Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Te dou uma última chance de tentar novamente. Corri atrás pela milésima quarta vez, fiz o que eu jurei que não ia fazer de novo. Por ti, por mim, por nós. Só vou te deixar um aviso, dessa vez você não vai mais brincar comigo. Você não me conhece, não sabe do que eu sou capaz. Eu me faço de cega para enxergar mais longe, e me faço de santa para poder esconder os meus reais desejos.
Eu só quero saber como foi o seu dia: o que comeu no almoço, que horas foi dormir, que lugares visitou... Saber que você pensou em mim em algum momento do seu dia.
Só preciso que as coisas sejam como antes. Não quero explicações, satisfações. Quero compartilhamento, companheirismo, confiança.
Pra te falar a verdade, eu botei sim muita fé em você. Acreditei que eu ia ser feliz ao teu lado, acreditei que as tuas palavras eram verdadeiras e terminei mentindo pra mim mesma achando que seria pra sempre. Engraçado, é como a vida prega a mesma peça em mim sempre, e todas as vezes eu caiu. Quando eu chego a pensar que ela me deu um bônus e vai me deixar ser feliz ao menos uma vez, ela vem pra me desiludir da forma mais bruta possível. Ela é fria, joga todo sofrimento de uma vez. E esperta também, costuma nos surpreender sempre. Ela me fez admitir que eu nunca vou saber de todas as respostas, e que, sinceramente, eu fui uma tola de acreditar que essa droga de amor existe.
Ouvir sem responder, falar sem ofender, viver sem fingir, amar sem depender, é oque eu preciso fazer?
Me deixa. Se eu quero chafurdar nesse sofrimento de sonhar com o que nunca vai acontecer, deixa. Deixa eu lembrar do que se foi e não volta, me deixa te cuidar por pensamento, te amar com ou sem o teu consentimento. Deixa que o tempo vai curar, me deixa sorrir do que me faz chorar. Deixa estar, deixa o vento levar o que tiver de ir, e deixar o que tiver de ficar…
Eu ando te vendo em cada esquina, em cada beco da vida. Passei a te enxergar em outras faces, te sentir em outros cheiros. E até o seu gosto, ainda não sentido, já foi impregnado em mim. Tantas declarações eu já preparei, e tanta ilusão sem querer, busquei. Eu sei, tá se tornando uma doença essa possessividade pelo que nem é meu. Mas talvez eu nunca te disse, você é a única doença que eu gosto de ter.
"Daria metade dos bens que nem tenho só por um dia em que eu pudesse jogar tudo pro alto, a começar pelas pernas, passando pelos compromissos e chegando às dores.
Eu só queria uma dose de colorido, daquelas bem fortes, que a gente toma num gole só.
Sentir a embriaguez gostosa de ser leve, de não temer nada e ninguém".
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Vinte dias se passaram, e eu ainda estou aqui. Fragilizada, com o coração partido, cheia de cicatrizes e marcas inacabáveis. Não como a dias, e vivo intensamente como se ainda existisse uma nova chance pra gente. Insisto em querer lutar pelo que não vale a pena. Eu tento achar o final feliz da minha história triste, mas não dá. Ele não existe. É pouco demais o muito que eu tenho. Não sou o suficiente em nada, e isso tá acabando comigo. Essa sensação de abandono tá consumindo até o inalcançável. Não dá mais, já prolonguei demais essa dor. E hoje, só espero que esse chá de esquecimento, me faça bem…
Amanhã sua idéia pode mudar a respeito de algo, assim como a minha. Como eu te disse... só precisa-se de argumentos.
Levantei, tomei café, bebi 5 litros de insegurança. Zé, eu tenho tanto, mas tanto medo de que as coisas não dêem certo. Tenho tanto, mas tanto medo de te decepcionar, de estar fazendo tudo depressa. De estar fazendo a coisa errada mais uma vez. Acontece que eu não quero estar fazendo a coisa errada. Não dessa vez. Zé quero o brilho dos teus olhos só pra mim. Teu sorriso só aos meus olhos. Quero a tua reciprocidade. E tenho medo de perdê-los. Tenho medo de te perder. Por mais que me digas que tudo vai dar certo, Zé, eu tenho medo. Me muda, me diz o que fazer, pra que lado fugir. Me reinventa, Zé.
Quando eu morrer todos que me Cercarão durante minha vida iram chorar, mas esteja a onde for eu saberei quais são as verdadeiras lagrimas..
quando chego perto de você, não consigo dizer milhões de coias que eu gostaria de dizer..
Maior do que meu medo de ficar sozinha é meu medo de ficar sem você...
mas a vida as vezes é tão má e eu não consigo ver a luz.
não sei se eu já amei alguém, mas sei que quando fecho meus olhos penso em você..
Eu já não sei oque faço, atras disso tudo a algo que faz sonhar as vezes até chorar, o querer se matar de arrependimento, o até querer morrer de amor...
Quando você me beija sinto uma sensação que jamais senti..
Quando você me beija sinto um amor que nunca senti...
O amor é um doce sofrimento...
Eu pedi um whisky e um cigarro e você me entregou um lenço e um ombro. Era absurdamente irritamente a forma como você podia me entender.
Eu Te Quero Como a Certeza de Que o Amanhecer Será Claro, O Sol Será Quente, o Dia Passará e a Noite Virá.
E então eu aprendi que as coisas são exatamente como eu permito que elas sejam, posso permitir que meu dia seja ruim ou transformá-lo num dia inesquecível, tudo depende só de mim.
Eu me perdera, naquelas olhos grandes, naquele abraço imenso.
Só ouvia um único som – o do riso dele, me alcançando pelos cômodos da casa,
me despindo de fragilidade, me tornando outra.
Eu era outra quando estava com ele.
Arrisco dizer que flutuava, que tinha asas, que tocava a ponta das estrelas.
Que meus pés eram multicoloridos.
E quando ele estava comigo, um gosto diferente tomava conta da boca:
como se eu estivesse constantemente provando de um sorvete refrescante, bem doce.
Ele tinha esse poder estranho, de refrescar minha alma.
Eu pareço estar apaixonada, apaixonada pelo vermelho, pela dor, pelo sangue, ele anda sendo um bom companheiro para mim, um bom refúgio da minha dor, do meu tormento, parece que também estou apaixonada pelas drogas que ando tomando, pelos remédios que me deixam estáveis por algum tempo, para passar essa dor, essa angústia que não parece acabar, não sei se acabo com tudo isso logo de uma vez, me mudando para outro mundo, para outra vida, […] não sei se isso é o melhor pra mim, só procuro acabar com essa dor, só isso.
