Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Minha alma velha
me arrepia os meus
ouvidos,
me deixa o meu corpo
bambo de emoções.
Já fui escravo,
sou escravo.
Minha liberdade
são meus olhos:
Capoeira!
Agora, com a visão do meu filho, Thomas, nossa atenção está focada na sustentabilidade e em evitar o desperdício de comida. Nosso mundo está sofrendo, e nós, como chefs, precisamos fazer a nossa parte.
O início da profissão é bastante complexo, mas o meu conselho é não desistir, porque, com o tempo, com sabedoria e com aprendizado, é uma profissão criativa, que dá muita alegria.
Uma grande dor, uma vasta solidão e uma enorme "cratera" em meu peito, isso nao é nada mais que feridas causadas por sentimentos inuteis, que, quando nos apegamos e apaixonamos vão embora sem que haja preocupação conosco.
Ando devagar
vagando no meu pensar
direcionado a enteder o vasto que a vida
gera a oportunidade
de degustar os pequenos detalhes.
O meu âmago acende e apaga nas escuridões dilaceradas.Entretanto brilha uma constelação perene, só que tênue, tênue por causa dos cactos estilhaçados pelos caminhos inóspitos. Transcrevo e apago, amargo o ardor desprovido, comido pelo mal abrigo. Desabrigo de um devaneio múltiplo, alumbrei as vísceras num tom estonteante. O afago me cobria naquela estação, canção não cantada em voz alguma, em tons de aquarela encontrei-me numa mistura homogênea, meandrica. Choveu cor, e eu me inundei até o último pote de tinta revirado. Dancei só nessa chuva, as tintas dialogavam comigo, e diziam que eu era meu abrigo, caiam feito as águas do céu, cantavam feito um cantor, e susurraram em meus ouvidos, que nem toda cor veio pra fazer aquarela, simplesmente se misturam e desaparecem.
Meu âmago transcende em poesia, deleite entre a Costa do oceano teu. Nele coexistem a fúria das tuas ondas e a calmaria de seu tom azul, anil, primaveril. A primavera habita. Em tuas entrelinhas, em tuas cores, amores. Na imensidão do coração, canção ao som da voz tua ao pé do ouvido. Numa ventania de um dia girassol, soletrava palavras nuas ,vestidas de ressignificados.
Essa sensação de concerto do ser, deve ser pra quem estrada, já que no meu imperfeito, até o perfeito, está tudo inteiro, pra soltar o valor dos acertos, e, completar pelas faltas dos herdeiros.
Quando acordo pra vida é como um estalo de prazer, ramifica meu corpo em labaredas sem dizer, arde, pulsa, correnteza sem nome, água que me afoga, vento que me leva a brisa fresca do nascer, quero amar, encantar e mostrar que a vida e feita pra viver.
Não sou única, meu afazer é uma honra nesses tempos de abrir, novas possibilidades pro você ou, se, quiser pelas vígulas, ou, o que quizeres realmente dizer.
Estrelas
As estrelas
Lindas e distantes
Chegam
Ao meu alcance
Num leve instante
De olhar
Em teu olhar
O teu cheiro ficou em mim, é impossível não entrar em meu quarto e não lembrar os momentos em que estivemos juntos, às vezes que você me abraçou e eu senti o seu coração batendo acelerado. É impossível esquecer das vezes que fizemos amor à luz do luar, dos momentos em que eu toquei o seu corpo nu e senti a maciez da tua pele, ah, se eu pudesse viver tudo isso novamente.
COISA RARA!
O nordeste tem meu nome
o sertão tem minha cara
o interior é o sobrenome
com valor de joia rara
mas o amor é um codinome
que nem a seca e nem a fome
nem mesmo o tempo separa.
Sem se importar em seguir a norma culta da vida
Meu sentimento voa porque o estante existe
E meu coração não está completo
Preciso dizer que ainda te amo
Mas isso é tão difícil para mim
Que mesmo em face
Te olho e não exijo nada
O controle é o tempo e a atenção
Você não os usa
Só se distrai com isso.
É engraçado garota
Como você é meu mundo.
E como a pura inocência,
Que lhe pertence, te cega do mundo.
E com o extasiar-se dos meus olhos em ti
Que declaro mil vezes em voz baixa
Nos meus pensamentos
Como é gostoso amar você.
