Fazenda

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A LENDA DO TOURO DIAMANTE
Na fazenda esperança havia algo interessante, entre as cercas de um pasto, um boi mestiço com olhar brilhante, por esta razão, deram a ele um nome empolgante, sim, diamante...

Um touro forte e importante, mas que continha um problema gritante, algo que não passava despercebido, pois, quem o olhava à distância, percebia o seu defeito, algo diferente, que impulsionava um sentimento de dó, vendo que aquele touro imponente, que assustava toda gente, possuía um chifre só.

Diamante era um touro muito bonito, com autoridade e força, porém havia algo esquisito, mesmo através de sua passada, que levantava uma nuvem de pó, quem o via, logo percebia, diamante possuía um chifre só.

Ele era o rei do pasto, o dono do curral, bravo e imponente, o destaque daquele gado leiteiro, Diamante, porém, guardava um segredo no olhar, pois mesmo sendo valente, rei de tudo naquele lugar, sentia no fundo do peito um desejo a lhe chamar: não era só ser temido, queria mesmo era voar.
Dizem que certa manhã, quando o sol mal despertou, viram o touro de um chifre só erguer a cabeça e num berro, ecoou.

O vento correu pelo campo, a terra inteira vibrou, e o gado em silêncio, assistia à lenda que ali se formou. A cerca, Diamante saltou, e quem esta cena presenciou, jura com verdade e fervor, que o touro de um chifre só, com coragem e esplendor, foi além da fazenda esperança, virou mito, virou valor.
E até hoje, quando o vento levanta o pó do terreiro,
dizem que é ele passando, forte, livre e verdadeiro, Diamante, a lenda do touro, rei do pasto e do mundo inteiro.

(Jean Carlos de Andrade)

Observo, atento, a movimentação dos leitõezinhos no pátio da fazenda: despreocupados, espontâneos e inocentes. Lembram-me as crianças que saem para brincar, em busca de alegria e diversão, contando sempre com a segurança e o carinho da mãe protetora.

Com uns dez anos de idade eu morei em uma fazenda, em Mato Grosso do Sul, com minha irmã e meu cunhado.
Era uma fazenda enorme de criação de gado. Uma bela de uma sede,mas sem energia elétrica.
Meu cunhado vivia aprontando comigo. Como ele sabia que eu tinha medo de fantasmas, cada noite era uma coisa nova.
Na fazenda havia um cemitério bem antigo. Da época da guerra do Paraguai, dizia ele. Sempre que passávamos por perto ele inventava uma história nova para me assustar.
Como eu, mesmo com todas as histórias de terror, preferia ficar perto dele que da minha irmã. Onde ele estava, eu estava por perto. Uma noite ele resolveu caçar, logo próximo do velho cemitério, mas antes ele contou a seguinte história: Naquele cemitério morava um tatu gigante q comeu todos os defuntos que foram enterrados ali e com isso ele acostumou a comer carne humana. Deu moleza, o tatuzão ia lá e traçava. Mas, como eu disse; entre ficar com minha a irmã na sede da fazenda e ir caçar, optei por ir com ele.
No caminho, passamos por perto do cemitério. Dava para ver os túmulos. Dali e até chegar no local que íamos ficar esperando a caça, eu rezei tudo quanto era reza que eu sabia e inventei mais algumas. Proteção total.
Chegamos no local, era uma árvore, onde ele montou uma especie de plataforma, chamada de girau. Nos acomodamos e ficamos ali, esperando o bicho.
No passar das horas, me encostei num galho e acabei dormindo. E aí, aconteceu. Comecei a ouvir um voz estranha me chamando. Como eu estava meio dormindo a voz parecia vir de muito longe Era uma voz chorosa vindo do lado do cemitério. Assustado e meio confuso procurei pelo meu cunhado, mas nada, ele não estava mais do meu lado. Em seguida a voz gritou meu nome novamente misturada com uns grunhidos como se fosse um bicho., o tatu comedor de gente. Como eu desci da árvore não sei, mas em fração de segundos eu estava dentro do jeep, que havia ficado bem longe por causa do cheiro de gasolina q podia espantar a caça. Eu até acho que naquela noite eu voei, dado a minha rapidez.
Se já não bastasse todo o susto que passei . de repente o grito novamente, agora do meu lado, no escuro e lá estava ele: meu cunhado.
De volta para a sede eu tive que abrir as porteiras de arame que havia, e em todas ele me deixava pra trás e ficava gritando que o tatu estava vindo, me procurando.( I

O avião sobrevoava a fazenda a alguns dias fazendo os marcos das divisas, espanhol agrimessor também era o piloto daquele pequeno monomotor Piper fazia o mapeamento e levantamento fotográfico de toda aquela área que ainda era nativa e precisava ser derrubada para o plantio de café.
Foi ao sul próximo a um grande rio que espanhol pensou ter visto umas casinhas construidas com materiais naturais, eram poucas, talvez umas sete casinhas feitas uma de frente com a outra de forma que lembrava uma ferradura. Espanhol ficou intrigado e voltou a sobrevoar as margens do rio mandu para conferir se eram habitadas aquelas casinhas e tirou várias fotos do local. Passaram alguns dias até que as fotos fossem reveladas e ele não descobriu apenas que era uma região habitada, mas viu nas margens do rio um grupo de crianças que pareciam estarem tendo uma aula de artezanato, pois a professora estava com as mãos cheias de barro e ainda assim era a figura mais intrigante e atraente que espanhol ja havia visto em uma fotografia suas formas reveladas pareciam que dançavam na beira daquele rio e giravam ao vento seus longos e lisos cabelos pretos, e ainda que fosse pouca a imagem que ele via ele se apaixonou pela expressão do seu rosto alegre que sorria. E tudo isso o deixou curioso, senão fascinado. Por aquela desconhecida que o seu pequeno avião havia fotografado.

O Sapo-Boi da Geladeira

A fazenda era cinematográfica. Enorme. Tinha cerca de 15 mil alqueires, grande parte deles preservados. O proprietário era o senhor José Cândido Teixeira, cunhado do meu cunhado e primeiro prefeito de Santa Mariana. Ele não morava na fazenda, mas estava sempre por lá.

A casa-sede era dividida em três corpos. Em um deles ficavam a cozinha e a despensa. Em outro, totalmente aberto e bem ventilado, havia um salão enorme com uma grande mesa onde fazíamos as refeições. Era também o lugar de jogar conversa fora, contar causos e passar o tempo.

Na terceira parte ficavam os dormitórios: duas suítes e mais dois quartos.

Nesse salão, apesar de não haver energia elétrica na fazenda, existia uma geladeira movida a querosene. Como funcionava, eu não sei explicar. Só sei que funcionava muito bem.

Debaixo dela morava um tremendo de um Sapo-Boi — assim mesmo, com letras maiúsculas, em homenagem ao tamanho do bicho.

Ele só saía durante a noite. Imagino que fosse procurar comida e cuidar dos seus afazeres de sapo. Mantínhamos uma relação baseada em respeito mútuo e distância regulamentar.

Numa tarde de calor escaldante, eu estava sem camisa, parado no salão, olhando distraidamente para o lado de fora da casa. De repente, senti algo gelado e úmido grudando nas minhas costas.

No mesmo instante ouvi a voz do meu cunhado:

— Adivinha quem está nas suas costas?

Meu Deus... o Sapo!

Disparei numa correria desesperada. Corri tanto que levei o infeliz grudado em mim por um bom pedaço do caminho.

Passados alguns dias, lá estava ele novamente, vivendo sua rotina normal, acomodado sob a geladeira, em sua confortável casa refrigerada.

Quanto a mim, nunca mais fiquei parado perto daquele lugar sem antes conferir quem estava atrás de mim.

A Onça Parda Campeira

Na fazenda, acho que o único que trabalhava era eu. A propriedade pertencia ao cunhado do meu cunhado, e fiquei com a incumbência de cuidar dos porcos. Coisa simples: dar comida, tratar os que tinham alguma ferida, passar remédio nos recém-castrados, separar os leitões maiores dos menores, ajudar as porcas a parirem e mais uma infinidade de tarefas. Nessas lidas ia a manhã inteira.

O local onde ficavam os porcos distava uns três quilômetros da sede da fazenda. Logo no segundo dia, fui presenteado com uma égua enorme, branca e muito arisca. Mas, como diz o ditado, cavalo dado não se olha os dentes. Agradeci o presente e comecei a colecionar os tombos que ela me proporcionava.

Com o passar do tempo, ficamos parceiros.

Todas as manhãs eu ia até o pasto onde ela ficava, passava uma corda em seu pescoço e procurava algum lugar mais alto para conseguir montá-la. Voltávamos então para onde ficavam os arreios. Primeiro eu a escovava enquanto ela mastigava algumas espigas de milho. Escovar o animal e alimentá-lo faz parte do relacionamento entre cavalo e cavaleiro. Depois eu a arreava, montava usando os estribos e seguíamos viagem.

Eu tinha também outro amigo de quatro patas: um cachorro chamado Dourado, meu companheiro inseparável de aventuras.

No caminho até os chiqueiros havia alguns moradores antigos da fazenda que já nos conheciam. Tinha um tamanduá-bandeira já velhinho, mas que ainda insistia em nos ameaçar. Ficava em pé e abria as garras numa pose de combate impressionante. O Dourado adorava provocá-lo.

Mais adiante vinham as emas com seus filhotes. Já estavam acostumadas com nossa passagem diária, mas nunca deixavam de defender suas crias.

Nossos dias eram cheios de aventuras. Vez ou outra o Dourado encontrava algum outro bicho e lá ia ele infernizar o coitado, principalmente se fosse um tatu, sua maior diversão. Não queria machucá-lo; só brincar. Ficava fuçando o buraco até o tatu desaparecer lá no fundo.

Certa manhã, por volta das oito horas, quando chegamos ao criadouro dos porcos, avistei um animal amarelado próximo aos chiqueiros.

Na noite anterior, durante o jantar iluminado por lampiões e embalado por muita conversa — a maior parte delas mentira — o irmão do meu cunhado comentou que tinha ouvido falar de uma onça-parda que andava pelos lados da taboca, lugar onde ficavam os porcos. Segundo ele, a danada estava de olho em algum leitão.

Pronto.

Na minha cabeça, aquele bicho amarelado só podia ser a famosa onça comedora de porcos.

Virei a égua na mesma hora e fizemos o caminho de volta em metade do tempo habitual.

Cheguei à sede esbaforido:

— A onça está lá no chiqueiro!

Contei que era amarela, enorme e do tamanho de um bezerro.

A reação foi imediata. Pegaram o jeep, colocaram os cachorros caçadores — conhecidos como americanos — na carroceria, apanharam a espingarda cartucheira e partiram para a caçada. O Dourado foi junto, afinal era testemunha ocular do ocorrido.

No dia anterior, uma porca que estava parindo havia me mordido e arrancado um bom pedaço do cano da minha bota. Por isso, naquela manhã eu estava usando chinelos. Achei até melhor, porque não precisaria me aproximar muito da fera.

Ao chegarmos à taboca, meu cunhado e os cachorros, exceto o Dourado, entraram no meio dos bambuzais.

E então começou o espetáculo.

Latidos.

Gritos.

Correria.

Um tiro.

Depois... silêncio.

Alguns instantes mais tarde veio o chamado:

— Pode vir! A onça está morta!

Considerando que eu estava de chinelos e morrendo de medo, avancei devagar, muito devagar.

Foi quando ouvi um grito:

— A onça está viva! Corre!

Ao mesmo tempo, escutei um barulho infernal de bambus quebrando, como se o animal estivesse vindo direto na minha direção.

Eu simplesmente voei.

Perdi os chinelos.

Corri como nunca tinha corrido na vida.

Cheguei em segundo lugar.

O Dourado chegou em primeiro.

Minutos depois apareceu meu cunhado, rindo tanto que mal conseguia falar. Acho que até os cachorros americanos estavam rindo.

Finalmente ele conseguiu explicar:

— Sua onça era um veadinho-campeiro!

O bicho era extremamente comum naquela região do Mato Grosso. Eu mesmo já tinha visto dezenas deles por ali. Mas naquela manhã, por algum motivo, ele havia se transformado numa onça-parda enorme, do tamanho de um bezerro.

No jantar daquela noite ninguém falou de outra coisa.

A famosa onça-parda campeira virou assunto obrigatório da mesa.

E nós rimos muito.

2902 📜 Mas não é só... Apesar de ainda trabalhar em fazenda, Ele também não sabia (até ontem) a diferença entre Boi e Vaca. Tanto que recebeu ordem para 'ordenhar' o boi e foi. Foi 'ordenhar' o boi. E demorou horas lá com o bicho!

Uma blusa, & uma camisa; com valor alto.
Um Barco, & um Navio; de luxo.
Uma grande Fazenda;
com um grande pedaço, de terra. Com bastante vida.
Uma caneta, cara.
Um calçado, caro. Uma calça, cara.
Uma barraca, uma casa... de alto valor.
Um grande, Apartamento.
Uma linda, Mansão.
Eu preciso fazer uma economia, para poder comprar.
Poder, de compra.


Versículos...
4. “A todos vós, ó homens, suplico; dirijo a minha convocação a toda a humanidade.
5. Entendei, ó incautos, a prudência; e vós, insensatos, compreendei a sabedoria!
6. Ouvi, pois proferirei conselhos excelentes; os meus lábios falarão de assuntos justos e práticos.
7. A minha boca proclamará a verdade, porquanto meus lábios abominam a malignidade!
8. Todas as minhas palavras são justas, nenhuma delas é adulterada ou perversa.
9. Para os que possuem discernimento, são ensinos claros; e, veredas retas, para os que alcançam o conhecimento.
10. Recebei o meu ensino, e não a prata, preferi o conhecimento, antes do ouro puro.
11. Porquanto, melhor é a sabedoria do que as mais finas joias, e de tudo o que se possa ambicionar, absolutamente nada se compara a ela!
12. Eu sou a Sabedoria! Em mim habita todo o conhecimento, o discernimento e o ensino!
13. O temor do SENHOR consiste em odiar o mal; rejeitar todo orgulho, arrogância, o mau comportamento e o falar perverso.
14. Meu é o conselho sábio; a mim pertencem o entendimento e o poder!
15. Por meu intermédio, os reis governam, e as autoridades exercem a justiça;
16. da mesma forma, mediante meu poder, governam os nobres, todos os juízes da terra.
17. Eu amo todos os que me amam, e quem me busca me encontra!
18. Em minhas mãos está toda a riqueza, honra, prosperidade e justiça perenes.
19. Meu fruto é melhor que o ouro; sim, que o ouro mais puro; o lucro que vos ofereço é superior ao metal mais valioso!
20. Ando pelo caminho da retidão, em meio às veredas da justiça,
21. outorgando riquezas aos que me amam; oferecendo a estes prosperidade sem fim!
22. O SENHOR me possui como fundamento do seu Caminho, antes mesmo do princípio das suas obras mais antigas;
23. fui formada desde a eternidade, desde a origem de tudo, antes de existir a terra.
24. Nasci quando ainda nem havia abismos, quando não existiam fontes carregadas de água;
25. antes de serem estabelecidos os montes e de se formarem as colinas, eu já existia.
26. Ele ainda não havia formado a terra, tampouco os campos, ou as partículas de poeira com as quais fez o mundo.
27. Quando Ele estabeleceu os céus, lá estava Eu; quando delineou o horizonte sobre a superfície do abismo,
28. quando fixou as nuvens em cima e estabeleceu as fontes do abismo,
29. quando determinou as fronteiras do mar para que as águas não ultrapassassem seu ordenamento, quando assinalou as balizas dos alicerces da terra,
30. então, Eu estava com Ele e cooperei em tudo como seu arquiteto. Dia após dia tenho sido o seu prazer, sempre me sentindo muito feliz a seu lado.
31. Regozijando-me com o mundo que Ele criou, e me alegrando com os seres humanos!
32. Agora, pois, filhos meus, ouvi-me atentamente, porquanto muito felizes serão os que guardarem os meus decretos!
33. Ouvi o meu ensino e sereis sábios, não rejeites a minha instrução.
34. Bem-aventurado todo aquele que me dá ouvidos, vigiando dia a dia à minha porta, aguardando com esperança às ombreiras da entrada da minha casa.
35. Porquanto, toda pessoa que me encontra, acha a vida e ganha o favor do SENHOR.
36. Todavia, aquele que decide afastar-se de mim, a si mesmo se flagela; todos os que me desprezam, amam a morte!”


(Provérbios, capítulo 8)
Bíblia Sagrada
Bíblia King James Atualizada - BKJ
AT - Antigo Testamento
Ferramenta
Novo Horizonte
Off - Offline
Energia
3 III Três
Senhor Jesus Cristo
Deus
Espírito Santo

Lar doce lar. Finalmente. Amo o café da minha mãe. Lembra a minha infância na casa da fazenda onde eu era feliz e nem imaginava o tamanho da responsabilidade que a vida estava me preparando...

Inserida por Guiomarzinha

Fora do institucional é a criação do ambiente que é todo seu o particular casa,sítio,fazenda e seu ambiente profissional ou empresarial.

Inserida por GilmardaSilvaPaiva

De volta à fazenda

Eu moro no lugar alto e santo, com quem tem espírito contrito e humilde. - Isaías 57:15

Como uma criança de cinco anos que mantinha as vacas fora dos campos de meu pai, fiquei impressionada com os sons e as vistas de um dia de verão em Dakota do Norte. Apenas o ocasional lamento de uma vaca ou o assobio de um prado romperam a suave quietude. Ondas de calor cintilantes dançavam através da pradaria, enquanto um coiote cauteloso se escondia por perto. Falcões famintos circulavam acima, enquanto nuvens brancas como a neve flutuavam preguiçosamente no céu.

Meus pais me ensinaram que muito acima da cena idílica de Dakota havia um Deus pessoal, grande e santo, além de qualquer imaginação. Eu me senti pequeno e vulnerável. Mas meus pais também me ensinaram que Deus me amava tanto que Ele enviou Jesus para morrer por mim, então eu senti amor por Ele.

As crianças podem sentir esses tipos de verdades essenciais muito antes de entenderem termos como a transcendência de Deus (Sua diferença incomensurável de nós) e Sua imanência (Sua proximidade). Conheço as palavras agora, mas ainda acho útil recuperar essa maravilha inocente imaginando-me de volta à fazenda quando criança.

Não podemos reviver nossa infância, nem deveríamos querer fazê-lo. Mas lembre-se de que o Senhor vive “com quem tem espírito contrito e humilde” (Isaías 57:15). Lembre-se da maravilha de seus primeiros dias. Então, com um sentimento infantil de reverência, reflita sobre a majestade do "Alto e Elevado".

Por toda a extensão, Deus estendeu Sua criação -
Estabeleceu as estrelas, deu à terra o seu fundamento;
Sua força reivindica nossa adoração, Seu poder nosso medo;
No entanto, a cruz do Calvário nos liberta para nos aproximarmos. - Gustafson

O Criador esconde segredos dos sábios, mas pode ser conhecido pelas crianças. Herbert Vander Lugt

Inserida por 2019paodiario

Um país sem ciência é uma fazenda, casa, loja... de portasfechadas.

Inserida por iagofernandes5

· Estão vendendo igrejas de porteira fechada, como se fosse fazenda, o povo como gado, a fé como mercadoria. O que se passa afinal?

Inserida por Araujo2013

Um dia quero poder sentar na varanda da minha fazenda, olha para o horizonte e contar quantas vezes errei, E poder lembra que das dez vezes que errei onze delas eu estava certo.
Também quero lembrar dos amores passados , não por saudade , e sim por convicção de que estou com a pessoa certa. Quero lembrar das mil e umas vezes que cai , e nas maioria das vezes rolei deitado por preguiça de me levantar.
Sabe por que quero poder lembra do passado ? Porque de tudo que eu fiz de nada me arrependi. "O passado passou mas na memória ficou, não posso o apagar, dele so faço lembrar."

Inserida por LeandroLacerda

Tu és doce e bela morena,com vaidade ou sem vaidade,numa casinha ou numa fazenda,em cada canto da cidade...
De macaquinho estampado,ou outra peça qualquer,blusa longa como um anjo,como és linda esta mulher...
Kkk gostou? Feito sob medida pra você ...beijos no coração!!!

Inserida por FranciscoReis

Aqui é uma fazenda no bairro mata velha
Em Divisópolis Minas Gerais.
As pessoas ocuparam ela
Essa terra é grande demais

Este lugar está muito movimentado
Dizem que o banco tomou do dono
Pois ele estava endividado.
De noite eu não tive sono.

Então resolvi compor essa poesia
Falando sobre um acontecimento na cidade
O povo ficou com bastante alegria
pois querem que os lotes sejam financiados

Construiram aqui vários barracos
Nem sei o que vai dar
Se alguém pensa que os terrenos vão ser dados
estão enganados, não sei o que vai acontecer, vamos esperar.

Inserida por SidneyAlves

Na fazenda!!!

Uma terra linda e vasta
simbolo da nossa cultura
onde o pouco que se gasta
se investe na agricultura
pelo verde o gado pasta
e na colheita tem fartura.

Inserida por GVM

Noitadas de Fazenda

Era noite, e o gato, esgalgado, andava na porteira.
O homem trêmulo, despercebido, deixara cair o café
A lua graúda, digna de horizontes; de leves marés
O pampa escorregadio, brilhante, encostava-se à madeira.

O gotejar das folhas no curral deixava-o barrento
E o bezerro recém nascido estremecia-se ao frio.
O vento cortante vagava, ao som de assovios
E o pobre animal do campo, lá; Lamento!

O nevoeiro entrelaçava-se à friagem e madrugava às manhãs
As rochas do riacho, embebedadas, porém sãs!
E os arbustos – de mata molhada – ali presentes, serviam como fronteiras.

Por ali o dia passava, em singelo repouso
O Sol abrangente, mas, ora, piedoso!
E o entardecer alaranjado suavizava as retinas alheias.

Inserida por anonyme

"No Facebook você manda indireta pra uma
vaca e a fazenda inteira se ofende."

Inserida por madjila

Uma noite na fazenda:
Um tipo sortudo recostado no colo
Assim deitado sobre um banco – amadeirado-
Aaaah, quanto afago se apresenta, depois de uma grande tormenta.
Enquanto contempla a formosa chuva que ali se apresenta.
Preparação divina que altera o clima que a natureza fornece e,
Dispersava a tristeza que outrora tomara o coração dessa gente.
Um de único foi aquele momento, cercado de:
Carinho, afeto e alento.

Inserida por G15