Faz de Conta Qu eu Acredito

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A parábola do velho caminhão

Conta-se que, em uma comunidade distante e resiliente, havia um velho caminhão incumbido de uma missão essencial: transportar seus habitantes por estradas sinuosas, ladeiras íngremes e longos trechos esburacados. Naquele lugar onde a vida parecia sempre exigir mais do que tinha a oferecer, o veículo representava a bandeira do dever, o emblema da proteção coletiva e a esperança silenciosa de que ninguém ficaria para trás.

O tempo, porém, atuou como juiz severo. As engrenagens já não obedeciam com a precisão de antes. O motor tossia e arfava como um peito fatigado. A lataria, corroída, gemia sob o peso de cada novo desafio. O caminhão, outrora instrumento de serviço e força, converteu-se em massa pesada, lenta e esgotada, tornou-se um centro de desgaste que exauria não apenas a si mesmo, mas todos ao seu redor.

Instalou-se, então, uma inversão cruel de papéis. Nas subidas, os passageiros precisavam descer para empurrar o veículo com todas as forças que lhes restavam. Nas descidas, amarravam cordas e uniam braços firmes para impedir que o caminhão, descontrolado, despencasse no abismo.

Assim, a comunidade que deveria ser conduzida passou a se ocupar de impedir a queda do próprio transportador. O meio transformou-se em obstáculo, a ferramenta, em problema e aquilo que um dia simbolizara esperança converteu-se em um fardo pesado.

Com o tempo, o esgotamento tornou-se inevitável. Até que, em certo dia, um passageiro já exaurido de empurrar nas horas difíceis e conter nas horas perigosas ergueu a voz, bradando: somos nós que deveríamos estar sendo levados por este caminhão, mas somos nós que o carregamos. Digam-me, para que serve um veículo que falha em cumprir a sua mais básica função?”

Inserida por Celso970131

Quando não deixamos a mágoa tomar conta do nosso coração abraçamos a gratidão dentro de nós. Damos vazão à graça divina que atua em nós colocando um sentimento de tolerância para com os que nos ferem e paciência diante dos que são menos graciosos.

Inserida por alcindoalmeida

⁠A opinião pública aprova ou desaprova qualquer decisão de um Governo tendo em conta as recompensas, independentemente de contribuírem ou não para a sociedade.

Inserida por uspiao

Folia que se conta em dias...
Fantasias mudadas em momentos...
Cinzas que se estendem por intervalos cada vez mais longos, até a derradeira ilusão no brincar da vida.

Inserida por bodstein

O Sofrimento é trágico mais com o tempo passa, quando damos conta já não doe mais.

Inserida por Ane1903

⁠O MAIOR PROBLEMA DE UM SER HUMANO É QUE RECLAMAMOS MAIS DO QUE AGRADECER E DEMOS CONTA DA GRAÇA TARDE.

Inserida por redilson_luzolo

⁠Cada resumo conta um relato da história como aconteceu, no entanto cada pessoa fala uma versão diferente do acontecido.

Inserida por Raimundo1973

⁠Conta a tua história após a vitória, não esqueça de mencionar a importância do bom caráter que o lhe mantém de pé.

Inserida por Raimundo1973

⁠O caminho são de todos no entanto poucos segui o alinhamento, os demais seguirá na conta mão.

Inserida por Raimundo1973

⁠Tenha uma cabeça tranquila a tua parte foi feita, a conta foi quitada vá de cabeça erguida de consciência em paz.

Inserida por Raimundo1973

⁠Quando você conta a sua intimidade para outro, gera um conflito. O segredo foi exposto.

Inserida por Raimundo1973

⁠Quem conhece a história conta a história vivendo na história o personagem contado na própria consciência é uma grande história.

Inserida por Raimundo1973

⁠Conta a tua história pausada para que todos possam te ouvir entender a tua trajetória, o que não pode acontecer é você esperar aplausos.

Inserida por Raimundo1973

⁠O preço é cobrado a conta é pago com o soor correndo no rosto acalentado o chão.

Inserida por Raimundo1973

Conquistamos tanto e nem nos damos conta disso.

Inserida por risomarsilva

Um dia você vai perceber
Que viveu a maior parte do tempo que havia
Sem se dar conta ou prestar atenção
Ao alcance do seu passo
Quantos lances de escada você galgava
E nunca se preocupou
Com a firmeza do seu traço
Era tão natural pra você
Não atentar para o tempo que corria
Que nem percebia
A alegria que causava
Com o calor de um simples abraço
Tudo era normal
Força, beleza, atitude
Você não desperdiçou
Seu precioso tempo pensando
E o tempo corria
Lento, vagaroso
Mais dia, menos dia
Você acaba prestando atenção
Que assim como sopra o vento
E a chuva cai
E ao final do dia
A chuva cessava
O Céu se abria
Ingrata vida
Que ainda há pouco lhe sorria
Lentamente te derruba
E você, sem chão
Desaba, como nunca imaginou
Você pode até dizer que sabia
Mas no fim
Há de também reconhecer
Não esperava que fosse assim.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Lugares.

Muito além dos lugares felizes
Cujos dias não se conta
Presentes nos melhores sonhos
Aquele, que é, quando a pele da gente
Arrepia, de pensar sonhar
Quando eu digo que se encontra além
Quis dizer; que você pode percorrer o mundo
Pode esquadrinhar os céus de ponta a ponta
Mas eu digo que talvez ele não seja assim, muito acessível
E, quiça, somente a gente o possa ver de olhos fechados
Descobrir que esteve sempre perto, ao lado
Reservado às almas que aprenderem, leves
A enxergar uma reserva enorme de universos
Presentes dentro de nós mesmos
O caminho pra encontrar essa leveza
É luz, a mesma luz que a escuridão da alma, oculta.

Edson Ricardo Paiva

Inserida por edsonricardopaiva

Quando perco a esperança
Minto pra mim mesmo
e dentro desse engano
Faço de conta que ela vai voltar
No tempo da primavera
O vento me arrasta, o Mundo gira
a vida dança e o tempo me alcança
Tento dar uma guinada
Quando vejo
Estou novamente rumando
Exatamente na direção errada
Sem ter o que fazer
Não faço nada
E também não me entrego
Parece que tem dias
Em que vivo somente um voo cego
E quando ele termina
Eu cheguei à uma noite vazia
Mais uma
Me entrego então a ela
Pois em meus sonhos
Ali existe, sim
Uma esperança, ainda que pequena
De poder olhar a tua cara, tão bela!
As pessoas vão passando
Não é esta e nem aquela
Quem dera, esta noite
talvez eu tivesse a sorte
de olhar novamente as estrelas
e finalmente; por um momento
Poder ver a você
e somente você
Linda como a luz da primavera

Inserida por edsonricardopaiva

Andando pela vida
Vivendo e fazendo de conta
Que não existe uma razão
E que também
Não faço questão de nada
O Mundo se move
Chove, enquanto entardece
Parece até que nem me molha
Anoitece o dia
Escurece a vida
Somos todos passageiros
Quando não, prisioneiros do tempo
Quando nada fazemos dele
Simplesmente observamos
O que ele faz com a gente
Enquanto somente
Andamos pela vida
e vemos
O tempo passando
Do jeito que ele sempre faz
Lentamente correndo
Deixando a gente pra trás.

Inserida por edsonricardopaiva

Pode até
Parecer poesia
Mas não é
O modo como a gente
As diferencia
Conta muito mais
Uma coisa entre o vento
que corre e que varre
E o ventre da terra
que produz e reproduz em paz; que multiplica
Entre a morte, que não morre e que não erra
E o tempo, que apesar de não ser eterno
Ao que tudo indica
Corre eterno, eternamente
A noite que se vai, pra dar lugar ao dia
A noite que chega no final do dia...e fica
Pode parecer poesia
Porém, essas são perfeitas
Outras, hoje a gente ajeita
Amanhã, as modifica
Pois precisam ser refeitas.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva