Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Envelhecer
Antes,
Fazia o que queria.
Ia aonde queria.
Preocupava-se somente comigo.
Hoje,
Não faço tudo que quero.
Não vou pra onde quero.
Além disso,
Virei motivo de preocupação para outras pessoas.
Ela dizia que o som do silencio era agradável, fazia flutuar e era como o encontro do mar com a areia.
A procura
Já procurou por algo incessavelmente e sentiu que todo o esforço que fazia de alguma forma era insignificante, porque não encontraria?
Agora, imagine que essa sua busca não é por algo tangivel, mensuravel e até mesmo físico. Algo, que vai além de nossa compreensão.
Estava preso no desejo simplório de sorrir e fazer sorrir, a vida só fazia mangar dele. Num descuido saltou a cerca pro lado de dentro e se fez livre.
Já fui tão triste ao ponto de sentir meu interior completamente destruído,nenhuma palavra fazia sentido,nada mais se encaixava,mas tudo mudou a partir do dia que eu percebi que as coisas que giram em torno de nós,é tudo em função do que construímos,fui mudando aos poucos,me moldando devagar,um dia de cada vez,tinha dia para cada sentimento,primeiro a humildade,depois meu ego,minha capacidade,coragem...Por fim lucrei um lindo sorriso,que mostrava ao mundo meu imenso desejo de viver,e meu enorme amor próprio!
Era uma vez uma mulher que fazia seus atos todos sem pensar, ou seja, agia por pura intuição, até que um dia este seu método empírico não deu o resultado almejado e ela se perguntou o que fazer para tudo voltar a dar certo, bastaria pensar antes de agir, não agir antes de pensar, pois depois ela teria que pensar para corrigir os danos causados pelos atos impensados.
Antigamente um bobo fazia bobeira e todo mundo ignorava e o mundo continuava e girava...
Agora o bobo faz uma bobeira, compartilha de primeira, outros bobos se identificam e
copiam a asneira, ai depois que vira febre todos os outros que não eram bobos, tornam-se um bando de bobões copiando a bobisse do bobão.
Ode
Noites de desespero.
Outrora fazia-me coita ter
Jamais o subordinarei novamente, espero,
Obscuridade do meu ser
Deveres teres subterfugires algo,
Exímio fidalgo.
Vossa excelência,
Ode eras tuas palavras a mim,
Carnificina de minha complacência,
Escuridão de meu jardim.
Dizem que quando não se conhece,
Estremece teu valor.
Porem a mim foi diferente,
Olho agora para o conhecido
Depreciado, não mais inerente,
E agora apodrecido.
Naquela tarde ela se sentara no banco da pracinha, fazia frio, era um lindo e agradável dia de novembro, o céu estava escuro, nenhum raio de sol era visto.
Naquela tarde, sob aquele céu deslumbrante, de magníficas nuvens cinzas, sua alma tempestuosa sentiu-se livre, nada mais lhe impediria.
Naquela tarde ela secou as lágrimas que há muito insistiam em cair e se confundiam chuva, e desde então nunca mais chorou por amor.
Jesus só chamou atenção e incomodou porque fazia diferente dos demais e por isso foi crucificado. Os seus seguidores, na época, nem eram a maioria, exatamente como nunca é a maioria quem aceita os que pensam diferente, e em tempo algum da humanidade houve esta adesão total, porque provocar outra visão de vida e outra ótica sobre as coisas que nos cercam sempre foi uma afronta à mesmice.
Os diferentes não querem ser Jesus, não é agradável ser crucificado, mas os iguais se acostumaram a refletir somente quando no contexto da reflexão Jesus está inserido, por esta razão enquanto esperam a sua volta para salvá-los fazem de conta que seguem os seus ensinamentos e vão amando uns aos outros com todo fervor.
Sorriso saudável sorriu sem saber
que fazia bem ao meu viver
vivente
Que presente
Princesa sorriu na minha realeza...
Se morasse perto da minha riqueza
Seria minha bela proeza .
Ele estava tão próximo de mim, muito concentrado no que fazia. Se pudesse me inclinar um pouco para a frente, afundaria o nariz em seu cabelo. Cheirava a limpo, fresco, divino...
Ela amava
Tão serenamente que o seu silêncio
Fazia poesias de AMOR
Dentro da su'alma apaixonada pela VIDA
Na qual ela adorava sentir nas pétalas da flores
Do seu precioso JARDIM.
Perfume...
E o perfume
que durante a noite
entrava pela janela
e fazia sonhar,
era de rosas...
by/erotildes vittoria
Tão ruim quando a pessoa já fazia parte da sua vida, daí tu que tem se acostumar a fazer tudo sem ela, pior coisa.
Era uma menina que brincava no fundo do quintal. Fazia comidinhas e era professora na escolinha imaginária. Fora noiva caipira nas festas do colégio. Não se recorda muito bem de quando percebeu suas asas, apenas que havia dentro de si uma força para não acomodar-se. Em outras palavras poderíamos denominar esse impulso de sonho. Ainda sem ter meios para buscar, ela esperava o tempo e a hora. Dentro do seu coração a gentileza era sua expertise, vinha dos pais a educação de nunca passar por cima de ninguém, não agir com maldade, respeitar o próximo e ser íntegra. Sim, caráter! Suas notas iniciais foram junto a um violão, presente do pai, com o intuito que seguisse a arte da sua alma. Com poucos recursos começou a escrever diários nunca lidos a não ser por si mesma. E nas entrelinhas daquelas linhas o tempo passou, a voz entoou, as palavras criaram asas. Hoje agradece na simplicidade, por ser um pontinho eterno na humanidade.
A música e as palavras fizeram sentido...
(...)
Minha gratidão à todas as pessoas que cruzaram a minha vida, que permanecem, que a deixam mais feliz e bonita.
Àqueles que me ensinaram pelo amor e pela dor...
Agradeço a Deus! Agradeço a vida!
Agradeço!
