Eu Vou Seguindo sem Voce
Eu posso ser muitas, posso estar em vários lugares por questão de segundos, eu vou onde quero, com meus pensamentos ambulantes e viciantes do querer de prazer.
Hoje eu irei dormir, e mais um sonho vou ter. A Lua vai cantar ''Imagine'', e eu vou acordar amanhã com o Sol alegre á cantar ''Penny Lane''.
“Não é que eu me canse das pessoas, me canso das suas mesmices. Por isso, muitas vezes vou embora, mesmo querendo ficar.”
“E lá vou eu, rumo ao hospital pela milésima vez neste ano, nervosa com sempre… Afinal ficar por lá por horas quando você está doente não é nada fácil, ainda mais quando você não precisa de ajuda…
Essa história começou a mais ou menos um ano e meio atrás, foi quando minha mãe percebeu que eu estava magra demais, não comia nada e mesmo assim me achava gorda. Foi uma fase muito difícil para ela.
Percebendo essas coisas, sempre me pedia pra comer mais um pouquinho, e eu todos os dias dizia o mesmo “to sem fome mãe” e a cada dia mais ela mostrava sua preocupação, seu cuidado comigo e eu achava que estava tudo bem, tudo sobre controle. Eu ia me sentindo fraca mas não percebia nada. Porque fome é o preço que se paga pela beleza, eu achava.
Mal sabia que estava errada, com a fome vinha a tontura, a dor no corpo e a fragilidade. Sentia necessidade de chorar, mas achava que não valia a pena desperdiçar lágrimas. No espelho, virada de costas via como as minhas omoplatas se sobressaiam e ficava mais robusta. Achava lindo! O jeito certo e impressionar os garotos - ainda que idiotas - da minha sala.
Eu achava que todos queria ser igual a mim, loira dos cabelos lisos, branquinha feito anjo, olhos verdes e magra, igual às modelos da Colcci… Achava-me a mais bonita de todas, mas sempre precisando emagrecer mais um pouquinho. E se eu sentia fome? Claro! Quem não sente? Mas eu pagava esse preço que era preciso para estar satisfeita ou quase satisfeita.
Em janeiro desse ano já estava quase feliz e realizada com o meu corpo, até que um dia, no meio da aula de história - a que eu acho a mais legal - estava tão fraca que desmaiei, foi um desespero total. Minha mãe achava que fosse me perder… Consegui nesse dia dispertar o mesmo lado de preocupação que minha mãe sentia, mas ela tinha que entender, não seria feliz gorda igual a um bolo fofo.
Quando eu acordava, me sentindo ainda bem fraca, via minha mãe ao meu lado com as mãos nas minhas e chorando muito, fechava os olhos e assim ficava e depois comecei a perceber as consequências por eu tentar ser “perfeita”, logo ao abrir os olhos, eu estava em uma cama de hospital e minha rainha ainda ali, ao meu lado, sofrendo. Fiquei três dias lá - o maior tempo que fiquei no hospital - , sobre a cama, tomando soro e dormindo por causa da sonda. Quando tive alta para poder ir para minha casa, vi uma flor com o cartão no meio delas, “se cuida por mim” estava escrito no pequeno papel, era de um garoto muito especial. Com isso, saindo dali ganhei uma flor, um amor e uns quilinhos a mais. ““E lá vou eu, rumo ao hospital pela milésima vez neste ano, nervosa com sempre… Afinal ficar por lá por horas quando você está doente não é nada fácil, ainda mais quando você não precisa de ajuda…
Essa história começou a mais ou menos um ano e meio atrás, foi quando minha mãe percebeu que eu estava magra demais, não comia nada e mesmo assim me achava gorda. Foi uma fase muito difícil para ela.
Percebendo essas coisas, sempre me pedia pra comer mais um pouquinho, e eu todos os dias dizia o mesmo “to sem fome mãe” e a cada dia mais ela mostrava sua preocupação, seu cuidado comigo e eu achava que estava tudo bem, tudo sobre controle. Eu ia me sentindo fraca mas não percebia nada. Porque fome é o preço que se paga pela beleza, eu achava.
Mal sabia que estava errada, com a fome vinha a tontura, a dor no corpo e a fragilidade. Sentia necessidade de chorar, mas achava que não valia a pena desperdiçar lágrimas. No espelho, virada de costas via como as minhas omoplatas se sobressaiam e ficava mais robusta. Achava lindo! O jeito certo e impressionar os garotos - ainda que idiotas - da minha sala.
Eu achava que todos queria ser igual a mim, loira dos cabelos lisos, branquinha feito anjo, olhos verdes e magra, igual às modelos da Colcci… Achava-me a mais bonita de todas, mas sempre precisando emagrecer mais um pouquinho. E se eu sentia fome? Claro! Quem não sente? Mas eu pagava esse preço que era preciso para estar satisfeita ou quase satisfeita.
Em janeiro desse ano já estava quase feliz e realizada com o meu corpo, até que um dia, no meio da aula de história - a que eu acho a mais legal - estava tão fraca que desmaiei, foi um desespero total. Minha mãe achava que fosse me perder… Consegui nesse dia dispertar o mesmo lado de preocupação que minha mãe sentia, mas ela tinha que entender, não seria feliz gorda igual a um bolo fofo.
Quando eu acordava, me sentindo ainda bem fraca, via minha mãe ao meu lado com as mãos nas minhas e chorando muito, fechava os olhos e assim ficava e depois comecei a perceber as consequências por eu tentar ser “perfeita”, logo ao abrir os olhos, eu estava em uma cama de hospital e minha rainha ainda ali, ao meu lado, sofrendo. Fiquei três dias lá - o maior tempo que fiquei no hospital - , sobre a cama, tomando soro e dormindo por causa da sonda. Quando tive alta para poder ir para minha casa, vi uma flor com o cartão no meio delas, “se cuida por mim” estava escrito no pequeno papel, era de um garoto muito especial. Com isso, saindo dali ganhei uma flor, um amor e uns quilinhos a mais. “
O que me deixa tranquilo é saber que amanhã
eu não vou me lembrar de quase nada mesmo.
Algumas memórias o tempo irá simplesmente apagar,
outras ele irá me ensinar a me acostumar.
Enquanto meu mundo se resumir a Deus, belas frases, ótima música e pessoas agradáveis, eu vou sobreviver.
Eu vou cuidar de mim, fazer minhas músicas,
compor histórias de amor.
Li, reli e troquei de página e continuo a mesma coisa.
Dessa vez eu vou compor minhas músicas, alterar as letras e fazer valer a pena a minha vida sozinha, embora, feliz e livre de tudo e de todos.
Lembra do que eu disse no nosso último encontro? Vou refrescar-lhe a memória. Eu disse vá, não disse "sinta minha falta".
Eu sei que o tempo vai passar muita coisa vai acontecer e aquele beijo que eu te dei nunca mais vou esquecer.
Aô cawboy ajeitado, vem pro meu lado que vou te laçar , se eu te pegar novinho , não me cobre nada se acaso vc se apaixonar .
"Se tua paz toca minha vida, tudo se torna simples, meu olhos se abrirão, e eu vou encontrar a direção.
Se tua paz invade meu ser, tudo faz sentido, e as respostas das minhas antigas perguntas sanadas são e tudo fica lindo quando toco a sua mão"
31/05/12.
Sabe quando eu me reguardo, e com suas palavras vou me soltando, meu coração vai novamente abrindo espaço para que você se mova dentro dele, ai então, você some, e você volta e com medo me reguardo novamente, mas dessa vez em dobro.
Agora vou lhe contar uma história.
Aconteceu comigo, em uma tarde quente de verão, estava eu e mais Três amigos.
Como de costume iriamos a maceió todos os finais de semana.
Só que especialmente neste dia, algo deu Errado. Eu senti que iria acontecer alguma coisa e que nada que eu fizesse mudaria isso.
Era 08:00 da manhã, tomei meu café e aguardei sentado por Carlos, que era nosso motorista e também um amigo.
Quando foi 08:10 chega Carlos com seu Fiat Uno cor Prata, e me chama para ir buscar o Marcos e passar na casa dos irmãos José e Manoel
Fomos buscar o Marcos, chegando na casa dele tivemos que chamar por cerca de Cinco minutos até ele acordar e escovar os dentes já eram 08:30
da manhã. Tínhamos combinado que buscaríamos o José e o Manoel as 09:00.
Marcos entrou no carro e seguimos viagem em uma estrada sem acostamento, na qual não me recordo o nome. Quando de Repente:
Ouvimos um estouro, logo o carro começou a rodar, e em seguida senti meu corpo pesado, minha respiração estava fraca. Havia muita fumaça e muitas pessoas
olhando e dizendo "Será que alguém sobreviveu", não podia pensar em mais nada naquele momento, senti uma paz dentro de mim. Percebi que havia morrido meus dois
Amigos, e que por algo inexplicável eu havia sido protegido porque estava no banco traseiro da direita do carro, pois a parte esquerda do veiculo foi cortada ao meio por uma arvore. não conseguia sentir minhas pernas, minha visão estava turva e eu sentia algo descendo em minha camisa "Sangue".
Ouço uma voz que me diz: "Você vai ficar bem, o Samu Já está chegando".
Uma jovem moça de mais ou menos 21 anos, olhos verdes pegou em minha mão ensanguentada e apertou forte e eu sentia que a força daquela jovem era de tal forma, parte de mim naquele momento. Então fechei os olhos e quando acordei eu estava na UTI, meu corpo estava todo coberto por um lençol branco, não conseguia me mover, tentei mexer meus pés e não conseguia, quando de repente chega um Médico e me diz: "Você se sente bem? Sabia que é muita sorte você estar vivo depois de um acidente como esse? Você está vivo graças a uma moça que tirou você do carro, pois o carro estava vazando combustivel e depois pegou fogo.
Naquele momento eu percebi, que havia um anjo em forma de Humano ao meu lado. Ela estava no lugar certo, na Hora certa e no momento exato.
Agradeço a Deus todos os dias por ter me dado uma segunda chance e ter me enviado um dos seus.
Agradeça enquanto puder, ame enquanto puder, pois a vida é um fio e este fio pode ser cortado a qualquer momento.
Eu nunca vou compreender as pessoas que finge me amar, só pra ter meus carinhos, seria tão mais fácil dizer: me dá um pouco do seu colo e depois vá embora.
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