Falecimento

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'MORTE XX... '

O que acontece quando morremos? Talvez o 'nada' tome proporções maiores. Sonhos se esvaem? Sonhos... Nunca tivemos sonhos. Nunca tive sonhos. O que tive (emos) foram sensações esporádicas de uma vida (se é isso que temos) cheia de infelicidades (se é que isso também existe)...


A morte vem como se nunca tivéssemos existido. Existimos, mas pouca diferença faz. Plantamos, mas não colhemos. Ninguém vai colher absolutamente nada, porque o nada é precedente. É anterior ao que éramos. Nasci em fevereiro de 1978, e voltarei anterior a essa data, pois nunca existi de verdade...


O que quer que eu faça, ficará nas datas que sobrevivi, nesse intervalo entre morrer, e morrer uma segunda vez. Lembranças... Lembranças para quê? Se os que tiverem lembranças, ficarão ao meu lado um dia. Enterrados com suas memórias que nunca existiram. Nascemos com o choro e morremos agonizando. Precisamos aprender a viver e a morrer pacificamente, como a pior aversão do sol, que faz bem... mas queima a pele...


--- Risomar Sírley da Silva ---

O amor nunca morre de morte natural. Ele sobrevive em silêncio, esperando um detalhe bobo para despertar de novo.

Repreenda

Os que amam a Deus! São tentados a tudo! Tudo lhes aparece pela frente! Até a morte vem perante eles! Vem disfarçada de pecado! Eu não vou repreender Lúcifer, porque não devo. O próprio anjo Miguel não o fez. Mas disse "que o Senhor te repreenda Satanás"! Eu também digo " que o Senhor te repreenda Lúcifer! Que o Senhor te repreenda Satanás! Sim que Jesus Cristo te repreenda! Mas não eu!

Perder alguém para a morte é uma dor que a vida nos impõe. Perder alguém que escolheu partir é uma lição que a vida nos ensina. Nem toda ausência representa uma perda; algumas apenas revelam quem realmente caminhava ao nosso lado.

A morte ensina que a vida é breve, valiosa e finita.

Tem pessoas que a gente só encontra em duas ocasiões: no casamento e na morte. E na morte a gente não vê

PRESSÁGIO DA MORTE!

Não reflito
Nos conflitos
Não reajo
No pedágio
Da escrita
Tão bendita
Ou maldita!
O poeta em sua alma
Resvala seus traumas
Chora seus pecados
Entre amores e desamores...
Outras vezes castigado
Sem merecimento
Numa cultura mística
Enredo de política
Mistérios dos poderes
Ou de podres prazeres
No meio de lama escura...
Não reflito não reajo
Na cartilha dos hipócritas
Prefiro minha solidão
Calado , sem reflexão
Presságio da própria morte!

AUTOR -= JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA

amo a morte tanto quanto amo a vida
pois por mais encantadora e linda que a vida possa ser
a morte é o alívio, a paz e o fim
e tudo que eu preciso é um ponto final
novos começos já não me deixam tão animada, uma outra perspectiva já não me deixa otimista
um novo sonho não me faz transbordar de emoção
um novo amor não me tras mais tanto encanto
queria que o amor pela vida voltasse a transbordar dentro de mim, mas hoje sou apenas o que restou de minhas experiências, emoções e decepções.

Na hora da luta, você está sozinho, na hora do prêmio você está rodeado e na hora da morte você é valorizado.

☁Rascunho ☁


Então eu morri.
De morte vivida
E no meu velório, ouvi choros.
Que me enterraram em vida!
Tentei esboçar um sorriso
Por ver todos ali reunidos
Mas a morte já era minha aliada.
Pena que em vida não me senti assim
Tão amada.....⛥⋆𐙚₊˚⊹♡

​"Seus planos são frágeis e o amanhã é uma promessa que pode não ser cumprida. A morte virá em um dia qualquer, sem avisar. Então, pare de adiar a sua felicidade: viva o hoje, pois o mundo seguirá seu curso com ou sem você."
— Ginho Peralta

​"A morte não escolhe grandes momentos; ela chega em um dia comum, ignorando seus planos inacabados. O mundo não fará uma pausa por você. Portanto, não espere o 'dia perfeito' para ser feliz. Viva com a intensidade de quem sabe que o tempo é o único luxo que não se recupera."
— Ginho Peralta

O nascimento abre os olhos. A morte fecha as pálpebras. Entre um e outro existe a oportunidade de amar, aprender, servir, perdoar e deixar um pouco de luz no caminho dos que vêm depois.

A vida é o intervalo sagrado entre o nascimento e a morte, uma oportunidade de lapidar a alma até que ela esteja pronta para regressar à Fonte de onde veio.

A Morte e Eu
Rio de Janeiro — 23:50
EU
Morte, minh'amiga, escuta o meu clamor,
Leva esta alma que já se desfaz.
Para mim só resta a noite e a dor,
Na escuridão eu busco a minha paz.
Aos teus pés me ponho a caminhar,
Deste sofrimento quero me livrar!
MORTE
Quem roga forte pelo nome meu?
Chamaste até meu longo sobrenome...
Olha a beleza que o tempo me deu,
A minha imagem o teu medo consome.
Não trago a crueldade em minhas mãos de luto,
Eu fui o teu alívio em menos de um minuto.
Eu sou a punição que o traidor desaba,
E a certeza exata em que tudo desaba.
Eu sou o carrasco e a mão mais amiga,
Que no século passado já curará tua intriga.
23:53
EU
Espera... os olhos abro com espanto,
Vejo quão linda és, meu pálido anjo!
A cada passo sinto o teu confronto,
Olho o relógio e vejo que não estou pronto!
Não pode ser o fim do meu estado,
O velho tempo ainda não foi parado!
MORTE
Tu negavas agora o que pediu?
O tempo dos mortais é como um açoite.
Amanhã o meu manto um rei vestiu,
Mas escolhi ser bela na tua noite.
Não temas o fim, sou a certeza real,
E a minha beleza é sempre atemporal.
23:55
EU
Monstro maldito vestido de gala!
Que ostenta o fim como se fosse glória!
Rogo a pior praga da história,
Rasgando as páginas da minha memória!
Te dou meu ouro, as rimas, meu tesouro,
Mas não me leves para esse douro!
MORTE
Tuas moedas já envelheceram no ano que vem,
E os faraós me entregam esse ouro agora.
Nenhum suborno me afasta de alguém,
Pois eu já terminei quando fores embora.
Compreendo o teu ódio, ele o meu peito adorna,
Mas sou o teu alívio, e a minha paz te torna.
23:57
EU
O chão sumiu, já não sinto o meu peso,
A escuridão engoliu o meu ser.
O mundo apaga o que tinha de aceso,
Resta-me apenas chorar e sofrer.
Se eu der um passo em tua direção,
Cessa o mistério e a dor do coração?
MORTE
O teu pranto antigo com o meu véu combinará,
Lágrimas frias que no passado eu sequei.
Tu já tocaste minha mão que virá,
E o frio que sentes foi o calor que eu deixei.
Eu não sou cruel, descanse em meu charme,
Eu gostava do instante em que tentas tocar-me.
23:59
EU
Olho teus olhos... aceito o destino.
Quero partir, dar o fim ao meu pranto,
Mas tremo ao ouvir este som repentino,
Pois temo o mistério além do teu manto.
O que há depois que você me levar?
Tenho medo do além onde vou acordar...
MORTE
Eu abriria o portal, mas não sigo contigo,
O meu papel é só dar a passagem.
O pós-fim é teu, meu assustado amigo,
E cada alma desenha a sua própria viagem.
O que hás de encontrar na eterna morada
Dependeu da expectativa em tua mente guardada.
Tua entrega assustada é a minha canção,
O quadro perfeito da tua transição.
00:00
MORTE
O tempo parou... ou a história começa?
Bati a meia-noite que ontem já deu.
Recolho o meu manto, não tenho mais pressa,
Pois o cortejo mais lindo da noite... foi meu.

O silêncio e a palavra ⁠caminham de mãos dadas.O silêncio já salvou pessoas até da morte.E o grito na hora oportuna também já impediu até de mulheres serem vendidas a traficantes de pessoas em aeroportos.Por isso, que a sabedoria não é sempre calar,mas falar na hora certa e às vezes ser sábio é confiar nos instintos e gritar mesmo parecendo ser um louco que luta pela sobrevivência neste mundo cheio de perversidade,mas que ainda habita amor e a esperança.

"A morte é o fim do ego."

"Quando estiver dirigindo, não atenda o celular: a morte adora passar trotes."

A vida
Procura a morte
Quem tiver sorte
Pode ser forte
Mas fica sem norte

Não será a vida que irá me apagar, tampouco a morte que me trará o brilho, é o amor que faz cantar, rir e chorar, nosso tempo não estará muito distante, o que acalma a ilusão são, as verdades escondidas nas mentiras de amar eternamente...
(Patife)