Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
O tempo que nunca achávamos hoje nos sobra o tempo todo.
A pandemia chegou como uma rasteira para aqueles que projetavam demais o futuro
ou para nos mostrar o quanto somos frágeis e indefesos .
Acostumados a fazer nossos planos e seguir na correria diária nos vemos obrigado a frear , a vida ou mesmo mudar nosso olhar.
Os sonhos pausados .
Os abraços negados por amor .
E quanto vale um aperto de mão?
As pessoas passaram a conviver com os moradores de suas casas e até a conhecê-los mais .
Nesse tempo de distanciamento social a reflexão se fez presente no mundo e foi gatilho para a aproximação emocional , afinal estamos todos no mesmo barco.
Pelo lado profissional, acredito que essa aproximação de pais, professora e aluno/ filho se faça hábito constante para que a solidariedade e empatia presentes ,nesse momento tão inédito , sejam internalizados em nós.
Particularmente, tive pessoas maravilhosas em minha vida com as quais aprendi a olhar os fatos pelo lado positivo e disso extrair alguma lição por minúsculo que fosse.
A Corrente do bem deixando sua marca em cada ser humano mesmo aos mais desumanos, afinal até o pior criminoso tem família .
Mascarados para todo lado despidos de suas máscaras onde os olhos nos revelam o que o sorriso não pode mostrar.
Escrevo hoje um texto sem fechamento, afinal o futuro ainda é incerto e com certeza memórias não irão me faltar , só espero Ansiosa para que a normalidade volte logo , mesmo sabendo que nunca mais
será “ tudo normal “.
PS.Vai faltar café para celebrar cada encontro marcado .
Cátia Regina Elias
o tempo passa
as estórias mudam.
mas sonhos
nunca acabam.
esse é o motivo
de estar sempre querendo adormecer.
Tempo ao Tempo.
O louco.
O louco, nada mais é do que um sujeito normal, com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos.
Novos tempos demandam dos advogados novas habilidades. É tempo do diálogo com outras ciências que sem mostram necessárias para o exercício da própria profissão.
O tempo passa, e com ele passam as vaidades da vida, as alegrias, ou sofrimentos, os amores e desamores dessa vida a cada momento. E nesse tempo, vemos que a cada momento, ou nos vivemos intensamente ou nos morreremos a cada momento.
poesia é sentimento
dolorido.
liberto por
canetas bic
em papel
amarelado
pelo tempo.
eis o poeta
transformando
dores em amores.
Quarentena: dia 431
O recado do tempo é desacelerar: se a pademia tivesse durado apenas seis meses ou um ano eu teria retornado "ao normal" como se não houvesse amanhã, tirando o atraso do isolamento, talvez.
Fique Zen, adapte ao seu "né me quitte pas" ou se deixe raptar para uma cama boa.
Mas, o que fazer com as bactérias em formato humano que ficam mais evidentes e fazem par com o vírus pandêmico espalhando dissabores? escolha não associar-se a eles, modo soneca neles até que se autodestruam, fodam-se entre si, redundatemente, os maus darão sempre no próprio peito o último tiro. Paciência!
Não é sobre cessar fogo, é sobre nunca ter dado o primeiro ou segundo tiro e apenas desviar-se dos ataques.
A solitude é o azimute da vez e é preciso ficarmos bem de corpo, mente, consciência e alma consigo até que venha a nova era pós pandemia, com novas surpresas.
Só por hoje atraversiamo, acreditando na loucura da alegria e da paz, com ou sem voz!
Do meu tempo de criança
pouca coisa me restou
Mas guardo vivo na lembrança
um tempo bom que já passou
brincadeiras na calçada
Na Minha cidadezinha
O revoar da passarada
E uma menina que tinha
A face mais iluminada
Do que o sal de Tardezinha
Eu visitava vó Luzia
Em São João do Manteninha
E lá encontrava alegria
Pois vó era madrinha
De uma meiga menininha
De uma meiga menininha
Brincávamos num riacho
Que passava ali por perto
Éramos seis, eu acho
Todos de sorriso aberto
É o dela era o mais lindo
Tenho isso por certo
Amiga de minha infância
Não esperava te encontrar
Mas ao te ver, voltei no tempo
E sem esforço pude lembrar
Cada instante, cada momento l
Pois o que o coração ama
A memória não pode apagar
Amor & Romantismo...
A humanidade geme, chora e sofre a dor de um tempo distante. Uma saudade que não cessa de gerar decepções nos corações. Neste tempo, os homens eram Cavalheiros e tratavam as Mulheres como verdadeiras Damas. Algumas Damas eram chamadas de Musas e Divas; o que denota o quanto eram amáveis e amadas.
Nesta época, o amor se traduzia na escrita romântica, no retirar o casaco feminino, no puxar gentil da cadeira para sua amada, e ofertar-lhe um buquê de flores à mesa. Estes são alguns exemplos de deferência que o Cavalheiro oferecia à Mulher que amava.
As flores ofertadas pelo Cavalheiro à sua Mulher expressavam seu profundo amor que nutria por sua Musa encantadora.
Atualmente, Homens e Mulheres se ressentem da falta do romantismo. Ambos sentem uma enorme saudade de um tempo em que tinham prazer de demonstrar seu amor em público.
Neste tempo, o romantismo reinava soberanamente. Hoje Homens e Mulheres sorvem o cálice da saudade amarga, cruel e doída das manifestações românticas. As quais ainda sobrevivem, mas somente nos poemas, poesias escritas ou gravadas em vídeos, ou áudios.
Agora o amor está entubado e respira por aparelhos na UTI dos corações lúgubres; e, não existe nenhuma garantia de vida.
Todavia, é necessário dizer: se o romantismo morrer, o amor também morre. E, se o amor morrer, alguém escreverá numa lápide:
“Aqui jaz o amor”.
Pense nisso...
O amigo Valdemar Fontoura
“O coração vale o ouro, o tempo vale minas de diamante, o sangue vale o rubi escarlate rubro mais precioso, agora o DNA de Deus, é o vale que foi atravessado, vale o que a pedra não compra, vale o valioso jardim da eternidade.”
Giovane Silva Santos
Existe três coisas nesse mundo que perco a noção do tempo admirando, o por do sol, as estrelas e VOCÊ!
O certo mesmo é você rever sua postura o tempo todo: Se está fazendo o bem, mantenha; Se está fazendo o mal, mude.
Amo-te no tempo e fora do tempo,
ancorei minhas raízes em tua alma.
Deixei levar-me neste rio de alegria.
Descobri-me vivo, lúcido e poeta.
Atravessei vales, escalei abismos,
Subi na árvore mais alta para (es)colher-te.
Realizei sonhos, derrubei muralhas.
Descobri-me vivo, forte e gigante.
Inventei cantigas, chorei e sorri.
Teu amor curou-me, libertou-me, aventurou-me.
Teu amor moveu em mim um assombro de paz.
Descobri-me vivo, inteiro e coração.
