Faz de Conta Qu eu Acredito
Na areia da praia.
Nas águas do mar.
Quero pra sempre morar.
Ondas que batem no costão.
Rede que pescador joga pra buscar seu pão.
Marejar.
Água salgada meu corpo a salgar...
das dores e tristezas do mundo a me purificar.
Vivo no mesmo vai e vem das ondas... num pra lá e pra cá.
Pés na areia... mãos no mar.
Algumas noites pedem macarrão ao alho e óleo, com cubinhos finos e fritos de bacon: a melancolia que se esconde na crocância.
Paciência é o tempo vestido de esperança,
É flor que desabrocha na calma da confiança.
É saber que o fruto não nasce ao gritar,
Mas no silêncio de quem escolhe esperar.
É arte de ouvir o relógio do universo,
Mesmo quando o coração grita em verso.
Paciência é ponte entre o querer e o chegar,
É saber que o caminho também faz o caminhar.
Ela não para, apenas desacelera,
Dá espaço para a vida, sem pressa ou espera.
É atitude nobre de alma madura,
Que entende: o processo também é a cura.
Sente a minha falta?
Sinto mas não sinto do que já fomos, porque para ser 'o nós fomos' teria que ser com muita batalha com conversas, desentendimentos e passar por todas as coisas ruins só que "JUNTOS" não porque tivemos uma conversa boba e desistir.
Então gosto de imaginar que nunca existiu "NÓS" era apenas eu e você não tem "A GENTE" só eu e você nada conjugal e nem unidos nem por corpos e nem por palavras...nem por almas.
Sinto sua falta?
Sim, mas não sinto da dor que você me causou apesar de você ter sido gentil e carinhoso comigo porem, no momento em que você me chamou por um apelido que eu permitir que você me chama-se e demorou horas para escrever, você deixou de ser o amor da minha vida e foi apenas um conhecido que quis acabar com tudo, não foi o amor da minha vida que disse: A paixão acabou.
Ao tocar o mundo, esse emaranhado de talvezes, o dedo da percepção escolhe a vibração das cordas que ressoarão em cada momento.
“As emoções não foram feitas para serem dominadas, mas compreendidas e expressas. Elas revelam o que sentimos, nos conectam com nossa essência e nos impulsionam à realização. Reprimi-las é sufocar a própria alma.”
"Cuidando das nossas raízes, mudamos nossos frutos. A transformação do que está invisível, é que gera a colheita no que esta visível. Não é ver para crer e sim crer para conquistar. O que está abaixo do solo invisível, gera o visível acima dele. Fé para crer no que não vemos, resulta em sucesso para conquistar aquilo que queremos e precisamos".
Já diz, há muito tempo o, antigo ditado, de que "mineiro come quieto"...
E, descobri que ele come sim quieto e que por isso come duas vezes...
Uma, quando come..., e a outra quando descobrem...!
Numa noite silenciosa ou numa tarde de céu cinzento, o coração de quem ama gatos sangra ao saber que existem inocentes sofrendo nas sombras. É então que desejamos um mundo onde a compaixão seja a regra, onde a bondade seja o caminho. Se as pessoas ruins se tornassem boas, talvez não houvesse mais lágrimas de dor. Essas imagens nos mostram o quão belo seria um mundo sem crueldade, onde os animais pudessem viver em paz, sem o peso da maldade humana.
dia frio é como o mar
simples e sereno
calmo e voraz
sair do colchão que é difícil
o pezinho quente, o sorriso do xodó
mas talvez bons mesmos sejam os dias quentes
Não permita que parentes plantem discórdia no seu casamento, pois do contrário não haverá união. Quem ama de verdade, respeita!
Nem toda curva da vida tem placa de aviso,
Nem tudo que se perde de fato é um prejuízo.
Há dor que desperta, há fim que liberta,
E sonho que nasce quando a alma está aberta.
Caminho incerto, mas cheio de lição,
Tropeço que forma o rumo da missão.
A ausência ensina o valor do abrigo,
E o tempo revela quem anda contigo.
Não temas o escuro, nem temas a queda,
Às vezes é no breu que a luz mais se enreda.
A vida é estrada sem mapa preciso —
mas todo desvio pode ser um aviso.
Filhos do Deus de Abraão: os judeus
declaram-se descendentes de Isaque.
Já os muçulmanos dizem que Maomé é da linhagem de Ismael. De modo que, Israel e Irã estão prestes a promover uma guerra nuclear, na terra chamada 'Santa'. Interessante, ambos os lados afirmam que sua religião
promove a paz.
"A criatividade e o desenvolvimento seja de ideias, projetos ou sociedades , não se limitam quando há liberdade. Foi assim que todas as grandes coisas surgiram, da possibilidade de experimentar, errar e evoluir. A opressão, por outro lado, impõe barreiras e sufoca o potencial, limitando o florescimento do novo e impedindo a evolução."
Não há nome pra isso
Tem coisa que não se escreve,
mas insiste em nascer letra.
Um silêncio que sangra alto
no canto de cada espera.
É a sede que não se mata,
mesmo afogando na fonte.
É saudade antes da hora,
é o sol quebrando a ponte.
Tem amor que vem sem rosto,
mas deixa marcas na pele.
Feito vento que atravessa
sem pedir, sem dizer: "segue."
É o erro que a gente escolhe
mesmo sabendo o final.
É o abismo tão bonito
que faz a queda ser banal.
Não tem nome o que nos move.
É mais rugido que fala.
É o que pulsa entre os olhos
quando a palavra se cala.
O Tempo que Nos Mora
O tempo não passa,
ele se aloja.
Em cada dobra da pele,
em cada linha que cruza o olhar,
em cada silêncio que responde
a perguntas que deixamos de fazer.
Ele não corre,
ele escava.
E dentro de nós, abre corredores,
salas abandonadas onde ainda ecoam
as risadas de um outro “eu”,
mais leve, talvez mais ingênuo,
mas inteiro.
Somos morada do que fomos.
E o presente, esse inquilino instável,
vive batendo portas
entre o que sonhamos e o que aceitamos.
Traz nas mãos promessas que esquecemos
e nas costas cicatrizes que fingimos não ver.
O tempo nos ensina pela repetição,
não dos fatos,
mas das dores.
Cada erro renomeado é uma lição que retorna,
com nova máscara,
mas com a mesma essência.
A vida, no fim,
não é uma linha reta —
é um espiral de retornos,
um eterno reaprender.
E quem não escuta o tempo,
repete os passos
no mesmo chão partido,
acreditando ser caminho novo.
Velha Amiga
Não corro da morte,
não tremo ao seu nome.
Ela não é sombra,
é apenas silêncio que chega sem alarde.
A vejo como uma velha amiga,
de passos lentos,
que caminha à margem da estrada,
esperando o dia em que nos sentaremos
para conversar,
como quem reencontra alguém
depois de uma longa jornada.
Ela não me assusta.
Me ensina.
Me lembra que cada nascer do sol é raro,
que o riso de hoje não volta,
e que amar vale mais do que temer.
E quando chegar o momento,
não haverá luta.
Apenas um aceno leve,
como quem parte de casa,
mas sabe que foi inteiro
enquanto esteve.
O problema do tempo não é o limite que ele impõe, mas a forma com que tratamos o que temos antes que ele o leve ou mude; e isso pode nos fazer chorar ou nos pacificar.
