Fazendo a coisa Certa
Vencendo o impossível
Certa vez me peguei pensando
Tudo parece errado, fora do comum
Tudo parece velho
As coisas não são mais como antigamente
O que parecia certo, estava errado,
O meu castelo inabalável
Desmanchou-se em vários pedaços
Dano irreparável
Sinto-me tão frágil
Mas estou em uma longa corrida
Com obstáculos mortais
Vejo-me em um dilema
Aceitar minha fragilidade,
Render-me ao meu medo
Ou, acreditar que sou capaz.
Que o meu Deus é maior
Do que qualquer dilema ou dificuldade
Encarar a corrida da vida
É mais difícil do que pensamos
Ou se vence, ou se perde
Ou se vive, ou se morre
A primeira melhor do que a segunda
A segunda mais fácil do que a primeira
É preciso encarar as mudanças
Desde as mais simples, às mais complexas
É um processo difícil e doloroso
O medo das mudanças, das transformações
Nos deixa imóveis,
A parte mais difícil,
É vencer a nós mesmos,
Passada essa etapa,
Começamos a colecionar pequenas vitórias
Vitórias, às vezes insignificantes, mas importantes
Que nos leva a crer
Que sempre somos capazes de vencer
Não importa se a batalha é longa
O importante,
É que a vitória é certa.
hoje me dei conta de uma certa coisa
preciso estar ébria
preciso alucinar
pra desfrutar em mim
desnudar
despir
preciso aloucar
enlouquecer
pra me mostrar o que posso
como
e quando
até que ponto
eu em mim
na sobriedade da vida
não me conheço
somente depois que deixo a noite me levar
que me reconheço
que extrapolo
extravaso
me exponho
apresento
Nem sempre a escolha que fazemos é a certa.
Mas, talvez a que mais se adequamos naquele momento de nossa vida.
Não sei se estou certa em fazer isso, mas vou ser impulsiva uma vez na vida, aproveitar o efeito da bebida, e me deixar levar pela vontade.
Enquanto meus dedos dedilham pelas cordas do violão, sinto a vergonha corar meu rosto, ainda bem que tomei aquela tequila com gosto, senão, acho que não suportaria todos os olhos voltados pra mim.
Não que eu seja tímida, você sabe que eu sou até meio extrovertida, é só que, quando eu era criança, e via o quanto minha mãe sofria por causa do amor, eu jurei a mim mesma e para os céus, que nunca cantaria sobre o amor, não sobre esse sentimento que parece ser tão bom, e sem as pessoas perceberem, despedaça seus corações. Não, eu sempre tive averssão ao amor, ele não devia existir, era algo banal, que as pessoas inventaram apenas para acreditar que o mundo tinha algo de bom.
Só que você apareceu na minha vida, uma existencia errante, um cafajeste romantico. Nunca foi o mais lindo, nem o mais inteligente, apenas o que tinha as melhores palavras, nos momentos mais oportunos. Eu te repeli, te empurrei, esnobei, e ainda continuaste aqui, por que?
Hoje eu vou cantar sobre o amor por isso, porque você é a única excessão. Você e seu jeito tão estranho, despertou algo em mim que eu sempre tive averssão!
Agora que sinto a expectativa crescer nas pessoas que observam eu terminar de afinar meu violão, também me dei conta, que talvez o amor nunca tenha me abandonado, bem no fundo da minha alma, ele sempre esteve lá, com medo, tendo esperança de que um dia eu te achasse? Peculiar… Talvez seja só o destino. O mais engraçado, é que eu fiz de tudo pra obliterá-lo, eu ergui minha cabeça, olhei pra frente, e me agarrei a solidão, não, eu nunca quis esse sentimento horrível que poderia me destruir da noite pro dia, sempre vi pessoas a minha volta venerarem o amor, sempre o achei o sentimento mais pifio que poderia existir. Eu tinha que achar um caminho em que o amor não fosse o centro das atenções, e eu encontrei, me distanciei dele, só que você apareceu, porque você sempre é a única excessão.
Sabe, eu deveria te odiar por isso, te odiar por ter destruido todos meus principios, meus gostos, meu jeito de viver, mas eu não consigo. Porque acho que te amo. E por isso estou te cantando uma música, talvez seja efeito da bebida, mas algo aqui dentro me diz que é o tão idolatrado amor.
Queria muito acreditar, que vai ser diferente, do amor que eu já vi acabar com as pessoas, mas eu sei que não vai ser, você vai me decepcionar, eu vou me fechar, machucada, chorar vários dias, e depois pensar ‘o amor é odiável’, é eu sei, sou uma garota deveras pessimista.
Você me jura que é excessão, como se soubesse o que estou pensando, talvez, só talvez, numa remota possibilidade, começo a acreditar, que o amor pode ser algo bom, que o amor pode trazer felicidade, e que você vai ver, é o meu “felizes para sempre”.
Não importa o que aconteça sempre devemos fazer a coisa certa, as vezes agente perde outra agente ganha.
A permanencia de tal erro se tornou de certa forma vulgar, pelo qual meu descontentamento se firmou e não quer mais ir.
De tanto ser a pessoa certa acabei a errada
De tanto ser certo acabei sendo o errado
De tanto fazer o bem descobri o mal
O bem por mais belo que seje,
Por muitas vezes não é o certo.
De tanto querer estar junto acabei longe
De tanto amar acabei odiado
Por querer de mais acabei sem nada
Por viver em dedicação dos outros acabei sem saber quem sou
Descobri que não existe a pessoa certa
A pessoa certa faz tudo certo
Aprendi que nem sempre o que se precisa são coisas certas
Então descobri a hora de ser a pessoa errada
Fazer chorar, e enxugar as lágrimas
Fazer perder noites de sono, mas dar noites inesquecíveis
Me sentir odiado, e de tão odiado
Saber que sou amado
Tenho tantas coisas dentro de mim que sei, estou certa, se eu não as escrever explodirei!
Quando escrevo não espero que gostem do que escrevo, eu apenas escrevo para não ser triste!
Escrever me coloca em outro mundo, onde posso me observar e ser, sem estar fazendo parte de minha historia, mas sim compondo-a.
Só restam saudades
Certa vez te enviei um texto que dizia:
Quero ser teu amigo nem de mais nem de menos...
Hoje gostaria que tudo fosse como naqueles dias.
O tempo passou, e hoje não sei se somos grandes amigos ou pequenos.
Não sei onde errei pra tudo ficar como está.
Será que fui amigo de menos? Como saberei!
Ou fui amigo de mais ao ponto de te sufocar?
Com esta duvida, receio que ficarei.
Tuas palavras me davam prazer
Hoje, quando estamos pertos
Ainda assim me sinto tão longe de você.
A amizade, pelo tempo ficou encoberto.
Lembro daquelas noites belas
Onde conversávamos nas tranqüilas noites de lua,
Hoje só resta saudade das noites belas
E sinto falta da amizade tua.
Já não sei mais o que escrever
Todos os momentos foram de felicidade
Sinto uma imensa falta de você
E uma grande saudade da nossa amizade.
A lembrança me vem ao pensamento
Lembranças de uma bela amizade.
E o que restou daqueles momentos
Daquelas belas noites de felicidades?
“Só restam saudades”
Por conveniência
Hora certa, data marcada
Frases convincentes
Talvez possa conseguir recolocar tudo no lugar
Só não sei se posso esperar por fundamentos que possam ser quebrados
Foi permitido colocar tantos cartazes nas ruas com seu rosto estampado, divulgando os números de mais um candidato
É por conveniência que me diz tanta coisa
Eu não omito os fatos, só não te digo o que eu não sei
Foi por esse caminho que fiz minhas escolhas
Meu álibe brilhoso, não sei nem de onde tirei
Não quero mudar, apenas progredir
Ainda bem que eu não comprei aquele falso manual de como ser feliz
Sem romper a sua inatividade expressiva
Tirei minhas conclusões, que parecen ser mais confortáveis
Mas que continuam atropleando as minhas invenções, me obrigando a levantar e pensar que ainda ontem, eu era um mostruário para as suas comparações
Não sei de quanto tempo preciso pra lembrar que no mundo em que eu escolhi viver, as mais simples decisões trazem grandes mudanças
Não queria essa sensação de que é preciso estar longe, pra que eu possa me sentir a vontade, pra que eu possa me sentar e encostar no sofá de uma casa branca, com janelas e móveis de verdade
Sem você me ligar
Fazendo com que eu olhe no relógio
E veja que já é tarde
Talvez, não precise ser do modo mais difícil
Quero ter também um jeito inadequado de ver a questão
Quando eu me portar melhor
Vou estar mais seletiva...e quem sabe, não mais importará ...
Certa vez, um filósofo disse:
Tudo aquilo que não me mata, me fortalece!
Então eu pergunto:
Sentar em um formigueiro o deixa mais forte?
Um indiano que pescava na praia do Clube Nautico na Beira, possuia uma carteira de fregueses. Certa manhã um dos fregueses dirigiu-se a casa do pescador para comprar peixe. Chegado a casa pergunta a esposa.
Fregues: Miss! Tem peixe?
Miss: Pece não tem. Camarão matou patrão.
Fregues: Camarão matou patrão.
Miss: Sim. Camarão matou patrão.
Fregues: Quando é o enterro?
Miss: Enterro (o Kg interio) nosso não vender. Nosso vender metade metade para tudo gente cegar.
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