dedilhada música o tempo, É tempo de amar, é momento de amor, É tempo de cantar o bem que só o amor traz,O teu gostinho de quero mais.
É chegado o tempo do amor, Do amor assimétrico, Do amor florido, Do amor que compõe verso, Que vai além das linhas e do que é estético.
Repousa a noite sobre o nosso tempo, No faiscar de nossos beijos, Cintila a estrela do nosso amor - a nossa primavera sentimento.
Cada internauta tem a sua crença pessoal, achar que a Internet vai te fazer satisfeito o tempo todo é doideira! Não a bot que seja blindado contra a verdade. O maior desafio é entender que ninguém vai concordar com você.
Posso olhar pelo buraco
Da fechadura do tempo,
Posso ouvir pelo recado
Da ternura misteriosa,
Deixaste-me garrida
Do amor pelo amor,
E por todo o amor pio;
Devotado sempre à ti:
Sofri, chorei e resisti.
Transformei a ausência
- tua -
Na mais fina vestimenta
Poesia intimista perfeita,
Para ser flecha no peito,
Com versos luxuriosos,
Cheios do meu veneno
Doce, delicado e sublime,
Para um peito impávido
- forte -
Para que flecheiro acerte,
E nunca mais ele cicatrize.
Posso amar muito além
Do destino e da espera,
Posso romper algemas
De tudo o quê te prende,
Deixaste-me em privação
Do amor fervente,
Da paixão pela paixão,
E por toda a paixão terna;
Eternizada na íris da mente:
Você me amará para sempre.
Na dança das horas confirma-se:
O calendário mostrou a sua força.
A paixão findou com o tempo,
O destino varreu-me com o vento.
O teu telefonema vale este poema,
Para dizer que nunca tive vocação
De "Carolina na janela" que por noites,
E, que por causa da tua indiferença:
Aguardei, aguardei com paciência
O baile da rosa e do beija-flor,
Eu vestida de fino perfume,
Poderia ter florescido o amor.
Eu fui reduzida ao teu caleidoscópio
Repleto de egoísmo, e talvez até de cinismo
Com a minha boa fé de moça você brincou.
Doravante, mais amadurecida
Não me farei de convencida,
Por causa da tua aproximação,
Destarte o que fazes da tua cor
De cravo e canela - morena,
Que vale muito mais de um poema,
Não vai virar mais a minha cabeça,
E nunca mais há de me fazer cair em tentação!
Eu sou dona do meu próprio destino,
Você não é mais um menino,
Não darei-te o meu tempo e o meu ouvido.
Porque eu encontrarei o Astro Rei
Que me trate com fino gaúdio,
Porque eu encontrarei o poeta
Que talvez não me escreva,
Mas que me invada com poesia.
Trazendo afeto e novo sentido a minha vida,
Coroando a minha madrugada de estrelas,
E vestindo-me de mil cometas e rendas
Com o fino afeto que as conchas são carregadas
Pelo mar do oceano de amar;
Entenda, quem não me fez feliz na juventude
Jamais me fará feliz na maturidade.
O tempo a fio da espada,
A pena em prol da vida,
O olhar e a tua coragem,
A glória é feminina;
O teu passo faz revolução.
Carrega no peito um hino,
Vivendo para a tua Nação,
Luta por toda a gente,
Nunca busca a consolação,
Nasceu para servir sempre.
A existência é infinita,
Sobrevivente e atemporal,
E talvez indizível;
Um mistério que tem nome
- feminino -
Ainda por mim desconhecido,
Que soube sobreviver ao tempo,
E se escondendo no meio dele:
apresentou-se descoberto.
O futuro ainda menino,
Dorme nos braços do tempo,
Aguardando o crescimento.
O futuro como tudo,
Aprende com o passado,
Desgarrado dele,
Se constrói com amor,
- sobrenatural
Com intenção renovada,
Com todo o fragor do peito
Para que a vida valha a pena.
O futuro menino travesso,
Não teme os marechais,
Ele é filho das horas,
Ele é filho do tempo,
- avesso
Aos que tentam comandar
E roubar-nos toda a paz.
Tenho o balanço das amendoeiras
(mãos extremamente macias),
Tempo para escrever poesias
(tenho muito o quê cultivar),
Tempo para ventar versos...,
(para espalhar o meu perfume)
E no teu íntimo penetrar.
Valsa em mim, não durma!
Balançam as amendoeiras,
Lá no meio da rua...,
Assim sendo infinitamente - tua,
Um acorde iluminado pela Lua
Ciente de que és o Sol e regente,
Das orquestras das orquídeas
Dos afetos sem perfídias,
Valsa em mim porque me toca
Algo mui sublime que plantaste
De tal forma que hoje rio à toa.
Tenho tempo porque tenho,
Tempo e o balanço
das amendoeiras,
O que há em mim,
tem tempo para tudo;
Tenho no pulso
O relógio do amor,
Para mim, o amor não passa
E não muda - nunca!
Brisa tão mansa,
Como a infância,
Doce esperança,
Mística cândida,
Sublime poética
De ser trigueira
E madrugadeira
Que balança
Como uma amendoeira.
A minha extravagância
Tão atemporal,
A minha loucura
Tão celestial,
Nascem do desafio
Tal como o vento
Cortante,
No oceano
A desafiá-lo,
Sou um mistério
Inteiro;
Nascido para te desatinar.
Recolhe o tempo dentro de ti,
Brinca com o tempo adentro,
Recoste sobre o meu ombro
E deixe o corpo falar de tudo.
Retire entre nós as espumas,
Deixe que nasça todas as luas,
Entregue-se aos sons das ondas
Para tomares ciência e as contas.
'Inverne-se' para o verão chegar,
Recrie-se para a paixão balançar,
Liberte-se de tudo o que te prende
E deixe livre só aquilo que sente.
Desce a aura rosa do céu,
Dando sorriso ao mar,
O Sol doce como mel,
- Assim resolveu se entregar
Durante as baixas temperaturas,
Ele resolveu rimar-se com o mar,
Aberto as boas loucuras de amor
Remando no oceano de tanto amar.
Esculpindo
nas pétalas do tempo,
Desenhando
as carícias serenas,
Desejando agir
com maturidade,
Jogando bem longe
o momento
Para fazer de nós
uma eternidade.
Ventando madrugada
adentro,
Escrevendo até
a aurora florescer,
Despertando do sono
não dormido,
Poemizando de vez
até você aparecer
Para fugirmos
deste mundo esquisito.
A verdade que tanto
eu quero,
É a mesma que
eu carrego,
Venho porque
lhe tenho amor;
Eu por ti
jamais sossego.
Alentando da melhor
forma as horas,
Semeando ao vento
as mil floradas,
Que hão de irromper
muitos poentes,
Audazes entre nossas
frontes coladas,
Unidos nos nossos
abraços contentes.
A essência que
tanto eu quero,
É a mesma que eu carrego,
Venho com o mesmo amor,
Que de ti tanto espero.
Ventando tudo
que tenho para ventar,
Amando além daquilo
que ninguém
faz ideia do
que é amar,
Vou além de tudo,
supero o universo,
Só para provar
o quanto te quero;
e a medida de amar
sem medida,
Amar amando
a nossa história,
Vivendo para te amar,
Enfrentando toda
a inveja,
Só para viver
todo o amor
que houver nessa vida.
Tu me esperas
para que venha
esse momento
além do tempo,
e longe de tudo.
Do cálice ao doce
cale-se refugiado
no saboroso gole
de um Maso Alto
colhido das auroras.
O mundo é nosso
e o tempo está
a nosso favor;
Somos privilegiados
ao saborearmos
um bom vinho
e viver o nosso amor.
Confesso que estou
na tua [mão
Entretida
com o nosso tempo,
Alguém deu
forma a [paixão;
Surgiu lindo
como um dia de sol,
Iluminando carinhoso
o [coração.
Cada passo
nas areias, uma marca,
De um grande amor
que não passa,
E uma grande distância
que maltrata,
Nem o tempo o dissipa,
e o sossega;
Fazendo de todos dias
a minha entrega.
O mar baila
em [celebração,
O tempo se ergue
em oração,
Talvez seja
um grande sinal:
Que voltarás
para a minha vida
Para habitar
pleno de [paixão.
Cada momento
não foi em [vão,
Nem mil almas
te encantarão,
Sei que sou a mulher
da sua vida,
E para sempre serei...,
- a dona do seu
delicado [coração.
O tempo cria a sua própria margem,
Ele constrói a sua própria ponte,
E concede ao amor a gentil passagem,
Colocando os destinos em ciranda,
E fazendo rimas com perfume de lavanda.
Na regente sinfonia, no ápice do amor,
E no pico da extâse - não me deixes,
Porque esse prazer não pode passar
- em branco -
[ele deve ser vivido nas fendas],
E saboreado nas [boas entrelinhas]...
Deixa-me escrever sobre nós em teu
Corpo, e não se pônha em fuga!...
Quero ser tocata na boa ré [maior],
E não me faço de rogada se como presa
Eu for executada em ré [menor]!...
O teu olhar rapino encontrou a vítima
perfeita [em pleno desamparo],
Talvez eu não alcance as vielas estreitas
Do teu coração [altar oculto],
Derramada diante dos teu olhos escuros,
Faço de tudo e desfaço-me de tudo,
Arrisco-me nesses versos vadios
Para um dia ser tua - e serva desse amor,
Despudorado que é o dono desses versos desnudos.
Iguais ao balanço do mar,
- o tempo há de nos
aproximar.
Busco por teu amor
Com a firme sabedoria
do tempo,
E na esperança de fazer
que o teu olhar
enxergue a luz
e a minh'alma serena:
Sou mulher,
mar de rosas
e amor,
Queira me
levar contigo
por aonde for.
À minha maneira
carrego a força
Dos poetas no exílio
que têm no amor
o vero farol:
converse mais comigo
como quem anda
de mãos dadas
Na beira do mar...
Talvez eu esteja
te pedindo demais...
Querendo o teu amor
- estou à procura
do teu cais;
- quero receber
o teu amor como
As flores recebem
o carinho do sol.
A tua atenção é
como uma estrela
No céu a brilhar,
- o brilho é tão esplêndido,
Que reflete no mar.
Assim o meu
coração fica
por ti a cintilar.
O meu silêncio
é proposital,
- é sentimental pelo teu
- barulho -
Quero que você se interesse
Por mim mesmo sem nenhum
- orgulho -
Estou aqui a te esperar.
Espero por você
da mesma forma
que um navio fica
aguardando
pelo passageiro
embarcar...
Esta sou eu
a te esperar,
Quero fazer
do teu amor: o meu mar.
Para volveres
os teus olhos,
- intencionalmente, silenciei.
Queres tu o meu amor?
O meu coração
é misterioso,
- o coração é um oceano...
Não adianta eu
te explicar;
Quando o tempo der
o sinal e alumiar,
Tenho fé que você
há de se atentar!
Amar com a liberdade
de um peixe
Nadando no mar
- não será demais -
Fazer do teu corpo
a rota para alcançar
- o mar do teu amor -
que hei de não
mais largar;
- e que sempre
encontrarei mais
um e outros motivos
para amar e navegar;
- o teu amor é o meu mar.
Prenda-me em liberdade
É tempo de embalar o amor
Prenda-me em liberdade
É tempo de abalar o amor
Prenda-me em liberdade
É tempo de mimar o amor
Prenda-me em liberdade
Para teres sempre o meu amor
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para que eu viva a me entregar
Prenda-me em liberdade
Para a gente nunca se largar
Prenda-me em liberdade
Para a gente sempre se amar
Prenda-me em liberdade
Para eu nunca te deixar
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para o amor nunca se perder
Prenda-me em liberdade
Quero te pertencer
Prenda-me em liberdade
Para mais do que me envolver
Prenda-me em liberdade
Quero mais do que te ter
Prenda-me em liberdade
Prenda-me em liberdade
Para que não falte a vontade
Prenda-me em liberdade
Para não dar brecha à banalidade
Prenda-me em liberdade
Para que não falte a verdade
Prenda-me em liberdade
Quero viver com intensidade
Prenda-me em liberdade
Adoro você em cada detalhe
Prenda-me em liberdade
Desejo ser tua propriedade
O amor tem a bondade
Dos prados acolhendo o Sol,
O tempo canta a milonga;
O desejo se prolonga
- sem sentir -
O amor é o elixir.
A milonga nasceu
Para o tango,
Ambos são bem mais
Que companheiros;
Os dois são cúmplices
[perfeitos]
Do amor primeiro.
A brisa batendo na pele
É como o nosso tango
que nada nos impede;
O tango aproxima,
Fascina e nos impele.
O tango nasceu
Para a milonga,
O meu amor se alonga
E alcança o teu;
Os teus passos me amam
- e calientes -
Alcançam os meus,
Os meus versos são teus.
Dirijo-me ao grande pátio
da vida para dialogar
com a América Latina,
há muito tempo tiraram
o mar da Bolívia,
nós sabemos muito bem
que para dominar um povo
se começa enfraquecendo
o seu território
a defesa e a polícia.
Gostaria de ser iludida,
a visita dos advogados
do General foi suspendida.
Em prol do mar,
da tropa e do General,
fazendo poesia reunida
no raiar dos giras(sóis) da lida.
Segue Juan há trinta
horas desaparecido,
Lorent não foi esquecido.
Em nome da fé
e daquilo que acredito,
dou meus versos à multidão,
porque não quero o meu
povo escravo e vendido.
