Família
"A família é o alicerce de nossas vidas, o porto seguro onde encontramos amor, apoio mútuo e união. É o elo que nos conecta, mesmo diante das adversidades, e nos proporciona uma sensação de pertencimento ao mundo. Cultivar e manter esses laços, são fundamentais para construirmos bases sólidas e enfrentarmos os desafios da vida."
Raphael Denizart
Nada mais desejo se já tenho paz.
Se já tenho paz, amor não me falta, família me rodeia, saúde encontra-se em abundancia, prosperidade além da alheia.
Se já tenho paz, nada temo, nada espero, nada desejo, apenas a vida que permeia.
Se já tenho paz, vivo a mais bela vida pulsante nas veias.
Por mais que a vida tenha se modernizado o AMOR é artesanal e a família não é produção em série, é AMOR todo dia.....podemos estar rodeado de amigos mas é na FAMÍLIA nosso porto seguro,onde não importa quantas vezes erramos,são elas que sempre estarão de braços abertos para nos ajudar, então reflita pois amanhã pode não dar mais tempo, pois nessa vida somos todos passageiros prestes a partir...2018 seja o lugar em que nossa família só crescerá no AMOR.
Que a paz e o amor de Jesus estejam sobre a sua casa, sua família, e que ele abençoe grandemente a todos.
O amor de família não se conquista, pois é algo que já nos foi dado, são elos necessários para o crescimento mútuo.
A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor, da inteligência e da interatividade. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé, companheirismo e vida solidária.
-Amor pela minha família tenho muito.
O que eu não tenho mesmo é paciência!
Não me torra!
Haredita Angel
12.05.22
DEUS abençoará muito mais uma FAMÍLIA que tem, amor, respeito, unidade, concordância e submissão, onde cônjuges fieis exercem seus papéis!
Deus e seus entes mais próximos te amando, você não precisa de elogios de mais ninguém para ter uma vida plena de felicidade e paz.
A mentalidade antiga e tão marcada por posicionamentos mesquinhos, por julgamentos, por conceito de felicidade ou de família, eu não me comprometo a concordar com o mundo atual, mas também o mundo de ontem nunca foi o mundo de sonhos.
Nasci em 1990, na cidade de Salvador, no bairro de Nazaré, fui uma criança esperada e muito amada. Meu pai tinha adoração por mim, mas me foi arrancado muito depressa, não deixando em memória mais que duas lembranças de minha infância. Aprendi a ler com 2 anos de idade, através da minha mãe, que com toda paciência fazia colagens de letras em papel branco, recortadas de revistas no chão da sala. Enquanto isso, meu pai, motorista de carretas, passava o dia fora trabalhando, para levar o sustento da família.
Aos 4 anos, fui surpreendida com um fato que mudaria toda a minha existência. Meu pai almejando melhores condições de vida viajou conosco para o Mato Grosso com uma promessa de trabalho, que não se concretizou, e então na volta para a Bahia, em 1995, na cidade de Luz, em Minas Gerais, aconteceu um grave acidente: o ônibus em que estavamos retornando se chocou de frente com uma carreta desgovernada. Meu pai dormia em sua poltrona, sem o cinto de segurança, e foi arremessado, ficando preso entre as ferragens. Ficou em coma por 3 meses e voltou para casa sem andar e sem falar. A expectativa de cura dos médicos era 5 anos. Com o passar dos anos ele voltou a andar e falar, porém com graves seqüelas, perdeu a capacidade de raciocinar e memorizar os fatos, se tornou agressivo e inapto para trabalhar ou tomar decisões.
Cresci ouvindo de todos, as qualidades de meu pai, embora ele estivesse na mesma casa que eu aos cuidados de minha mãe, eu sentia falta de afeto. Principalmente nas fases de adolescência e pré adolescência. Eu era quieta, magra, desengonçada, dentuça, ingênua e uma das melhores alunas da classe. Fui vítima de bulling em três escolas.
Na vida da minha mãe se instalou um quadro de depressão, que se intensificou na minha passagem da adolescência para a vida adulta, surgindo uma competição e difícil convivência entre nós. A carência e a falta de estrutura contribuíram para que eu fosse mal sucedida em meu primeiro namoro sério, aos 17 anos, me tornei uma pessoa insegura, infeliz, adquiri um bloqueio, que me prejudicou nos anos seguintes, mesmo depois do término.
Garanto a você, que apesar de ter enfrentado muitos problemas, tirei lições que foram primordiais para alcançar a maturidade.
