Falar
E quando você não para de falar e eu pensando em te beijar
E quando eu pego o seu cangote para poder lhe calar
E quando você me Agarra e não para de me beijar
É quando você me empurra sobre a cama para poder me amar
A bolsa senta
Faz tempo que queria falar sobre esse tema, ocupa-se a cadeira com a pessoa e outra cadeira com a bolsa e nunca perceber que tem pessoas em pé necessitando de cadeira, isso serve para sofás, bancos e afins.
Quando a gente vai para o cinema a gente pula uma cadeira depois de duas cadeiras ocupadas e fica de olho se tem cadeira sobrando para eu escorar a bolsa.
Eu não sei se a bolsa é um medo de gente, a bolsa me protege, a bolsa me isola, a bolsa me dá um certo espaço, ou se é falta de altruísmo mesmo, falta pensar no outro, falta gentileza, falta um olhar mais simples.
Guardar lugar também acho uma coisa tão desigual, o outro chega tarde e senta, já eu que cheguei primeiro tenho que ficar em pé porque tem bolsas guardando lugar. Tudo bem, é legal ter companhia ao lado, fazer gentileza para amigos, fazer favor, mas acho injusto.
A vida é injusta mesmo.
Queria eu uma chance a mais de poder falar como fica incrivelmente linda com o cabelo preso sem pretensão nenhuma de estar arrumadinho.
E quando sorri com esse sorriso espontâneo
que contagia todos a rir junto eu me encanto.
E sentir seu perfume eu amo pois é como perfume de infância não existe semelhante.
E,quando para pra comer assim despreocupada e sem frescuras
fico bobo com tamanha simplicidade.
Quando resolve por aquela roupa bem simples que ainda não existe um elogio a altura para descreve tamanha doçura.
E esse cabelo,quando resolve jogar com as mãos eu me entrego inteiro ganhando um sorriso que é como sua melhor maquiagem.
Sabe já faz tempo que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se a palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração
Sabe já faz tempo que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se a palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração
e por falar em saudades ....
Cá estou eu madrugada adentro
Lutando com meus pensamentos
Para não pensar em você.
Mas .. o que posso fazer se sua vida está ligada a minha vida como se fosse uma sina encontrar em ti meu bem querer ,
Em outro mundo , além dos mares ,
Tão distante , em outro continente ,
Mas que se faz faz presente em minha mente ... Amor louco
Esse louco amor que atravessa barreiras , atravessa fronteiras,
indo além muito além ,
Sem idioma, raça , nação ou cor .
Que esmaga a ansiedade , que me mata de saudades , de você , esse louco amor.
Meditando sobre minha vida,
percebi que pra ter uma vida melhor,
temos que ouvir mais, falar menos.
ajudar mais, reclamar menos.
trabalhar mais, descansar menos
relaxar mais, se estressar menos
viver mais, postar menos.
Não adianta só falar "Eu quero você" e preciso provar que você realmente tem total interesse; Só assim para eu ter coragem de largar tudo pra viver com você.
Bom dia
e por falar em chuva,
já andava até meio esquecido como isso funciona.
Agora, o jeito é se prevenir
e quando precisar sair de casa, não se esqueça:
leve guarda-chuva/sombrinha, agasalho
mude o itinerário, saia do congestionamento
faça opção por itinerários de menor movimento.
e se atrasar, não se esqueça... dê notícias!
Fico preocupado e até angústiado:
imaginando chão molhada,agua correndo, asfalto cedendo
..e você, onde anda você?.... dê notícias, vá!
Qualquer aceno seu, acalma o coração, se desfaz ilusão e
já fico de prontidão,
"pensando mais grande e mais melhor!"
Hummm só você mesma para me fazer perder a classe, né
Como diz o ditado: perde-se a classe mas se mantém a majestade!
Hummm... beijos, beijos e mais beijos!
" Quem tem muita atitude e reprime o falar, consegue ter uma pegada corporal.Mas lança fora, o tempero atemporal que só o amor pode dar. E,quem fala muito e não tem atitude, lança , a paixão temporal do desejo, mas abre a mão de um encalço especial,... é o efeito sol e lua! E nesse eclipse do 'pega pega', o Bom mesmo, e só se bronzear e se refrescar. "
Quem disse que você não pode cansar e querer ficar o dia sem fazer nada e sem falar com ninguém?
Quem disse que você tem que ser forte e não pode chorar?
Quem disse que você não pode sentir medo?
Quem disse que você não pode demonstrar sua fragilidade?
Quem disse que não pode sentir raiva e querer que o mundo se exploda de vez em quando?
Quem disse que você tem que gostar de tudo e fazer tudo o que te pedem?
Quem disse que você TEM QUE?
Quem diz isso, meu caro, não tem tempo e disposição para ouvir sua alma...
Da vida vão te falar muitas coisas, mas só você provando do seu vinho pra saber quão doce e perigosa ela pode ser
O que falar dessa pessoa tão indecisa,racional,não sabe expressar seus sentimentos, se apega como desapega rápido, tudo vivido na intensidade como ela se apega,as vezes ou sempre louca, ama viver,brincar,fazer alguém rir,as vezes fora do padrões, ama quebrar regra fazer um novo para tudo.
"Seja prudente no teu falar quando se trata dos seus sonhos. Existem pessoas que já não sonham mais e ainda querem matam os seus."
—By Coelhinha
Eu queria ser precisado por que tenho tanto pra falar, tanto pra contar, tanto pra mostrar, tanto, tanto, tanto, que até parece meio egoísta, mas não é.
Suas lágrimas e dor sempre passam despercebidas. Não se pode - apesar disso - falar a mesma coisa dos seus erros.
Amiga, posso te falar, queria ter você por perto todos os dias, sabe por quê? Pois sua amizade me fascina, queria ser sua eterna amiga, mas você me troca por outras galinhas... Fazer o quê? Mas você vai ser sempre minha <3
IRONIA CRIATIVA
Hoje a Paulinha amanheceu “louca varrida” e implorou para eu falar dela aqui.
Paulinha é o nome de batismo para uma voz que fala com certa freqüência no meu ouvido direito, desde a minha infância. Ela é extremamente inconveniente. A sua voz esganiçada aparece como se estivesse lendo um texto escrito, chego a perceber as pausas das vírgulas e as ênfases nas partes mais importantes. A dita cuja não existe, mas, do nada, começa a “ler os textos” enquanto eu estou no chuveiro, dirigindo, tentando dormir, assistindo alguma série... No meio de reuniões importantes do trabalho ou quando, na sala de aula, dou um tempo para os alunos fazerem alguma atividade. Na verdade, a maluca lê textos AINDA NÃO ESCRITOS, e aí está a questão. ELA LÊ PARA QUE EU ESCREVA! O meu processo criativo é assim descrito.
A Paulinha tem um apetite fora do comum e gosto bem peculiar. Vive faminta! A mocinha é alimentada por cores de flores, cheiro de chão molhado pela chuva, pelo abrir dos olhos depois de um saboroso beijo de amor... Pelo sorriso da minha filha, por um momento de chateação, um longo gole de um bom vinho, uma nova paisagem durante uma viagem, pelo gosto forte de um café, pela minha TPM... E por tudo o que gere alguma forte emoção.
Mesmo bem alimentada, a moleca às vezes some por dias, semanas... E ela é bem desobediente, nunca vem quando eu preciso ou chamo (ou quando estou participando de algum concurso de contos ou tenho algum texto encomendado, por exemplo).
Minha memória é terrível, fato, então para transcrever o que ela dita, tenho sempre à mão o gravador do celular, um papel para anotação, um bloco de notas... Já documentei as leituras dela em guardanapos no meio de uma DR ou já interrompi conversas importantes para registrá-las, pois a garota já tinha “me feito o favor” de me desconectar dali, depois de tanta tagarelice. Posso recordar que, na adolescência, eu escrevia ditados da monstra usando batom em espelhos de banheiros alheios, e poemas inteiros nas camisas dos colegas, em final de período letivo.
Essa fantasma surge frequentemente no meio da madrugada, entre um pestanejo e outro (a diaba é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes motivos das minhas noites de insônia). O problema é que, escrava dessas leituras da garota, se eu não anotar... A “coisa toda” some em um piscar de olhos, evaporando no ar... Para nunca mais. São leituras textuais individuais, únicas, exclusivas e que não permitem replay.
Será um dom? Um cárcere? Um delírio? Insanidade? Um mistério ou feitiço? Acho que se resume na verdade em uma grande ironia criativa.
Obs.: A Paulinha nesse momento está aqui se revirando em gargalhadas. Ela já estava cansada de só observar eu levando o mérito e recebendo elogios, sendo que a grande artista na verdade é ela.
