Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
SÓ PARA VALORIZAR..
Analisando hoje com meu irmão nossa linha do tempo pelo que passamos nos trabalhos braçais da roça pelo nosso sustento,só posso dizer aos mãozinhas finas de hoje!!! estimem seus empregos e deem Graças a Deus por eles..pois se tiverem que passar pelos mesmos serviços para tirarem seus sustentos com honestidade,com essa sensibilidade toda que demonstram sem duvidas sentarão sob a sombra e chorarão feito crianças.........
Caro Amor, sei que precisa de um tempo... e é sobre esse doce tempo que preciso falar, ele pode se tornar amargo de acordo com a dose, então vamos tentar fazer isso dar certo. O tempo ele regenera, ele solidifica e amplifica a saudade, o tempo fornece o ar que nos falta, e os espaço que ansiamos, permite refletir e decidir, nos espera e surpreende... O tempo certo, nos conforta em meio ao caos, porém, o longilíneo, que perdura sem trégua e compreensão, esse, pode ser o próprio caos. São relativos os tempos que temos e precisamos, contudo, nos perdemos no tempo que achamos serem necessários, e os 'achismos' são os que nos fere, os que nos cega e torna tudo mais difícil, vem acompanhado pelo medo, e esse, nos espanta e afasta, e tudo dentro do tempo que machuca e distancia. Pois bem, amor leve o tempo que precisar, mas em sua certa medida, sem medos ou incertezas, apenas o tempo de seu coração, mas, se é mesmo amor, não se distancie muito, não se perca em mar aberto, pois o tempo é sagaz e parece infinito, e este barco perdido em mar de incertezas, pode nunca mais encontrar sua casa... mesmo que não seja infinito, o finito é longo demais para suportar, fere, ainda mais a quem já passou o tempo que se viu necessário e agora só anseia por você... Tenha o tempo que precisar, mas não se perca, o tempo na hora certa, te trará de volta, apenas venha, sem medos e sem desculpas... E passaremos nosso finito em amor infinito, que o tempo jamais poderá mudar!
Mente quem diz que é feliz
todo o tempo!
Todos nós temos nossos momentos
de angústia
de lágrimas
de solidão
de desertos
de dores
de desespero ...
Mas daí é que entra
a nossa força !
É quando silenciosamente
precisamos
buscarmos o caminho de volta .
Desenharmos um adeus a tudo
que nos faz perder o prumo ....
O rumo a um novo
re(começo) .
É preciso sobretudo mergulhar lá no fundo
Ao submerso mesmo
até trazermos a tona o que nos goteje
a um novo amanhecer com
encantamento .
As coisas mais simples, os gestos mais verdadeiros e os momentos mais ternos, nunca, jamais o tempo pode levar.
MUDANÇA DE TEMPO
O tempo, mudou
... Levou o vento,
arrastou, chuva acampamento
e o sorriso do amor.
Deixou estio
pregou a seca
e acendeu a cerca
com seu pavio.
E todos os peixes
com sede de rio
ficou sem navio
e os seus queixes.
Antonio Montes
Corra desesperadamente em busca dos seus objetivos, porque o tempo passa muito depressa e o que devemos deixar é um bom legado.
Aprendi com o tempo, que esconder os sentimentos e guardar a dor somente para si, nunca se conseguirá ser feliz.
Prometo te querer
até o amor cair doente, doente.
Prefiro, então, partir
a tempo de poder
a gente se desvencilhar da gente.
Depois de te perder, te encontro
com certeza.
Talvez, num tempo da delicadeza,
Onde não diremos nada, nada aconteceu;
apenas seguirei, como encantado,
ao lado teu.
Tempo e vitalidade são os bens mais importantes que possuímos pois somente com eles podemos construir um novo amanhã
Ser voluntário é ser solidário
Em tempo de crise, é quando mais precisamos uns dos outros, para ultrapassarmos as dificuldades que enfrentamos.
Neste ano do Voluntariado, escrevi este poema, que é uma homenagem a todos aqueles, que generosamente, oferecem de si, o seu tempo e a sua atenção a ajudar os que mais precisam. Bem hajam.
O voluntário dá-se aos outros
E em troca, só espera gratidão
A dádiva vale sempre a pena
Porque é dada pelo coração
Ser voluntário é dar de nós
Bons exemplos e boa vontade
Para minorar os males alheios
E repartir com eles, felicidade
Os voluntários são mensageiros
De justiça e bem-aventurança
Eles semeiam por todo o mundo
As sementes boas da esperança
A solidão não dá felicidade
Só há felicidade partilhada
Não se pode ignorar o outro
Sozinhos, não somos nada
Não é rico, quem têm muito
Rico não é quem tem mais
A riqueza sem solidariedade
É pobre de valores espirituais
Não são santos milagreiros
Mas fazem milagres de verdade
Acreditam num mundo melhor
Pela partilha da solidariedade
O egoísmo não é virtude
De que nos possamos orgulhar
É a pobreza dos que têm muito
Mas tem tão pouco, para dar
Tudo aquilo que se desperdiça
Tudo o que não faz falta a você
Faz falta, aquele que nada tem
Não desperdice o que tem, dê
O voluntário é amigo do amigo
Ele é um amigo desinteressado
Que acredita num mundo melhor
Num mundo, por todos partilhado
Sob finas mortalhas
Desçam sobre ela as cortinas do tempo
Desfaçam de uma vez este amaranhado
Tudo já não é senão uma ironia do vento
Um lapso. Só isso. Funesto e mal contado!
Rasguem ,pois as folhas deste velho livro!
Queimem o papel... Varram suas palavras.
Que não reste nada. Nem um pobre crivo.
Deixem a poesia e o resto às bestas larvas.
Pois do que foi feito da mulher amante?
Que cantava o amor com os lábios carmins?
Feneceu. Só. Como morrem os instantes...
Nunca lhe escrevam poemas. Versos,rimas.
Não plantem para ela, flores nos jardins...
Desçam pois, já, as mortalhas. Negras e finas!
MALDITO TEMPO
Chega o tempo em que os ponteiros nos bastam!
A rotina nos amofina numa rede de mesmices
É um abrir os olhos sem despertar
A ausência do novo estagna
Não há promessas de beijos
Nem preâmbulos de orgasmos
Tudo é nada senão repouso...
Repouso forçado de um corpo ainda vivo
Vivo?___ Quem disse?!
( belíssima ironia, se me permitem)...
Sucumbindo ante a morte prematura
O mar não é mais tão azul
O céu cinza derrama cortina de fumaça sobre a cabeça
Estrelas? Quais estrelas?
Afogaram-se numa abóboda sem luar!
___ O que fazer das horas meu Deus!
E Deus, dos confins sabe-se de onde
nada responde!
Confinamento dos sonhos
Quimeras de histórias cruas
Sem lendas
Sem magia
Sem beleza...
Até a poesia tomou ares de vazia
O que antes era utopia
agora jaz numa lápide mal caiada
...Esquecida de flores
Sem memoriais...
Sem Epitáfios
Sem saudades
Sepulcros cujas carnes ainda deambulam
Alheias aos versos
Isentas de vida
Desgraçados
(Tão arrependidos de terem sido gerados)!!
.... Malditos momentos esses!
Oxalá que o vento os varressem!
Apagasse já a memória
de tais zumbis.
Que esmorecem ao tempo.
E onde foram os dias repletos de paixão a amor?
Meu Deus...
Onde foram?
Não.
Um milhão de vezes não!
Assassinem o ser antes deste tempo.
Porque já é tarde
E não há porque adormecer
Muito menos despertar!
Quero que o tempo pare, tudo ao meu redor congele e que determinemos nosso tempo, pois por um minuto em teus braços parece que o tempo simplesmente parou, mas não muito conveniente a ele, o relógio me avisa que enquanto eu achava ter conseguido parar o tempo na verdade ele estava impiedoso voando como nunca, uma dança, um minuto, um sorriso, um olhar, o tempo que voa e eu acordo no outro dia voltando a rotina como se tudo não passasse de sonho, por pouco pensei ser real mas tudo que é bom dura pouco até os sonhos...
Há muito tempo deixei de acreditar em conto de fadas. Logo, parei de esperar um príncipe encantado montado num cavalo branco. Não sei por que ainda me surpreendo quando ao invés de um garboso príncipe, o Universo me envia só o cavalo.
