Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Eu clamo para que os cristãos busquem não só a multiplicação de bens e valores, mas principalmente a divisão de sentimentos.
Eu nunca deixei de usar um look por insegurança ou medo, por não está adequadamente com o corpo perfeito!
"Se eu tivesse a visão de uma águia, eu teria a visão de uma águia, como eu não tenho, sigo aprendendo, não invejando a nobre visão dela"
"Eu que não amo você" dos Engenheiros do Hawaii começou a tocar e eu de repente me vi teletransportada para outra época, outro ano, outra cidade. Eu me vi no primeiro ano da faculdade afogando as mágoas de cada uma das minhas dores do amor em cada milímetro de álcool que existia no bar da faculdade enquanto a música invadia o ambiente. Havia risadas, amigos, a juventude, a noite e meu coração sangrando sobre o chão do bar. Minha mesa estava cercada de amigos e risadas. E agora também estava. Era outro ano, outra cidade, outros amigos, a mesma músicas mas eu estava diferente. Meu coração não doía há alguns anos, agora eu ria e flertava por esporte e eu amava a vida, a noite, a música e a liberdade e queria devorar a liberdade como se eu fosse um animal preso em cativeiro por toda uma vida.
Eu iria até o meu limite para ouvir suas falas novamente, aquelas que eu não valorizei e perdi por isso.
PONTEIO À MADRUGADA
Eu não sou de improvisar,
Mas se verso é na bitola
Saltitante, cabriola
Com um quê de emocionar.
Já fui carcará a ciscar
Na terra fértil sulcada...
Se ponteio à madrugada
Meu arpejar denuncia
Que respiro poesia
Junto com a passarada!
Sou difícil de juntar
Se me espalho... É minha sina
Ser um galo de campina
De galho em galho a trinar
Ou calango a rastejar
Em lajedos da Caatinga,
Meu camuflar de coringa
Me esconde e ninguém acha
No barro do chão que racha
Se não chove e nada vinga.
Sou o aboio do vaqueiro
No semiárido cinzento,
Ligeiro quão pensamento
A peitar o marmeleiro,
Flor e fruto de cardeiro
A desafiar mormaço,
Eu sou água de cabaço
Na sombra da umburana,
Sou tapera, sou choupana
Esquecida qual retraço.
No meu tempo de menino
Eu fui rico fazendeiro,
Plantação de umbuzeiro
Tratei com zelo e refino.
Fui calça boca de sino
Em caminho de carrapicho,
Não tive medo de bicho,
Sempre fui desassombrado
E estradeiro acelerado
Destacado por capricho.
Eu sou desse mundo agreste
Onde fui peão no eito...
Chão que tem o meu respeito
No coração do Nordeste.
Caboclo é Cabra da Peste
No Sertão Paraibano,
Tem miolo, tem tutano,
Tem um que de sábio ser
Que o tempo sabe ler
Em cada estação do ano.
Convidei um rouxinol
Para uma parceria
Quando entrei na moradia
Tão deserta quão paiol.
Na viola um tom bemol,
Começamos a cantar...
Mas terminei por chorar
De tanta melancolia,
Tudo se fez poesia
Ao voltar ao meu lugar.
"– Por que não gostam de você?
– Porque acham que eu nasci para sofrer.
– Tem felicidade em seu coração?
– Não. Porque o amor que eu quero não me dão."
"Eu estive procurando uma inspiração, para um texto elegante e glamuroso, mas eu não encontrei nenhuma obra, nenhuma arte, música, paisagem... que tomaria minha atenção.
As obras de Leonardo da Vinci são belas, mas não como você. Eu desejo sentir as pinturas de Da Vinci.
As artes de Vincent Van Gogh são coloridas, e demonstram a cor da felicidade, mas não como teus olhos... que me mostram a cor da minha felicidade.
As músicas de Beethoven possuem notas e melodias fascinantes, mas não como a sua voz, doce e alegre, que me faz querer ouvi- la sem a menor das paisas.
As paisagens espalhadas pelo mundo demonstram a beleza da natureza, com grandiosas montanhas e cataratas, mas nenhuma delas se compara com a sua beleza natural. Sim, essa beleza que me fez apaixonar por ti. Como você a tomou. Desejo passar o resto da minha vida ao seu lado, pôr minha cabeça no teu colo e conversar sobre a vida alheia, sobre a vida que teríamos juntos. Você não é como uma rosa que possui espinhos, você não é qualquer flor que murcha em questão de dias, você é uma flor única.
Você é meu Girassol que me guia até a luz do meu dia."
Eu é que não caio no conto do vigário
Eu tenho fé em Deus pra resolver qualquer parada (...)
Tamo aí na atividade! (...)
Basta que venha do coração!
Basta que venha da mente
O fato é que a gente
Tem que se preservar
Viver intensamente
Com a cabeça no lugar (...)
Eu sobrevivo a todo lixo
Todo ódio, com amor
Eu sou o valor
Das coisas simples (...)
Eles são gente
Mas não são gente
Como a gente
Meu estilo de vida
Liberta minha mente
Completamente louco
Mas um louco consciente (...)
Não, eu não me sinto mal
Eu quero mais é que eles queimem
Na fogueira das vaidades (...)
Sinto que não faço muita diferença na vida das pessoas, se eu estiver: ok, mas se eu não estiver: tanto faz. Talvez eu só devesse aceitar que vou morrer sozinho, sem amigos, sem um amor... Por que é cansativo esperar que alguém queira ficar. Eu realmente não tenho ninguém...
A vida quis me dá uma surra e me derrubou, eu levantei e fui pra cima dela eu emmmm!! Você não e minha mãe
