Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Viajando
Vou andando sem saber o que vivi
Não quero no presente
Nem no futuro
Chorar pelo que perdi
Quero apenas sentir meu corpo
Vivo na esperança e sonhar
Sem mistério a desvendar
Sou brasileira e mulher
Vou pela estrada a fora
Não me chame de senhora
Não se preocupe com meu nome
Me chame Maria, Severina,
Marina, Clementina
Ou outro qualquer
Sou todas Marias,
Sou todos José...
Viajando
Vivo na esperança de sonhar
Sem mistério a desvendar
Sou brasileira e mulher
Vou pela estrada a fora
Não me chame de senhora
Não se preocupe com o meu nome
Me chame Maria, Severina,
Marina, Clementina
Ou outro qualquer
Sou todas Marias,
Sou todos Josés
...
AGORA É A HORA DEVO IR
Não vou me desculpar
Pelo erro onde tentas me culpar
Olhe prá dentro de você
E veja se decifra o porquê
Enxergue o seu erro
Não me culpe pelo berro
Cante no precioso instante
Levando a vida amante
Adeus é a palavra certa
Para essa atitude incerta
Acabou o amor
Só restou o pranto e a dor
Não há mais brilho
Vou a luta pelo trilho
Não olhe do seu jeito prá mim
Desse modo meu coração levará em conta sim
Se eu chorar
É apenas um cisco no olhar
Adeus, adeus, vou partir
Agora é a hora, devo ir
As alma também se fere e vou te afirmar que algumas pessoas fazem questão de assim o fazer na vida no outro. Todavia, você entende que houve cura quando lança um novo naquela direção e isso já não te dói mais.
Alessandra Gonçalves
Um dia difícil
Num céu azul de carneirinhos
Vou contando quantas formas
Passam por meus olhos
Nessa tarde de primavera (verão)
O som do celular me tráz de volta
Ao sol escaldante que bronzeia minha pele
E parece torrar meus neurônios
No choque térmico da notícia
A voz do outro lado engasga
A minha se cala...emudece
O suor salgado respinga dentro do olho
Que arde feito fogo no coração
Em segundos revivo uma vida
Repenso alguns valores
Desfaço de outros
Entonteço
O cérebro frita sob o sol
Um frio invade a alma
Os carneirinhos se foram
O céu está nublado
No peito, algo incomoda
Uma pressão que não passa
O celular se calou também
E eu...fraquejei
Ainda torpe, sigo em frente
O dia já se despede
O crepúsculo se aproxima
Enquanto a alma se agiganta
Feito uma galinha choca
Aninho os pintinhos sob as asas
Cansadas e pendentes
Vamos descansar....
Onde estão?
vou para arrombar
matar de vez a dor.
Quero me “descobrir”,
tirar a roupa suja,
Me banhar
Chorar, gritar no banheiro
Para ninguém me ver...
“me trocar”!
..
Sou como uma árvore...
Crio raiz
Me espalho
Dou bons frutos
Mas sempre vou precisar de sol é água para sobreviver.
Vocês meus amigos me regam das águas da sabedoria.
São vocês que com o coração puro de energia me transmite os raios de sol que eu preciso para minha existência. Eu agradeço a todos vocês por fazerem parte da minha árvore da vida.
por aqui vou
só
para quebrar a monotonia monossilábica da américa subsariana
desfraldando os himalais serenos
da escuridão de bocas avermelhadas e revoltas solitárias.
Ausente o encanto antes cultivado,
De provocar o desejo depois renunciar,
Mas não vou brigar por causa disso
Até penso duas vezes se quiser ficar.
Teimo em resgatar a essência do delito
Em ser mais confiante fui à sangrar.
Esse movimento estranho
De seus olhos me devorando
Me dá um arrepio tamanho
E logo vou me achegando...
Seu cheiro de lobo humano
Com as gotas de suor adocicado
Prometem um enlace insano
De duas feras em pleno cio sufocado...
mel - ((*_*))
De sorrisos amarelos e almas escuras já estou farto. Não sei se nessa vida vou conseguir, mas quem sabe - antes de morrer - eu conheça quem possa perfumar a minha alma.
