Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Estou pensando no que posso fazer para usar melhor minha televisão. Se eu tirar a tela talvez dê um bom vaso.
Eu tive medo de te perder, e perdi. E quando eu pensei em desistir, levantei a cabeça e segui. Aprendi que o único medo que eu devo ter é o medo de não acreditar em mim mesma.
eu te quero pedaço por pedaço
Eu te quero, pedaço por pedaço!
De gota a gota, bem devagar;
A preencher sem pressa
A minha alma apaixonada
Eu te quero todo só para mim
Como eu te quero
tempo
Eu não simpatizo com o tempo
Também não conto os dias que já foram
Eles sempre anunciam a minha velhice,
Não escrevo o tempo, ele me escreve
Eu gosto da vida no hoje, e descrevê-la,
em porções nos meus poemas
E quando findar o meu tempo,
da minha carne aqui na terra
Talvez tu estejas
eternizado em versos,
talvez em um livro empoeirado,
em uma gaveta, esquecido
Talvez um dos meus maiores medos é o medo da perda. Talvez eu não seja forte o suficiente para viver sem algumas pessoas, sem algumas coisas.
Inspiração dos Meus Sonhos, Que me Enlouquece me Entorpeçe eu Perto de Você, Quantas Coisas pra
Falar, Não Consigo te Dizer, Isso me Faz Delirar de tanto te Querer!
Eu quero saber o que eu faço agora, escute essa canção e
por favor não chora, Falar de vc? Fácil de mais, te amar simples assim, te esquecer eh muito ruim!
Sou feliz vivendo assim, dessa maneira intensa, como se não existisse o amanhã. Sou feliz sendo eu mesma, tenho minhas qualidades e também meus defeitos, mais ninguém me disse que para sobreviver precisaria ser necessariamente “perfeita” em todas as formas.
Incoerência
Eu queria ser tanto,
E tanto me foi insuficiente.
Cavei o fundo do corpo,
Buscando mais alma,
Mais alma me foi impossível.
Hoje eu quis me encontrar
Na poesia perfeita
No mundo avoado
No colo sereno...
Acabou que encontrei tantos de mim
Que nem sei,
Se sigo só,
Ou assim.
Silêncio
– Eu sou o silêncio!
A bruma insólita
que embriaga os passantes
e devora a cidade calmamente,
durante a noite tão mendiga.
Penso baixo para não
despertar os olhos
tão cansados de nada.
E mastigo devagar os sonhos
E mastigo devagar os sonhos
E mastigo devagar os sonhos
Silenciosamente faz-se o silêncio, silenciosamente silencio.
