Faz de Conta Qu eu Acredito
Sou o Filho da Luz.
Escrevo o que a mente livre pensa quando recusa o domínio.
Acredito que o impossível é só uma porta: é só abrir, seguir em frente, abrir de novo e chegar do outro lado.
Em busca da verdade em vida. Sem máscara, sem medo.
"Trabalho com o que acredito, vendo o que confio e construo com o que tenho. Quem precisa descontar a raiva na vida alheia ainda não assumiu a responsabilidade pela sua própria felicidade."
Acredito que todo bom navegante deveria antes de mais nada cuidar de um aquário como fonte primária de inspiração.
Algumas pessoas me amam, outras tantas me odeiam. Acredito nas que me odeiam, o ódio de onde quer que venha é sempre verdadeiro.
Acredito naquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes.
Não acredito em nada, pois nunca recebi nada de bom de ninguém, apenas desgosto. Se preciso de algo, só conto comigo mesma.
Acredito que o dia do amor deveria ser comemorado todos os dias.
Lembrando que o amor não precisa de presente caro,grandes pacotes pois ele é de graça e todos o carregamos nos corações, expressamos por atitudes, palavras de afeto e até mesmo no silêncio.
Use e abuse do Amor.
Muitas portas já foram abertas e com a força do pensar acredito que a porta principal será aberta nos próximos dias.
Quando afirmo quem sou e aquilo em que acredito, não estou impondo nada a ninguém; estou apenas reafirmando minha existência e o direito de continuar sendo quem sou!
para aonde vou quando estou entediado
Acredito em uma teoria estranha que diz que todo espelho é uma janela atrasada.
Você olha e vê a própria imagem repetindo seus movimentos, mas ninguém nunca conseguiu provar que ela está realmente copiando você. E se for o contrário? E se houver um mundo inteiro esperando o instante exato para assumir o seu lugar?
Foi assim que nasceu o meu cemitério.
Não era feito de terra.
Era feito de reflexos.
Toda vez que alguma parte de mim morria por aqui, ela acordava do outro lado.
No começo eram só pequenas coisas. Uma ingenuidade enterrada numa terça-feira. Um amor que não suportou o próprio peso. Uma promessa feita olhando nos olhos de alguém que também acreditava nela. Aqui, essas coisas recebiam flores. Lá, elas levantavam da própria sepultura e continuavam vivendo como se nada tivesse acontecido.
Demorei anos para perceber que aquele outro mundo nunca foi uma cópia.
Era uma continuação.
Como em Coraline, existe sempre uma versão perfeita daquilo que você queria encontrar. Um corredor escondido atrás da parede, uma porta pequena demais para chamar atenção, um convite educado demais para parecer perigoso. O outro lado sempre sabe exatamente o que está faltando em você.
Porque foi construído com as coisas que você perdeu.
Imagine atravessar.
Encontrar todas as pessoas que você não conseguiu manter. Conversas que terminaram diferente. Abraços que duraram mais alguns segundos. Escolhas que nunca machucaram ninguém. Uma vida onde todas as despedidas foram canceladas antes de acontecer.
É impossível não querer ficar.
Mas esse lugar cobra de um jeito inteligente.
Ele não pede dinheiro.
Pede realidade.
Cada minuto vivido ali faz você esquecer quem realmente é. Aos poucos, a dor desaparece, a culpa desaparece, os arrependimentos desaparecem… e, junto deles, desaparece também a única coisa que fazia tudo aquilo ser verdadeiro.
O sofrimento era o preço da autenticidade.
Foi aí que entendi por que meu cemitério nunca me deixou entrar completamente.
Ele não existe para que eu visite os mortos.
Existe para impedir que eles me convençam a morar com eles.
Porque toda versão de nós mesmos acredita que era a versão certa.
Aquele garoto que ainda esperava mensagens nunca aceitou ter sido abandonado. O homem que decidiu ir embora continua achando que deveria ter ficado. Quem perdoou inveja quem guardou raiva. Quem esqueceu sente falta de quem ainda lembra.
Do outro lado, todos eles continuam vivos.
E todos juram que eu sou o fantasma.
Talvez seja essa a verdadeira função de um cemitério.
Não guardar quem morreu.
Mas separar dois mundos que jamais poderiam existir ao mesmo tempo.
O das vidas que aconteceram…
e o das vidas que ainda tentam nos convencer de que deveriam ter acontecido.
A parte mais assustadora nunca foi descobrir que existe um mundo invertido.
Foi perceber que, às vezes, quando fico tempo demais olhando para dentro de mim, já não sei mais de qual lado do espelho estou olhando.
Acredito na sorte.
Um dia ela chega!
Com trevos-de-quatro-folhas,
regados com muito estudo, trabalho e dedicação.
Acredito que a primeira forma de comunicação comum e expressão objetiva, no autismo e no TDAH, com o mundo exterior que o cerca, deva ser pelo som, a musica mesmo que da forma mais rudimentar, quase barulho, explorando e ouvindo a cadencia, a intensidade e a objetividade de interesse. Acho bem mais natural musicalizar as emoções e aos poucos entender o universo autônomo dos portadores destas faculdades especiais do que tentar entender e ouvir por meio da fala, dentro de um temperamento oral e mental desconexo ao nosso ouvidos, o que realmente acontece. Creio na arte terapia do som como veiculo e meio.
Não acredito em palavras bonitas, elogios sem sentimentos e muito menos discursos inflamados, da boca pra fora. Acredito em preces e orações silenciosas, em atitudes secretas sem alarde e meios sorrisos de esperança daqueles que anonimamente fazem, pelo amor a vida e o bem estar de tudo que nesta dimensão vive e precisa continuar vivendo.
Acredito que os caminhos prósperos para o desenvolvimento mais abrangente de uma neurociência pedagógica inclusiva, nos casos de transtorno do espectro autista TEA, sejam mais "junguiana" e "moreniana" de Jung e de Moreno. Por uma abordagem menos direta do individuo e indo pelas bordas, pela aroma terapia, cromoterapia, arte terapia e o psicodrama, chega se mais fácil a compreensão. Afinal o caminho inicial para um entendimento neural comportamental me parece vital saber sensivelmente do que ele gosta e como ele se vê. Só depois de um conhecimento e comunicação com a auto identidade que podemos, direcionar para o que podemos sugerir, ensinar e aprender, aprender dos dois lados, um novo aprendizado do terapeuta e do paciente,
Acredito muito que a fé, a religiosidade branda e a espiritualidade universalista são de grande importância e apoio para as famílias e para as crianças, adolescentes e para os indivíduos que têm algum tipo de neurodiversidade, no entanto sem exageros. Digo isto, por que não é tudo que, a interseção do Espirito Santo, cura. Acredito que Ele ajuda por fé, esperança e alento em vários tratamentos clínicos, já comprovado. A única comorbidade que tenho sobre alerta, das religiosidades extremas e seitas é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), chego mesmo a achar que os vários mártires da Igreja, do tempo passado, tinham TOC, mas era desconhecido e por isto autoflagelavam tanto pela fé.
