Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
Sinto-me uma espécie de bolsa a rebentar de palavras e opiniões intercaladas. Ao mesmo tempo sinto-me várias pessoas que coordenam e organizam essas palavras num formato desigual. Não me imagino a estancar essas palavras numa parte qualquer do meu pensamento e abandona-las por lá. Sinto os meus valiosíssimos neurónios a agitarem-se em movimentos compulsivos e destrambelhados uns contra os outros.
Definitivamente têm toda a razão quando dizem que mais pareço uma cisterna de emoções. Não sei disfarçar o que sinto. Não sei mesmo, em nenhuma situação. Dizem que eu tenho o coração muito perto da boca. Dizem e dizem bem. Penso e quando dou por mim os meus pensamentos já ganharam vida (...)
Estive a pensar nos precipícios que se abriram à tua frente, nas dezenas de obstáculos que se ergueram perante ti, nas centenas de vezes que perdeste o controlo dos teus sentimentos. E reparei que soubeste sempre quando não podias dar mais um passo pois esse passo significaria a queda do precipício. Contornaste os obstáculos como te foi possível e mesmo com os sentidos débeis e fracos nunca deixaste de acreditar nos teus ideais. Essa é uma característica de peso, ainda mais quando estamos a falar de uma pessoa tão desequilibrada como tu.
Como o bálsamo depois da inflamação
Inesperadamente, sou atacada por uma sensação súbita e repentina. Podemos chamar-lhe talvez, arrevesado e confuso sentimento de alívio. Como se deixasse finalmente o meu coração repousar, como se eu própria lhe tivesse oferecido um bálsamo depois de tanta inflamação. Agora tenho absoluta certeza de que estás certa quando me tentas mostrar que, sim, existem feridas e contusões em que somos quase obrigadas a deixar que as mesmas inflamem durante alguns instantes, para que então possam ficar totalmente sanadas.
Quando tiveres um proplema e somente resolve-lo de momento, conserteza o problema irá voltar. Se queres a solução, experimente atacar a causa desse tal problema e verás resultado!
Que a coisa mais linda do mundo seja pra voce a coisa mais bela e mais especial que esta coisa seja a mulher que voce ama e que voce deseja passar todos os seus dias ao lado dela que esta coisa represente pra voce todos os dias de sua vida seus dias suas noites suas horas seus minutos seus segundo seu motivo de viver que nada mais nada seja mais especial que ela e que estes momentos e que este amor seja seu alimento que ele possa matar sua fomo sua sede e que sacie todas suas vontades e todos seus desejos que este amor seja o perfume mais doce que voce já tenha sentido em sua vida então ame seja amado pro resto de sua vida ame ame e ame
Que maravilha para nós termos ao menos uma época:"O dia internacional da Mulher".
Melhor será, então, quando todas as mulheres tiverem a sua importância reconhecida na rotina do seu trabalho ou da vida em família, o ano inteiro.
Mas para que tudo isso se torne uma realidade, ao contrário do que muitas mulheres pensam, não depende dos outros, dos maridos, dos filhos, dos pais.
Depende da postura de cada uma diante de si mesma, do valor que credita para a sua pessoa.
Portanto, seja você cada vez mais "senhora do seu destino", sem querer competir com os homens, nossos companheiros de jornada nesta vida, e sim, caminhando ao lado deles, amando e sendo amada!
Por isso, grande mulher, nunca tema o seu poder. Exerça-o com naturalidade, amor e sabedoria!
Marilina Baccarat de Almeida Leão (escritora brasileira)
você já parou pra pensar como seria o mundo sem difamação? sem homem difamando mulher, sem mulher difamando homem, um entendesse o lado do outro, como seria o mundo?
Eu cansei de querer quem não me queria.
Cansei de dar carinho para quem não merecia.
Cansei de ser bom e não ser valorizado.
Cansei de dar amor e não ser amado.
Não quero, mas fazer o bem para quem só que me fazer mal.
Não vou mais querer colocar uma virgular onde deveria ter um ponto final.
Eu já me doo, eu já fui inocente, mas hoje eu sei e eu avisei que cansaria e eu cansei.
Linguagem Simples não pode ser pretexto para a banalização da nossa língua / linguagem, nem ser apropriada e gerenciada por tutores manipuladores, de honestidade intelectual duvidosa, com viés de dominação cultural.
A Penumbra do Âmago Melancólico.
Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.
Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".
"De caráter puro e sentimento ilibado,desejo ser presenteado com teus elogios, sei que são verdadeiros de contexto digno e afetuoso reconhecimento."
"Remanescente sou da velha guarda que se resguarda e não se doa de forma covarde a qualquer pessoa que me dispara um eu te amo."
"Vitimado sou de pessoas de sentimentos mesquinhos que não me quer nem deseja,mas que insistem em estar comigo pra que outros não estejam."
"Não julgo nem chamo a sociedade de hipócrita, só quero entender o motivo que eles pedem pra matar,juizes do crucificado seja aqueles que não nos maltrataram e que de graças nos aconselharam."
“Avante, Brigada Ligeira!
Atacai com as armas!” disse ele:
Para o vale da Morte
Cavalgavam.seiscentos soldados
“Avante, Brigada Ligeira!”
Por acaso um homem amedrontado havia?
Não, embora soubessem os soldados
Que alguém a verdade não falava:
Eles responder não podiam,
Eles argumentar não podiam,
Eles obedecer e morrer podiam apenas:
Para o vale da Morte
Cavalgavam .seiscentos soldados
À direita, canhão,
À esquerda, canhão,
À frente, canhão
Atiravam e rimbobavam;
Com tiros e granadas fulminados,
Sem medo audazmente avançavam
Da Morte para as garras,
Do Inferno para a boca
Cavalgavam seiscentos soldados.
Num átimo, os sabres desembainhavam.
Os quais, no alto, cintilhantes,
Canhoneiros ali golpeavam,
Um exército atacando, diante
De um mundo atônito:
Da bateria pela fumaça sufocados;
Cossacos e russos,
Vacilantes ante os sabres dos golpes,
Destroçavam-se e partiam-se.
Recuaram em seguida, mas não –
Não os seiscentos soldados.
À direita, canhão,
À esquerda, canhão
Atrás, canhão
Atiravam e atroavam;
Por tiros e granadas fulminados,
Enquanto caem cavalos e heróis,
Logo eles, combatentes aguerridos,
Nas garras da Morte cair foram,
Da boca do Inferno de regresso,
Foi tudo o que restou
Desses seiscentos homens.
Pode, algum dia, sua glória se apagar
Oh, temerário esforço despendido!
O mundo inteiro se pergunta.
Honra à luta travada!
Honra à Brigada Ligeira,
Nobreza de seiscentos heróis!
