Falecimento
Canto nas minhas dessintonias as melodias que o silêncio pode criar.
Danço nas minhas dessincronias as coreografias que o sonho pode inventar.
Sou intenso, dos desgostos aos prazeres, do simples às demasias.
Vivo o silêncio da realidade e o estrondo nas minhas fantasias.
Sou culto e sou vulgar, cada personalidade na sua merecida hora.
Onde não me cabe, parto! Sem despedidas vou-me embora!
A vida é um jogo que só acaba quando morremos, tirando isso, sempre estamos recomeçando uma nova partida...
Toda mulher deveria saber que recuar pode ser questão de sobrevivência. É necessário ter sensibilidade para perceber a hora de partir.
No peito a dor, na mente a dúvida de está ou não fazendo o certo, talvez seja egoísmo pensar só em mim, mais se todos os que eu amo os fazem porque só parece tão errado quando se trata de mim, aí não poderia imaginar os meus dias sem a minha pequena, e se não conseguir aguentar a saudades de tudo aqui, do mar que me afugenta em dias sóbrios, como poderia eu suportar, já é tão difícil não ter alguém pra me cuidar, mas pelo menos tenho o teu sorrisos pequena isla que faz o meu dia mas suportáveis, e se eu for para longe o que eu teria afinal, talvez muitas possibilidades, mas também poderia não ter nada além do meu normal aqui quando vc já nem existia.
Se a gente soubesse que não haveria um amanhã, hoje tentaria ser feliz o máximo que pudesse para que na partida as últimas lembranças fossem alegres.
Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia,
Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha.
No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto.
Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário,
Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário.
A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero,
E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro.
Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua,
Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua
Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio,
E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio.
As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor,
Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora.
A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão,
Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão.
Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa,
Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa.
A mulher ainda vive nos recantos da tua mente,
Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente.
Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo,
E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo.
Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão,
Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção.
Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita,
E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita.
Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia,
Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.
Na separação, o amor se transforma em memórias que aquecem o coração, enquanto o ódio se torna o frio silêncio que preenche o vazio deixado pela partida.
“Eu aprendi a resolver as coisas indo embora, e isso sempre funcionou para mim, ficar talvez poderia funcionar, mas nem sempre dependeu só de mim.”
Nós nos conformamos com o ciclo natural das coisas,
E esquecemos a essência da vida.
Esquecemos de vivê-la e muitas vezes vivemos tentando entendê-la.
Uma hora, iremos partir, seremos lembrados?
Não sei... Talvez não, talvez sim...
Mas, acredito que a lembrança ficará para os próximos (bem próximos), mas quando esses próximos partirem, essas lembranças irão ser apagadas...
E,
A vida continua... Como se nada tivesse acontecido e você nunca tivesse vivido, até que algum dia alguém por ventura encontre você, não mais físico é lógico, mas sim, nas marcas que você deixou registrado no imenso lugar que chamamos mundo.
Se você não for grande, você só será mais uma gota dentro de um oceano.
Amores são encontros fortuitos pelos caminhos, sem hora de chegada, tempo de duração e muito menos momento de partida. A vida segue em par ou sozinho, sempre em nome do amor próprio na incessante fé no movimento.
Reflita:
O meu mais de meio século vivido nesta terra, me mostrou que até os mais nobres são esquecidos após sua partida, uns mais e outros em menos tempo!
Dentre tantos momento
vividos, tantas lágrimas derramadas...
único objetivo da vida,
é permanecer conectada,
ao medo de amar...
pelo simples fato de um dia
ter sido machucada!
O amor não explica sua força pela fala, mas pelas pequenas atitudes que entrelaça o coração de quem com a mesma ânsia de vive-lo escolheu permanecer ficar ao teu lado mesmo quando a única saída era abandona-lo.
Quando é necessário dizer adeus...
Elizabete Gilbert afirmou que em determinado momento do seu casamento frustrado, sentiu vontade de sair correndo de fininho e parar de correr somente quando chegasse na Groelândia. Confesso que também tive essa vontade no decorrer do meu casamento, ou melhor, no final dele. Eu simplesmente não queria ter que dizer adeus para algo que escolhi por livre e espontânea vontade para a minha vida. Como assim o meu sim dito aos pés do altar estava virando uma possibilidade de partida? Não era isso que eu tinha planejado, era pra ser pra sempre, mas a única coisa que insistia em permanecer era a infelicidade diária, era não ter vontade de voltar para a própria casa depois de um longo dia de trabalho, era perguntar pra Elizabete em quantos dias eu conseguiria chegar na Groelândia.
E o meu casamento tornou-se uma receita que desanda, como um pão que não cresce, algo que não sabia como consertar. Peguei-me diversas vezes a me perguntar se era possível resgatar a intimidade, procurei por um tipo de botão que a colocasse de volta no lugar, pois ela havia se perdido em alguma parte do caminho. E eu não queria nada demais, eu só queria que tudo voltasse a ser como era antes, simples assim. E a minha vontade de sumir só aumentava, até quando eu percebi que eu estava apenas evitando o inevitável e querendo me ausentar da responsabilidade de dizer a palavrinha que ninguém quer ouvir ou dizer. Eu precisava, mas não queria dizer “adeus”.
Finalmente criei coragem, percebi que a minha presença vazia era bem pior que a minha partida definitiva. Doeu dizer, doeu causar tanta tristeza, doeu de todas as formas que um adeus pode doer. Eu senti culpa, remorso, dor e todos os seus sinônimos. Nos momentos em que busquei por equilíbrio, todos esses sentimentos disfarçaram-se de um quase arrependimento, como quem quer voltar para o ninho que se desfez.
Hoje percebo de quantas formas o adeus tornou-se a melhor alternativa, pois foi ele que preservou o respeito e um pouco de dignidade, foi ele que impediu que gastássemos todas as impossibilidades de voltar a ser feliz juntos. Foi ele que permitiu que pudéssemos ser felizes novamente, embora tendo feitos outras escolhas.
Eu preciso te dizer agora, o que nunca disse antes...faz muito tempo, eu sei!
Temi tanto a sua partida, que parti primeiro...foi isso
Era insuportável ficar longe de você
Insuportável imaginar todas as possibilidades de você decidir não mais ficar comigo
Insuportável esperar
E de verdade, acreditei que era essa a solução e que depois de um tempo tudo se normalizava
E a verdade é que nunca foi normal, nunca!
Nunca foi igual a nada, nem durante, nem depois, nem agora.
E eu nunca soube como explicar você pra mim, nunca soube me entender em você, era simplesmente intenso e indecifrável!
É como se eu tivesse me encontrado em você e essa ideia me assustava demais...eu não estava pronta para "nós".
Devia ter trago flores enquanto a tive, não quando sua presença se tornou uma memória, quando seu "te amo" se tornou um "adeus" ou um "espero que fique bem".
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