Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Às vezes, esqueço-me a escrever, e a pena vai comendo papel, com grave prejuízo meu, que sou autor.
Palácio Sangria
Caminhando sagaz com meu papel fugaz
Sussurrando na pele molhada a impressão familiar
Disposto, á espasmos, enxugar as gotas vis a brotar.
Como se vislumbra local tão decoroso e desonroso?
Alimentando os florão no alto da montanha,
belas flores carmim.
Tão primorosa quanto és perniciosa
a beleza vil que entorna.
Aquela chuva sorumbática que arrepia até a mim.
Dos arcos ogivais em camadas espinhosas,
vislumbram aturdidos as criaturas leais.
Do céu que pranteia carmesim,
nas arcadas reais caminham lentas
gotas rubis.
Um cântico que jamais gostaria de presenciar.
Ecoava aos longínquos campos sonoros.
daquele teatro perfurante.
Pois ouvia-se do salão o infame
mais que ignominioso.
Malithet, Melancólico Réquiem.
"Joguei pro alto"
A voz que insiste e repete,
Meu corpo ferve,
Sensações que não se explica,
Mas sente,
Corpo, alma, coração quente,
Tudo latente!
A voz que passeia pelo meu corpo,
Provoca arrepios e alvoroços!
Ouço com carinho...
Posso sentir seu gosto de vinho!
Sua voz deveria tocar na rádio
Como toca no meu coração!
Ouço exalando
Prazer, ebulição...
— Flor Morenna ♥
Quando olho para meu passado e vejo que tive uma boa infância, me preocupo com as próximas gerações que apenas existem, em seus mundos cada vez menores e portáteis.
Meu Pai Celestial: peço a tua proteção para esse dia que se inicia. Proteja-nos do mal, guia os nossos passos com tua luz para que do início ao fim o nosso dia seja abençoado.
Disputa
Em um jogo eletrizante
Um ganhou, outro perdeu.
Uma equipe era meu medo…
A outra equipe era eu.
Tempestade de gelo
No meu copo o apelo
Mar tenebroso no meu marasmo de zelo
Respiração profunda
Responde a pergunta
E eu flutuo enquanto a embarcação afunda.
AMIGO
Amigo incondicional
Verdadeiro companheiro
Às vezes, despreocupado,
Descansa bem ao meu lado.
Festeja a minha chegada
Chora com minha partida
Um parceiro confidente
Inestimável presente.
Nunca vi tamanho amor...
Não mereço tal carinho.
Meu amigo é um cachorro
Conhecido por Floquinho.
Navegando até o céu
Construí meu próprio barco
É um barquinho de papel…
Como ele é bonito!
Basta eu fechar os olhos
Que ele cruza o infinito
E navega até o céu.
Então te entrega o meu beijo
E me traz o teu abraço…
E rema por este rumo
Com tanta intensidade…
O meu barquinho tem nome,
Eu o chamo de SAUDADE.
Trânsito intenso
Transporto tantas razões
bem aqui da minha mente
lá para o meu coração
Transporto tantas emoções
aqui do meu coração
bem lá para a minha mente
E nesse trânsito intenso
de razão e de emoção
entre mente e coração…
Como ocorrem acidentes!
Benção
“A sua benção, papai!
A sua benção, mamãe!”
“Meu filho, Deus te abençoe!”
É pena que hoje pensem
Que esse tempo já se foi…
Pois a benção de uma mãe…
Pois a benção de um pai…
É benção que não se esquece!
É benção que sempre aquece!
É benção que permanece!
É benção que não se vai.
Seu doce colo
Sonhei que voltei no tempo
E realizei meu maior desejo…
Deitei-me em teu doce colo
E recebi um beijinho teu…
E apenas sussurrei: “Minha mãe!”
De repente, duas lágrimas de felicidade
Escorreram de meus olhos…
Acordei, voltando ao meu tempo…
Não mais senti o teu doce colo,
Não mais senti o beijinho teu…
E apenas sussurrei: “Minha mãe!”
De repente duas lágrimas de saudade
Escorreram de meus olhos…
Tudo"A sociedade muda".
O meu redentor vive, intransponível, incalculável, intransponível e soberano, sim, não há encoberto pra ele, qualquer obra maléfica de engano, a sociedade muda, com a variação, com avanços escandalizadores, são manifestos planos, que oprime, escraviza, engana, manipula, são artes contundentes modernas e arcaicas, essa pequena prosa poética em oração, Deus unico em Jesus, confiamos no poder que passou pela cruz, desata o nó, as armadilhas que a maldade impõe, engana, constrange e implica em deprimir, destruir uma gente refém.
Giovane Silva Santos
10/09/2022 05:34hs.
Deus abençoe a todos.
Você tocou profundamente
Meu coração
Feito vulcão.
Aqueceu...
E depois?
Feriu. E depois ?
Queimou e deixou
O peito gelido
Lá atrás, na casinha pequenina
Onde só o nosso amor cabia.
Hj não há mais o batente coração
O vulcão? Dormiu suas lavras
Na nota da melodia, onde não mais
O coração batia...
A nota Dó e só.
Lá!
É de noite que
a solidão dilacera
meu peito e minha pupila
dilata e o meu coração de lata
começa a enferrujar.
- nenhuma fé ruge.
