Existencial
OBRA DA VIDA: Sentido e Propósito Existencial
"Se já nascêssemos sabendo tudo sobre a existência, qual seria o mistério da vida?"
Todos nós vivemos o grande desamparo existencial em nossas existências terrenas frágeis. Se não tivéssemos a capacidade a capacidade de nos vermos internamente, não poderíamos fazer análise alguma sobre nossa jornada neste mundo.
A saciedade é o ponto em que você deve enfrentar a revelação existencial de que você realmente não queria o que parecia tão desesperado para ter, que seus desejos mais urgentes são apenas um truque vitalista imundo para manter o show na estrada.
Expressara-se Propheros, nestes termos: - a Vida existencial é muito curta, para que os mortais se preocupem com pequeninas coisas do dia a dia. Porém, como seria a Vida, sem as preocupações sobre essas pequeninas coisas? Tenho por certo que, um verdadeiro enfado seria, se não houvesse com o que se preocupar! Acredito que o próprio Destino deu aos Homens a tarefa de se ocupar das pequenas coisas, aparentemente sem importância, a fim de que eles encontrem motivos para sempre irem adiante, resolvendo seus problemas. Porque enquanto estão ocupados em tentar resolve-los, não pensam na insignificância da maioria deles.
Às 10:50 um 01.05.2026
''O Sujeito Existencial tem consciência de que seu Idealismo Existencial apenas é uma ilusão como uma tentativa de alcançar a sua felicidade mesmo que seja apenas uma ilusão´´
O vácuo existencial é a área de segurança que o Divino insiste em demarcar para provar que toda outra plenitude é apenas uma ilusão temporária.
O cansaço existencial é o alarme da alma exaurida pela dieta forçada de superficialidade que a rotina impõe.
A exaustão existencial é a prova de que lutamos batalhas que ninguém consegue ver, combates travados na calada da mente contra o peso esmagador das expectativas não cumpridas, e o esforço de levantar a cada manhã, quando a gravidade da alma parece maior, é um ato de heroísmo silencioso que ultrapassa qualquer feito público ou medalha de honra. É na quietude desse cansaço que a gente decide, mais uma vez, que a dignidade de existir vale mais do que a facilidade de desistir.
Há um tipo de cansaço existencial que nasce de sentir demais em um mundo treinado para anestesiar emoções.
O mecanismo que a clínica reconhece como adiamento existencial tem estrutura de dívida psíquica: vende-se o presente em nome de um futuro que raramente chega com a forma prometida, e o passado cobra com juros de sentido — não em moeda, mas em sonhos não realizados, em percepções tardias do que poderia ter sido. O que se perde não é o tempo cronológico, mas a capacidade de habitar o instante: o sujeito torna-se mendigo não do futuro, mas do agora — estendendo a mão não ao relógio, mas àquilo que, dentro dele, já não sabe como acessar. E assim avança empobrecido, não de horas, mas de experiência real.
Ao longo da nossa caminhada existencial nos deparamos com inúmeros desafios, mas nenhum deles é maior do que "o desafio de desafiar-se e vencer-se a si mesmo todos os dias"! Em um mundo onde a comparação e a competitividade tentam ditar regras o tempo todo, torna-se essencial a busca incessante pelo domínio das emoções para não ser dominado por elas!
Todos os dias a vida nos instiga: "decidir ou desistir". Isso implica "aceitar ou rejeitar" os desafios que a caminhada nos impõe!
Depende de cada um escolher ser "livre ou refém de si mesmo", ou seja, protagonista ou vítima das suas próprias emoções e, consequentemente, da sua própria história. Conforme já disse o poeta: "viver é muito perigoso!". E o que a vida exige de nós? Coragem!
Entretanto, é preciso lembrar que a coragem exige fé e resiliência, mas também renúncia, e ainda a capacidade de abandonar a resistência às velhas crenças e aos velhos padrões que impedem a evolução e o crescimento.
A vida é desafio que impõe desafios, mas também é desafiar-se a si mesmo, para tornar insignificantes os demais desafios e ser Vitória!
Solange Ferreira
Vivemos a era da conexão digital e do desligamento existencial: nunca estivemos tão conectados uns aos outros e tão distantes de nós mesmos.
O Homo Sapiens é testemunha fugaz de seu próprio funeral existencial, enquanto ser contido na realidade do espaço/tempo.
Ao perceber que até o seu silêncio alimenta a engrenagem, você descobre, num frio existencial, que não há fora do jogo político apenas peças conscientes de seu movimento, ou engrenagens inconscientes de sua própria moagem.
Prefiro eu mesmo traçar o plano existencial da minha vida. Diante de hospitais lotados, da fome e de tragédias globais, é de uma vaidade cega crer que Deus pausaria o cosmos para mimar o meu amanhã, enquanto tantos clamam por socorro imediato. Assumo meus passos para que a providência divina se ocupe de quem realmente precisa."
Recuso-me a sentar e esperar o que Deus 'está preparando' para mim. Supor que o Criador prioriza o meu conforto individual enquanto ignora o clamor dos inocentes não é fé, é egocentrismo disfarçado de piedade. Prefiro eu mesmo gerenciar minha existência e poupar a divindade de caprichos, pois o mundo transborda de dores reais implorando por auxílio."
Solidão existencial: não ter com quem compartilhar quem você é:
Quem examina com maior profundidade a si mesmo, as relações e o próprio viver, dificilmente encontra com quem possa compartilhar o que pensa, sente e faz.
Mesmo considerado inteligente e sensível, pode sentir-se pouco percebido e sem pertencimento.
É difícil, mas você não está só!
O vazio existencial afoga as pessoas dentro de um vasto oceano de incertezas e cheio de nada e a mente chora, soluça e não suporta, por insanidade auto flagela se, no corpo pouco saudável mas contornado em beleza no padrão das medidas estéticas.
