Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu aceito que muita gente não esteja nem aí pra mim. Mas meu namorado? Como assim, que relacionamento é esse? Que amor é esse que age com indiferença? Alguém me explica?
Eu não preciso de elogio ou consideração de quem não faz parte do meu dia a dia, de quem não me conhece de verdade... Os que estão comigo eu sei quem são, e por eles eu deixo fluir a sinceridade do meu coração. Eu não perco mais meu tempo em grupos ou "sistemas de cordialidade forçada" para colher a frieza da maioria das pessoas, eu me disponho de verdade a quem tem reciprocidade por mim. A lei da vida é a lei do retorno, nunca esqueça disso.
Ei esperança? Me enche!
Que eu seja grata por cada amanhecer.
Que eu possa deixar meu coração acreditar nos sonhos.
Espalhar sorrisos, olhares que conversam e abraços que curam.
Que no meio da guerra, eu possa ser a paz.
E que por mais que as coisas apertem, eu possa ser como um grão de areia, que não teme ao mar. Porque sabe que Deus está ali e por ora tudo vai acalmar.
Quando eu me sentir perdida, que eu possa me encontrar.
E que, por favor, a paciência durma e acorde comigo.
Porque só assim, eu poderei crescer e
oferecer flores, ao invés de espinhos.
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 14/03/2021 às 22:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Prazer , meu nome é desejo .. eu vim pra virar tua cabeça.. eu vim pra baguncar tua vida ...eu vim pra te deixar duvidoso ..inseguro .. eu vim pra mexer com teus sentidos....se entregue pra mim ...me deixa ser .. eu sou um enigma decifra- me ..sou um quebra cabeça..me descomplica ... eu sou tua metade , musica pros teus ouvidos ..fecha teus olhos e se entregue pra mim ... prometo te fazer sonhar acordado .. te levar ao céu no meu abraço.. prometo temperar o que estava sem graça ...eu vim pra deixar quente o que era morno ... eu vim pra te provar que fogo queima ,arde , mas também pode ser gostoso ... vem se queimar na paixão ardente do meu corpo ...
Flores de respeito
Eu tenho o meu valor
Não me vendo por presente
Não precisa me dar flor
Se em casa você mente
As flores eu mesmo compro
Só quero respeito e pronto
Não sou nenhuma carente.
Quando minhas mãos percorem seu corpo, eu a sinto com minha alma e abro meu coração. O desejo naturalmente vêm. Você é uma poesia que amo reler todos os dias.
Ela e o medo
Ao olhar para ela eu percebia como ela é linda
Via que toda vez que ela sorria
Meu coração a cada sorriso batia
Batidas essas que fazia meu corpo tremer
A vontade de se aproximar me consumia
Mas o medo que eu sentia me sucumbia
Pensava em uma forma de se aproximar
Mas nada eu conseguia pensar
Pois só de imaginar
De perto dela chegar
Eu tremia sem parar
À distância eu falava com ela
Mas ela não imaginava o que eu sentia
Interesse algum ela tinha
Mas o meu coração era o que mais sentia
Tentei não incomoda-la
Mas a minha mente nela mais pensava
Pensei: - se afastar era a solução
Mas isso doía lá no coração
Mesmo sentindo aquela dor
Não consegui esconder aquele sentimento que se formou
Tentei pensar que não era amor
Mas a verdade era amor
Como farei para demonstra-la
Aquele sentimento que nela tornara
Ainda não sei como me aproximar
Pois o medo em mim me impediu de lhe falar
Desabafando essa história estou
Aqui nesse poema que se formou
Antes só de imaginar eu tremia, sentia, meu coração gelado, uma pressão na garganta por tocar em uma dor que abalou milhões; mas lá, eu não sei, não foi estranho, foi como uma visita a uma tristeza esquecida, mas ainda sentida, ou desapercebida, que deixou marcas!
#Suzano13/03
A minha alma grita,
Pois meu corpo não quer envelhecer
Ah se eu pudesse escolher viver
Jamais por qualquer dor
Eu escolheria morrer.
Eu nasci nessas estancias
Da pampa que ao largo vai
Trago a sina de ginete
Que herdei do meu velho pai
Nas dita demarcatória
Não tive terra tropilha
Me toca o sangue encarnado
Do lanceiro farroupilha
Que maula, sou pelo duro
A história se me esqueceu
Fiquei cuidando cavalos
E campos que não são meus
É a vida é a história
Cosas de destino, revolução
Uns nascem pra maiungo
Outros nascem pra Peão.
Um dia na estancia
Um flete se desmamo
Me deram como descarte
E o potro guacho vingo
Era ´último oficio
Pras corda dum domador
O primeiro cavalo
Que vida me regalou
Se fomo quage dez lua
Naquele lançante inclemente
Onde cavalo e ginete
Medem força e pacença.
Era pura resistença
No palanque inclinado
O cabresto estirado
Preste se arrebentar
O tempo faz sujeita
A força é quage em vão
Dei nome de solidão
E terminei de enfrenar
Era flor aquele pingo
Clinudo, zoio salgo, Ligeiro como tainha
Era sestroso o bagual
Não tinha marca, sinal, Mas era tudo que eu tinha.
Que lindo aquele retosso
Naqueles findar de tarde
Era a própria liberdade
Demarcando território
O taura fica simplório
No orgulho do preparado
Se brandeava pro meu lado
Como quem nos pede um mate.
Nas noite despois das lida
Nos rumava pro bolicho
Saia dando relincho
Facero bem aplumado
Eu todo perfumado
No estrato de amor gaúcho
Era os dois virado em luxo
Pronto pra um retrato
Facerice era medonha, naquela nossa toada
Ringindo basto na estrada, encurtando os corredor
A sina de um payador
Que a vida não deu parada.
Sempre quis erguer um rancho
Nas volta de algum fundão
Pra eu, mais o solidão
Ter na morte um poso certo
Um galpão, Mangueira perto
A sombra de um caponete
Pro descanso do ginete
E uns ponteio no violão.
Pra quem tem quage nada
Qualquer cosa é furtuna
O campo beijando a laguna, aa silhueta da tarde
Galpão, pelego, um catre, pra lua que se boleia
A cada gole de canha
As ideia se empareia,
O pensamento volteia
Tal um compasso de tango
Assim no mais, vai ao tranco
A vida se faz pequena
O branco mescla a melena
O tempo que se perdeu...
A china que nunca tive, a cria que não lambeu
O campo que não é meu, mas rondei como se fosse.
A vida é quase um coice
Pra quem sem nada nasceu.
Pra se campeiro me basta
O céu, planuras, as estrada
É muito pra um monarca, sem posse nem procedência
Que te por dono a querência, cantada numa payada.
Um dia se vai um taura, como quem puxa um bocal
A doma agora é solita não trás amadrinhador.
Por fim em algum corredor, a de sobrar uma terra
Uma cruz onde se encerra a vida de um domador.
Nem quero muito alvoroço, também quem vai se importa
É só no mas pra constar nos anais do campeirismo
Nessa vida de xucrismo
Alguém hay de se lembrar
Só meu pingo,
Só ele me basta
Nessa última tropeada
No fim dessa estrada, onde repousa um tropeiro
Eu recordo, meu parceiro
Dos bolicho, das função
Foste meu único amigo
E te chamei de solidão.
Afinal, eu absorvo o mundo ao meu redor, e ele está mudando o tempo todo. Assim como toda a água que estava em meu corpo da última vez que nos encontramos foi substituída por outra, as coisas que me constituem também mudaram.
Hoje eu vim desejar um Feliz Aniversário para uma pessoa importante. Meu pai querido, te desejo muita saúde para seguir desempenhando esse papel tão importante de ser o guerreiro protetor da minha vida. Você é muito especial!
Deixa eu me apresentar
Que eu acabei de chegar
Depois que me escutar
Você vai lembrar meu nome
É que eu sou de um lugar
Onde o céu molha o chão
Céu e chão gruda no pé
Amarelo, azul e branco
