Falso
A verdade está onde há beleza. O que é mal e vil é falso. A beleza resplandece no céu, nada o atinge e o faz cair.
A mais nociva falsificação ocorre numa amizade, portar um falso sentimento, muito aquém da real sinceridade.
Nós o povo brasileiro vivemos de falso moralismo. A corrupção está em todas as partes desse país, e só incomoda quando não nos beneficia.
Somos um povo corrupto, uns menos outros mais, a verdade é que, quando temos dificuldades, de corrupção corremos atrás.
O fisiologismo, exemplo de corrupção, ocorre diuturnamente em vários setores sociais, a troca de favores entre meros mortais. O famoso jeitinho brasileiro que nos bastidores todos correm atrás.
Conheça o falso pela fala, pois em suas ações não existem nenhuma prova da verdade, senão externar as intenções do seu coração como garantia da lealdade.
Abra o coração do falso com perguntas verdadeiras: se ele responder de acordo com a verdade, deixe que ele a pratique sozinho para corrigir as próprias faltas.
O lixo do luxo por estar por trás da etiqueta produzida por um falso sentimento de bem-estar formada pelas opiniões dos ricos.
Todo falso profeta tem um pai biológico, pecador, mortal, menos Jesus, o Filho do Pai espiritual, do Deus vivo, santo e eterno, que julgará suas profecias do lixo das trevas.
Por um falso contrapeso na balança da justiça de Deus e contratar falsos advogados para torção dos direitos do próximo é declarar a sentença de morte, a perda eminente de seus negócios e assinar o testado de óbito em vida, pois o Sol da Justiça revela os segredos do coração.
O maior repelente contra a falsidade chama-se FIRMEZA. Quem é falso adora conviver com pessoas complacentes.
nos meus belos tons de arrogância e falso moralismo,
minhas atitudes são devoradas antes de chegar ao meu sexto sentido,
parte de mim está de stand-by,
mas a outra me abraça como quem sempre quisesse estar alí,
de todas as saídas de emergência, eu fugi.
pouco influenciável mas um humor facilmente sádico,
o corpo responde por atitudes que o cérebro diz ser esporádico.
delírio eruptivo,
fé, coragem e combustível,
pele revestida de ferro maciço,
me movimentando com álcool e gasolina:
dependo de uma vida que me levanta sobre duas rodas, é minha sina.
de maior e vacinado entre fogo cruzado:
filho do sol, neto das estradas, sobrinho do tiroteio,
velocidade incapaz de rastreio,
criação de novas modas,
me namorando no espelho do purgatório,
mudo meu nome no cartório.
comigo é mais de 100 por hora,
se quer ser como eu, não se demora,
sou revolução sonora, já tô do lado de fora.
a plateia se torna ainda mais quente
quando se está na linha de frente;
legião, o meu futuro também não é mais
como era antigamente.
amarro céus e conjunções,
fugi de askaban e mais quatro prisões.
fruto das mais mirabolantes teorias,
nasci nas ruas, nas avenidas, nas vias,
quer me lamber mesmo sem me ver,
não desvie o olhar,
sou o produto da sua mente ou o que quiser caçar.
não choro mais no banheiro,
na vida passada fui um grande guerreiro
que para perguntas idiotas, entrego respostas imbecis:
um dia vou dar orgulho ao meu país,
porém duvido que quando a morte chegar, eu esteja vivo,
entregue a tudo o que vou ser e sou:
me resulto do dia em que algo quase me matou,
mas nunca vai achar onde me deixou.
Todo aquele falso amigo que alerta aos companheiros alcoólatras por divertimento sobre locais de ocorrência das Lei Seca, com uso de bafómetro, erra e comete perjúrio moral perante a lei da vida.
O comunicante é tão irresponsável quanto o infrator, que incorre em possível desgraça anunciada da própria vida, da vida dos seus entes queridos muitas das vezes crianças e dos muitos infelizes desconhecidos que nada tem haver com o comportamento de um doente que leva a vida com tanta estupidez.
Em arte de um modo geral no Brasil, o atípico e o diferente é sempre falso, para todo aquele dito especialista que muito pouco conhece. Afinal, qualquer idiota reconhece o óbvio e diserta com propriedade sobre o evidente.
