Fato
A perseguição à verdade é adubo para suas raízes; quanto mais tentam escondê-la, mais ela dará seus frutos e se tornará notória.
Ela está sempre conosco, escolhemos o momento de usá-la mas o fato é que sempre está disponível. Paz a todos!
Tenho sonhos de louco...
E o meu desejo canta
Sonoro e profundo...
Vejo tesouros sem conta...
Amarguras, de dor, de desenganos...
Amores cegos e profundos...
Guardei segredos...
E tive medo...
Porém dizes que não te quero…
E eu te pergunto...
A quem devo tudo o que fiz?
As poesias mais belas...
Apenas olhares receosos...
Como o silêncio dos mudos...
E logo a noite corre...
E os dias seguem de fato...
E arde-me o peito...
De amar-te e ti estar preso...
Sandro Paschoal Nogueira
Quem ama de fato sabe se colocar, firmar, impor, mas também, com a sabedoria suprema de ouvir, ceder, relevar, administrar e contornar. Assim, o grande amor ficará sempre em cartaz, vivo e iluminado.
Surfando a onda
Coração ardente,
cérebro fumegante,
corpos no limite,
Um desejo,
velocidade no pensar,
muita malícia no querer,
o existir do momento é um fato,
na confidencia, o ato.
Fato real
O planeta terra tem coração.
Terra: A cada 26 segundos o planeta pulsa em seu próprio batimento cardíaco, envia sua energia ou mensagem ao universo com a clássica necessidade de se mostrar vivo e esse fato descoberto a décadas atrás ainda não tem explicação dos porquês e como acontecem.
Isso é fato !!
Como o cuidado nos gestos e palavras, o carinho, a delicadeza do outronos aproxima.
Alinhava sentimentos, traz harmônia e bem estar as relações.
Como um simples toque acaricia a alma e suaviza o coração.
Todas estas delicadezas, acompanham a leveza , a paz, e são laços que vão se formando com suavidade através do tempo.
A meiguice do olhar , conforta, aproxima, ensina, e mostra com exatidão o carinho retido dentro do coração, da alma.
Quando gostamos das pessoas, queremos por perto, trazemos para perto de nós, isso é FATO.
Queremos o toque, o olhar, o chega mais perto.
Chega mais perto. !!
Um simples sorriso, chega como "Halls" dentro dos nossos corações, aliviando , refrescando a alma, e fazendo o nosso coração cantar, pular de emoção e entusiasmo.
E neste mais profundo suspiro de satisfação e alegria, dizemos:
Estou feliz em te ver, e ter vocē por perto.
E vocē percebe que a sua presença é fonte de paz , força, energia, fonte de luz e de carinho.
Isso é fato, nada como estarmos por perto de quem gostamos, amamos, destilando ao outro as melhores energias.
O virtual , passa a ser insuficiente, insignificante quando se quer bem, quando se gosta de verdade.
A convivência diária, traz o sabor da compreensão, cumplicidade, admiração e respeito, alinhavando estes sentimentos e dando charme, elegância , um colorido especial a cada momento vivido .
A beleza destas relações , brilham os olhos de quem se aproxima, irradiando encanto a qualquer alma.
Simone Vercosa .
AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.
Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla
A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.
O poder de Teodora em vida
Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.
Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.
Cronograma histórico
c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.
527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.
532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.
548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.
553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.
O Concílio e a questão da reencarnação
A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.
Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.
A permanência do mito
Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.
Reflexão final
Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.
Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.
Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.
O que di fato eu não suporto e falsidade entre pessoas que só querem ter uma oportunidade de se beneficiar à custa de pessoas de bem nada, mas que interesse de se levar vantagem a todo custo.
É ridícula a capacidade que um homem tem de julgar o seu próximo pelo simples fato de não se enquadrar nos sues modos e costumes ou porque foge daquilo que acredita ser verdade, uma verdade posta por outro homem qualquer e igual aos demais que julgara como certa.
Fato que a gente nunca esquece um velho amor porque bons momentos sempre vão permanece na memoria. e também acho que o amor quando verdadeiro ele não morre com o fim de uma relação, apenas muda altera-se o modo de ama.
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