Faz de Conta Qu eu Acredito
Liberta-se por conta própria não é tão simples, existe uma comoção de energia considerável, exige decisão, resolução.
Muitas coisas são nos tiradas sem que percebamos, dentre inúmeras delas está o TEMPO; o principal responsável por sua perca somos nós mesmos, permitimos, damos espaço, abrimos a janela e quando a onda entra porta adentro já é muito tarde, muitos vivem na maré do aforismo do Zeca Pagodinho, "deixa a vida me levar, leva leva eu" como um barco à deriva, como cavalos descontrolados sem rumo.
Os problemas se agigantam de sobremodo que torna-se impossível matar o dragão, por que damos muita atenção a ele, alimentamos-lhe, somos coniventes cercados por inúteis que sugam o que podem, pilham, roubam e ainda trazem mais problemas, não trazendo nada de novo, acrescendo-nos em nada, veem-nos como se fossemos uma espécie de panacea, uma pílula analgésica.
É necessário tomar as rédeas, segurar o leme, matar o bicho e controlar Cronos, pois ele é implacável e matando o tempo é ele que irá nos matar - então amados, aproveitemos cada momento, cada segundo, casa suspiro como o bem mais precioso que possuímos, como se fosse o último fôlego de nossas vidas.
Krïs Kirak
A poesia avisa
Tua conta está cheia.
Tuas mil cabeças de gado.
Teu pé está no chão.
Tu ta sufocado.
Colabora com patifarias.
Continua calado.
O poderio comandando.
Tua alma ele, o poder do dinheiro ta comprando.
Alto lá.
A poesia está avisando.
A graça é de graça, inocentes pagando.
Queres tu ganância, matança colaborando.
Te tomas por maioral.
Que envenena o povo, contamina o emocional.
És tu que tens olhos tecnológicos, que tudo vê.
Guarda o arquivo do povo.
Afim de articular, acusar pela força do braço prevalecer.
Nossos corpos, afinal.
Tomados de chips, no sangue, sinapses surreal.
Plano besta diabólico.
A vida artificial.
Teatro de rua, psicotronia, gangs tal.
Jogo no ventilador.
Eu fui julgado, Jesus me libertou..
A ganância, o ódio, a fúria, toda ira também vai ao tribunal.
Não inveje o nada.
Pois todo teu veneno, é o teu mau.
Engula, faça seu próprio carnaval.
Giovane Silva Santos
Quando o Senhor toma conta da nossa vida
Somos e agimos de forma diferente
Em meio a sociedade que nos cerca;
Uma vida transformada
Reflete palavras que edificam.
A sinceridade integral com nosso próprio ser é o que mais conta no processo de autoconhecimento, início da retomada divina por ora adormecida.
"A pior mentira que se pode contar é aquela que se conta para si mesmo, já disse, repeti e não tenho vergonha de reiterar."
(Gladston Mamede. Fragmentos de um Discurso Manducatório. Instituto Pandectas, 2022)
Não sou a criatura a qual mantém encarceradas as suas vontades de viver o pleno aqui, por conta dos mais tolo dos pensamentos que os homens inventaram sobre um viver após este;
In, O repúdio a pequenice humana
SOBRE O AMOR
Manso é sobre o amor revelado
O sentimento cheio de satisfação
Que toma conta do dado coração
A sensação do permitido agrado
Seu sentido tem a terna emoção
Tem o dom do mimo, imaculado
É essência distinta, apaixonado
Ah!...Amor, fundamental razão!
O luar poético, que nos fascina
Seduz, de uma acepção divina
Que se doa, se oferece e perdoa
Oh! o surpreendente amor ideal
Que alucina, arrebata, tão boreal
Soma ventura e faz sorrir à toa...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18 março, 2022, 14’17” – Araguari, MG
O adultério, a fornicação, a lascívia, a prostituição, são a fatura da conta de quem já não teme a Deus.
Se na vida cada pensamento é uma conta já são perdidos os felizes pois de tudo riem sem saberem que o 'nada' após o pensar nunca é 'nada' mas sempre algo a resolver com o passar do tempo tem todos os erros misturados no mar da ida e da volta!
Se cada pensamento é uma conta, do nada adiante, mas lembra alegria já são perdidos os felizes, pois de tudo riem, com todos os erros misturados no mar da ida e da volta!
Não espere que outras pessoas descubram a intensidade do seu brilho por conta própria. Talvez elas estejam ocupadas demais projetandoLuz Própria.
Por aqui não tem mansão
não tem festa luxuosa
ninguém anda de carrão
e nem tem conta pomposa
pois quem vive no sertão
pode não ter um tostão
mas a vida é valiosa.
O último verão
Chegou abafando
Tomou conta de todos os meus dias
Seu calor me aqueceu de amor
Nossos corpos suados se entregaram
E os dias se repetiram
Pouco a pouco já não sobreviveria diferente
Me consumiu
Mas o verão é assim
Derrepente esfria
Derrepente esquenta novamente
Sabemos lidar com estas mudanças?
Por que se questionar?
O único compromisso é aproveitar a estação
Lentamente você vai embora
Fervendo no auge do clima
Deixando lembrança
Plantando esperança
De que o próximo verão
Chegue intensamente.
