Falso Profeta
É a Bíblia da rua
Falsos profetas vão te rodear
E quando souberem que você se ama
Eles vão começar a te odiar
Falsos profetas são o juízo de Deus para as pessoas que não querem Deus. Aquelas pessoas que os seguem, não são suas vitimas. É o juízo de Deus porque querem exatamente o que querem, e não é Deus.
...arrogantes não são intelectuais; Arrogantes são como falsos profetas que abusam de filosofismos para manipular...
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Entrar no canal do WhatsappFalsos profetas são o juízo de Deus para as pessoas que não querem Deus, que em nome da religião planejam ter tudo que seus corações carnais desejam... Aquelas pessoas que o seguem, não são suas vítimas. É o juízo de Deus porque querem exatamente o que querem e não é Deus
A omissão é o pecado básico da humanidade (quando há vantagens para alguém, é melhor se omitir, é mais vantagem fazer de conta que não esta acontecendo nada).
"Os falsos profetas não são interessados no Evangelho,mas,usam efeitos de bajulação e fins interesseiros."
Nós livrai da hipocrisia constante é de falsos profetas moralista que nós rondam, nós somos o caminho do nossos caminhos.
OS FALSOS PROFETAS
A simples pertença à comunidade cristã não é suficiente para garantir a credibilidade do discípulo. Existem pessoas que se apresentam exteriormente como cristãs e, na realidade, nada têm a ver com o projeto do Reino. Jesus as chamou de falsos profetas. São cristãs apenas na aparência. Mesmo assim, são capazes de enganar a muitos e desviá-los do caminho traçado por Jesus. É necessário acautelar-se!
A pista para reconhecê-las e desmascará-las foi oferecida pelo próprio Jesus. Ela consiste em verificar como tais indivíduos se comportam. Os falsos profetas tendem a desvincular sua vida daquilo que pregam. Ensinam uma coisa e fazem outra muito distinta. Pregam o amor e a misericórdia, mas são egoístas e impiedosos. Exigem o perdão e a reconciliação, porém nutrem o ódio no coração e criam divisão na comunidade. Anunciam o absoluto de Deus e seu Reino e, contudo, são apegados aos bens deste mundo e cultivam uma forma escondida de idolatria. A vida dos falsos profetas é feita de hipocrisia.
A parábola da árvore boa e da árvore má é ilustrativa do verdadeiro e do falso profetismo cristão. Se o profeta é, de fato, autêntico, sua vida será expressão dos valores do Reino postos em prática. Já a falsidade do profeta será perceptível no seu modo incorreto de viver. Por conseguinte, é no projeto de vida que se reconhece quem é discípulo do Reino.
Quem é que cai na onda dos falsos profetas, quando conhece o poder de Deus e a direção do Espírito Santo?
Da mesma forma que existem os falsos profetas.
Existem os falsos amigos.
Que de forma meticulosa,se aproximam da gente com um único objetivo.
Manter uma amizade superficial, utilitária e de interesse próprio.
‘Muitos virão em meu nome.’
Cuidado com hipócritas e falsos profetas. Os fariseus eram doutores da lei, mas não tinham entendimento. Muitos falam em nome de Deus, mas poucos examinam a própria vida. Somente o verdadeiro conhecimento da Palavra liberta; quem vive na ignorância espiritual acaba acreditando em qualquer coisa.
O maior triunfo dos falsos profetas foi convencer o rebanho de que expor o lobo atrai a fúria do criador, quando na verdade só ameaça o bolso do pastor.
“Os falsos profetas deste tempo não negam Deus — eles O usam. Fariseus do tempo moderno, vestem santidade como figurino, citam a Palavra para se blindar e chamam de fé aquilo que na verdade é controle. Não conduzem almas, administram plateias; não servem ao Reino, servem ao próprio ego. O nome de Deus está na boca, mas o coração já escolheu o lucro.”
Não dá para esperar por Falsos Profetas, aplaudindo o filhote do encardido fingindo “pregar” o evangelho.
A história nos mostra que os falsos profetas nunca chegam anunciando a própria falsidade.
Eles vestem a linguagem da fé, citam versículos, evocam tradições e, muitas vezes, se apresentam como defensores da verdade.
O problema é que a mentira religiosa não costuma entrar pela porta da negação de Deus, mas pela janela da manipulação de Sua Palavra.
Vivemos um tempo em que a fé pode ser transformada em instrumento de poder, de lucro, de influência e de vaidade.
O Evangelho, que nasceu como anúncio de libertação, serviço e amor ao próximo, é frequentemente reduzido a slogans, plataforma ideológica ou produto de consumo espiritual.
E, quando isso acontece, não basta apontar o dedo para quem distorce a mensagem; é preciso também questionar o silêncio e a passividade de quem assiste a tudo sem discernimento.
A responsabilidade de uma comunidade de fé não é idolatrar pregadores, mas confrontar toda pregação com os valores que ela afirma defender.
Onde há arrogância, perseguição aos vulneráveis, culto à personalidade, ganância travestida de bênção ou ódio apresentado como zelo, o Evangelho já foi abandonado, ainda que o nome de Deus continue sendo descaradamente repetido.
A fé autêntica não precisa de espetáculo para convencer, nem de inimigos para se sustentar.
Ela se reconhece nos frutos: na justiça, na misericórdia, na compaixão, na honestidade e no compromisso com a verdade.
Quem fala em nome de Deus deveria ser medido menos pelo tom da voz e mais pela coerência da vida.
Talvez o maior perigo dos falsos profetas não seja o que eles dizem, mas o quanto nos acostumamos a ouvi-los.
Quando a consciência adormece, qualquer discurso eloquente parece sabedoria.
E quando a crítica desaparece, a manipulação encontra terreno fértil.
Por isso, mais do que esperar a chegada dos falsos profetas, é preciso reconhecer que eles prosperam sempre que a fé deixa de ser encontro com a verdade para se tornar instrumento de conveniência.
O desafio não é apenas identificá-los, mas recusar-lhes os aplausos que os mantêm de pé.
Afinal, a Fidelidade ao Evangelho exige discernimento, coragem e, sobretudo, a disposição de seguir a Verdade mesmo quando ela contraria os interesses dos que se apresentam como seus porta-vozes.
LEÃO IMPOSTOR
Acautelai-vos dos falsos profetas […] disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. —Mateus 7:15
No último livro das Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis, A Última Batalha, um macaco malvado chamado Manhoso encontra uma antiga pele de leão e convence Confuso, o burro ingênuo, a vesti-la. Manhoso então alega que o burro disfarçado é Aslam (o leão que é o legítimo rei de Nárnia) e faz uma aliança com os inimigos de Nárnia. Juntos, eles planejam controlar e escravizar os súditos de Nárnia. O jovem rei Tirian, entretanto, não consegue acreditar que Aslam pudesse realmente envolver-se em práticas tão brutais. Então, com a ajuda do verdadeiro Aslam, ele derrota Manhoso e seu leão impostor.
A Bíblia nos diz que o diabo está ocupado em imitar Deus. A sua meta é “ser semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:12-15). Através do engano Satanás tenta colocar um substituto no lugar de Cristo. O próprio Jesus nos advertiu a respeito dos falsos profetas e falsos cristos: “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos” (Mateus 24:4-5).
Como podemos diferenciar o verdadeiro Cristo de um impostor? O único e verdadeiro Cristo é aquele descrito nas Escrituras. Qualquer pessoa ou objeto que represente um Jesus diferente daquele apresentado na Bíblia está promovendo “um burro em pele de leão.” —HDF
A Palavra de Deus dá sabedoria para discernir o que é falso. Dennis Fisher
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