Eu Vou mais eu Volto meu Amor
... e o meu pensamento está você!
As vezes paro pra ver sua foto. Posso ir qualquer lugar do mundo quando estou vendo-a. Há muito que não troca. Mesmo assim, chego facilmente em Londres.
Você desperta em mim uma capacidade de imaginação inigualável.
Comecei meu fim de semana pensando em você e o encerro da mesma forma.
To com muita saudade.
Sou seu fã de carteirinha e a minha é a de número 001
A ALEGRIA NO MEU...
A alegria no meu peito transformou-se.
Com o fim do inverno.
Vesti-me de branco para esperar a primavera.
No meu peito florescia de amor
Perfumada em emoção
Onde as lágrimas transformam-se em sorrisos
As tristezas em alegrias
A solidão em companhia, o desespero em esperança...
No fim a saudade insiste….
Porque a vida e a dor resiste
Vagueia minha alma onde nasce uma lágrima
Porque meu amor……
A paixão resiste com o começo de cada estação!
livro -zelai-me óh morte 2014
Meu pensamento está inquieto.
Inquieta está a minha vontade.
Será mesmo verdade,
ou a expressão da minha loucura?
Será um reflexo,
este pensamento sem nexo?
Será uma dor,
esta fantasia de amor?
Tardaste. Mas vieste.
Chegaste e sorriste.
Questionaste a evidência.
Salvaste-me desta dormência
de não sentir...
Quero abraçar esta ideia.
Desfrutar e viver a odisseia.
Ser FELIZ...
Anabela Pacheco
Olho-me no espelho. Não posso fingir que o tempo não passa. Os traços vincados no meu rosto, recordam-me esse facto diariamente. Cada marca, cada cicatriz tem a sua história. Umas recordam-me momentos dolorosos. Outras, são troféus ganhos. Vitórias. Outras, momentos decisivos na minha vida. Observo fios de seda. Cada qual transporta-me para um momento. É uma teia de fios entrelaçados, como os caminhos que trilhei. Recordo as pessoas que se cruzaram na minha vida. Algumas, imprimiram em mim memórias eternas. Chegaram e partiram.
Memórias perdidas no tempo...
É para ti que escrevo... meu filho!
Quero que conheças um pouco mais de mim. Quero que me recordes, quando já não puder acarinhar-te de manhã, com um sorriso. Quando à noite, não te puder afagar o cabelo e dizer-te o quanto te amo.
Esta é a herança que te deixo. Quando a saudade nos separar e precisares de forças para lutar. Quando quiseres sentir a minha presença. Estou aqui. Sempre! Para te guiar e amar...
Onde está o meu coração?
Cruel sensação.
Nada saber.
Nada sentir.
Apenas omitir.
Não querer viver.
Apenas fugir.
Onde está a minha voz?
Longe de ti.
Desta solidão atroz.
Que triste fado o meu.
Quem tanto amou e perdeu.
Nada sobrou.
Nada sobreviveu.
Apenas cinzas,
de quem morreu...
Anabela Pacheco
Doce olhar.
Tão terno.
Vejo o medo e a preocupação.
Habitam o teu coração.
Não tenhas medo,
meu amor!
São momentos de inquietação.
Passageiros.
O vento vai levar a poeira.
O céu vai sorrir.
Eu não vou partir...
Sinto o teu carinho.
A tua atenção.
Vem ter comigo.
Dá-me a tua mão.
Segura forte.
És o sul e norte.
O mundo aos meus pés.
O mar, a lua, as estrelas.
Sinto as tuas carícias singelas,
e adormeço.
No teu regaço.
Vem dar-me um abraço.
Meu filho...
Anabela Pacheco
Estás. Onde te invento. Cada sussurro. Cada lamento. Na brisa. No vento. Em cada lágrima. No meu desalento. Na minha fadiga. Porquanto, te mantenho vivo. És o meu abrigo!
Anabela Pacheco
Porque sozinha escuto melhor o meu interior. Porque é dentro de mim que tenho de encontrar respostas. Porque ser, é um diálogo permanente entre estar ou não estar. Somos sozinhos. Carregamos a imagem real de nós próprios. Basta-nos existir. Estar, é a amplitude de ser. Primeiro temos de ser, para podermos estar. Se não souberes quem és, para onde queres ir, nunca serás capaz de estar em plenitude com ninguém. Procura em ti o melhor da vida. Porque a verdade em ti reside!
Sejamos felizes...
Anabela Pacheco
“Já perdi as contas de quantas vezes involuntariamente sonhei com você, de quantas vezes meu inconsciente projetou o doce calor de seus lábios quando meus olhos se fechavam, mas quando as luzes se apagam e tudo chega ao fim, à realidade mostra o quão distante estou de tudo isso...” (Rhive Scolin)
"Hoje lhe encontrei com um olhar tão perdido, que tudo se desprendeu ao meu redor, calmamente reflito e pergunto a mim mesmo se um olhar seria capaz de extinguir minha força... (Rhive Scolin)
"Hoje virei meu rosto para observar um breve momento do meu passado, me arrependi de ter aberto os olhos..." (Rhive Scolin)
Meu olhar longínquo a deitar-se sobre cada peça do teu corpo contempla cada um de teus poros.Uma mistura de insonia e paixão a transbordarem por entre linhas, muros tortos.Línguas malditas, línguas profanas.Poemas que se esbarram, desarrumam as camas.Estampada no rosto um sorriso safado, um olhar dissimulado, desfia meu ar, tira a roupa invade o mar, se mistura com as ondas.Aguça meu gosto.Uma tempestade em forma de mulher, uma mulher em forma de bem querer.De passos leves como uma primavera desnuda, ela parece flutuar sobre o meu embriagado ser.
Meu maior medo não é passar a velhice sozinha e sim de me tornar uma velha amarga e fechada porque se cansou das pessoas.
O SEGUNDO DO ADEUS
Foi um tiro a queima roupa, um estrondo em meu ouvido acompanhado da pólvora queimando a minha pele, o que mais doeu não foi a bala cortando a minha carne e entrando em meu peito. E sim o olhar irado e inconsequente daquele que estava em minha frente, me olhando como se tivesse cumprido uma missão. Mal ele sabia que os meus problemas agora eram os problemas dele. Naquele momento não tive tempo de me despedir, simplesmente de pensar que minha vida não valia mais nada naquele momento, e que todos que ficaram lembrariam com dor daquele momento. Tentei perdoar aquele que puxou o gatilho, mas era tarde, ele já sentia o peso da consciência, quando viu meus olhos apagarem em uma ultima lágrima percebeu que já não havia mais nada a ser feito, sentiu nas costas o peso a responsabilidade de matar um pai e um filho. Foi quando ajoelhou e deu um grito de dor, que de tão alto soou como o som de uma trombeta: Meu Deus! o que eu fiz! Deus não respondeu pois ele segurava forte a minha mão pra que não me perdesse naquele caminho iluminado. Foi ali que percebi, valeu a pena cada segundo dessa vida.
Sois minha prisão.
sois o acalento dentro do meu peito,
sois a virtude que acalma relento da solidão,
sois as trevas consomem meus sentidos,
sois meus temores adversos nos meus sonhos...
palpites da variação desilusão... é uma cuva...
esparsa no frio do apogeu.
por celso roberto nadilo
Quando a esperança morrer preparem meu caixão, pois enquanto isso não ocorrer continuarei lutando por uma sociedade de valores espirituais.
