Eu Vou mais eu Volto meu Amor
POESIA DE DESPEDIDA
No teu olhar
Me encontro
Volto de um lugar
Que nunca entrei
Encontrar a paz, talvez?
O bom da vida é amar
Esquecer ou lembrar
Mais um dia passou
E nem foi pra frente
E nem mesmo ficou
Não consigo enxergar mais você
Te perdi, não posso te ver
Me encontro contigo, só por hoje
Vou morrer se não te ter
De alguma maneira, eu ainda lhe vejo
Nas lembranças, em um beijo
Acreditamos que a paz realmente não exista
Diariamente lhe possuía, mas em minha vida
Nada preencheria.
Porque o que sentia antes
Era tão vibrante quanto agora
Agora estou maduro
E teimoso, quanto tudo
Sinceramente, eu me queixo
Mandei algumas mensagens
Você respondeu de forma curta
Notei minha inutilidade
E te deixei para sempre
De tempos em tempos volto pro velho sentimento de não me enxergar como o protagonista da minha própria história.
Volto a dizer se a pessoa pensa, que o Deus do Novo Testamento é outro Deus diferente do Deus da Velha Aliança, ninguém se iluda. Não é outro, no que diz respeito ao "pecado". Jamais o tolera. Hebreus.10:26-31
Os olhos ardem
De alguma forma gosto disso
O intenso brilho do sol
É hipnotizante
Quando volto os sentidos
Estou apenas ofuscado pelo seu sorriso.
Caixinha De Música
"Doçura é lhe ouvir,
volto à um tempo feliz.
Caixinha de música.
Lembranças de ti."
Volto de novo
ao mesmo lugar
Ao abrir a porta
estava ali
Dentro daquele imóvel escuro e silencioso
A nossa história
ficou aqui
Enraizada nessas
paredes
E agora precisamos
seguir em frente
Viu em minha mente o
seu sorriso
A realização de um sonho você havia ganho exatamente o que você queria
Naquele momento toda felicidade do mundo eu pude sentir o quanto você era feliz ali
Mas infelizmente para se fechar um ciclo vamos ter que desfazer para que possamos caminhar em frente..
Precisamos prosseguir mesmo sentindo
Sua falta...
Volto pros braços da poesia
Há poesia que me persegue
Que penetra meus poros
Na imensidão do meu sentir
Poesia você mora dentro de mim.
Tentei te deixar e seguir
Porém tu não deixa e me segura
Volto novamente aos braços da poesia
Onde sou amparada e inspirada.
Como posso me afastar da poesia
Ela é meu grito na garganta a explodir
É a melhor sensação que me devora
Me fazendo flutuar sem sair do lugar.
Deus me deu a inspiração
Sou grata de todo meu coração
Preciso espalhar amor em poesia
Vivo essa magia do sentir e usufruir.
Sim! Volto pros braços da poesia
Onde tudo é possível, basta escrever
Amigos e pessoas me esperam
Pra todos deixo meu amor em poesia.
Meire Perola Santos ©
Fui ser feliz e não volto...
Não volto pra quem me deixou mal ..
Não volto pra quem me fez chorar ..
Não volto pra quem me fez sofrer..
Não volto pra quem me humilhou..
Não volto pra quem me virou as costas..
Não volto pra quem brincou com minha dor..
Fui ser feliz e não volto ... porque quem merece o meu amor ..não vai me ver partir.. pelo contrário, fará de tudo pra me fazer ficar ..
Lembranças de vidas passadas
Tchau!
Fecho a porta deste apartamento,
Para onde não volto mais,
Daqui não levo nada,
Nem roupas nem fotos,
documentos ou livros.
Agora eu vejo como errei,
como tentei ser bom para você mais não fui,
achei que te agradava,
mas não foi bem assim.
Eu nunca te entendi,
nunca te satisfiz,
nunca te contrariei,
nunca te surpreendi,
mas nunca percebi.
Se me fosse dada outra chance
eu mudaria tudo,
Jamais deixaria espaço entre nós,
Não perderia tempo pensando, agiria!
Seria espontâneo como um raio,
Variando entre o mais romântico ser,
e o mais depravado amante.
Mas agora é tarde, já fui...
Quando o corpo descanso
O olho se abre
Dos sonhos não poço viver isento
Pois de repente volto a dormir por dentro
Não Volto à Voltaire
Ainda que me falte ar, que me falte o andar do despejar da essência imaterial do abstrato consciente concreto, acabo que por concretizar o meu concreto abstrato natural medíocre.
Robert Desnos (1900-1945), poeta francês, que perdeu a realidadde, ainda que há tempo para alcançar o habituar da adaptação do contorno, acaba que por si só, bailarino como um membro no dançar da vida.
Assim, como em um balanço no pêndulo da gangorra de Deus, acaba que por si só, fantasma na sombra surrealista de nossas vidas. Na divisão do estar descrito em uma inscrita circunscrita em meio a lado. Assim como no surrealismo de um "Sonhador Acordado", devido à sua escrita automática, o melhor “médium” de experiências hipnóticas na poesia,Montparnasse, aparenta-se como sua cama, tapeada em formatos de versos, diversos, contidos em uma roda gigante e não girante.
Uma alegria tumultuosa anuncia uma felicidade medíocre e breve, Deus deve amar os homens medíocres. Fez vários deles. Assim sendo, me revolto e volto em Beto, e digo que diria: " Temos sociólogos bons e medíocres. Uns acabam professores, outros presidentes da República."
O inverno nos agasalha em volto das lareiras e eggnogs natalícios, bourbon com músicas de natal e filmes de halloween, envolvendo flocos de neve em cima das taças cheias de vinho.
A sabedoria aliada à simplicidade de um poeta romancista e visionário .
De todas as perdas o tempo é o mais irrecuperável porque nunca se pode reaver. O esplendor das manhãs sentido a neblina e o cheiro único do café e a noites apaixonantes olhando para o universo em expansão até aos seus confins.
Preciso escrever por que só volto a me sentir,
Preciso escrever para todo mal se afastar de mim,
Hoje sofro da maior solidão aquela que você esta só no meio da multidão
Mas hoje tenho fé que vou voltar a sorrir,
Por que o amor volto a sentir
Não a simples palavra amar
Mas sim o desejo de me apaixonar,
Amar e ser amado, sentir o calor do sentimento.
O sentimento puro e agradável, sentir o sabor de ser amado.
