Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu...
Eu, somente eu, unicamente eu, bato palmas para mim até mesmo quando admito que falhei, porque sei que estava tentando acertar.
by/ Erotildes Vittoria/16 de fevereiro de 2014
Sempre em frente eu caminho em busca do que eu quero
Nada é fácil nessa vida não adianta lero lero
O conceito hoje em dia é conhecer o cara certo
Já não mais sabedoria simplesmente um afeto.
QUANDO EU percebi que NÃO me encaixava nos padrões de normalidade deste MUNDO,
compreendi que era justamente,
para ajudar a criar um novo MUNDO
que EU estava aqui.
Sinto que tenho escolhas para tudo nesta vida, posso andar em passos que eu planejo andar, conhecer quem desejo conhecer, me apaixonar ou esquecer quem convém, tudo parece ser uma questão de escolhas, seguir em frente é uma destas escolhas, mas deve ser vinda acompanhada de vontade, pois bem, eu não a quero, não quero conhecer alguém a quem irei tentar entregar o que não mais me pertence, o meu coração, já não mais está em mim, não quero pegá-lo de volta e entregar a outra pessoa, pois por mais que esteja sendo difícil, honestamente quase impossível lidar com tudo isso, não quero passar minha vida procurando por algo que já encontrei, correspondido ou não, eu encontrei, e quero cultivar esse amor mesmo que sem reciprocidade até o fim dos meus dias, que sinceramente não são tantos, a vida é verdadeiramente curta, mesmo que o momento de aflição pareça eterno, o tempo passa rápido, e ferindo ele voa, apenas não quero simplesmente desperdiçá-lo, não vou insistir em ter uma resposta e uma companhia para o meu sentimento, talvez não seja esse meu destino, talvez, eu só o conheci para aquecer meu coração e entregá-lo a alguém, apenas para conhecer a verdadeira felicidade, que mesmo o dono do meu coração não o corresponda, cuide, afinal, é amor. Portanto, não posso mesmo entregar um amor a alguém novo, a uma nova chance, pois apostei tudo no meu primeiro e único, e assim espero que seja, a solidão não me trará carência, pois isso também será uma escolha, e eu escolhi amar uma pessoa assim em minha curta vida... mesmo que acompanhado de dor, eu escolhi ser assim!
(...) Eu não me atemorizo com a responsabilidade; a recebo de bom grado, cumprirei as leis e serei implacável nas minhas obrigações.
Quero agradecer ao passado por tudo que me ensinou, ao presente por quem eu sou, e ao futuro quero amor !
Neste momento debruço-me no sonho e converso com o silêncio coisas que somente eu e ele sabemos...E ele atento, compreende meus anseios, minha incansável determinação...Tudo bem, que às vezes levo bronca dele, pois crio expectativas, sim crio, alimento-as! O silêncio diz: -Crie galinhas! pois elas nos dão ovos.. E ovo é tão bom...ainda mais quando vem temperado de suor, perseverança... Aprendi então a não criar tantas expectativas e a ouvir mais os meus silêncios.
E ele fala e às vezes quando estou distraída, ele grita e me faz ouvir minha voz interior. O silêncio causa delírios nos verbos e assim eu escuto a cor, vejo os sons, sinto o sabor das músicas...tão bom sentir delírios...tão bom ouvir o silêncio...
E verbo que é verbo precisa do silêncio e eu aprendo com ele a deixar a vida seguir sem a ansiedade, aflição e o descompasso das expectativas. O silêncio alivia minha'lma.
Eu olho para o passado, e lembro dos momentos antes de te perder. Me lembro exatamente das datas.
Penso que ainda havia um pouco de tempo para em seu lado estar, e que logo tudo aquilo iria acabar. E eu nem imaginava...
Penso tanto, que chego a pensar que deveria ter feito mais, e dito coisas a mais. Dito que eras importante para mim, e que sem você a vida não teria a mesma graça.
__Sei lá, quem sabe com essas palavras.
Poderia ter feito algo a mais por você, e aproveitado de maneira diferente, aqueles momentos em sua companhia.
Deveria ter tirado proveito, e conversado mais, e também ficado calado em alguns momentos, só para poder te ouvir mais.
"Seria bom se o tempo pudesse voltar, e por alguns instantes, eu com você pudesse estar."
FIM DA VOLTA (soneto)
E pelo cerrado eu fui, prosseguia
No coração só saudades e medo
No olhar lembranças em segredo
O vento pálido em prece reluzia
Longínquo o horizonte, romaria
Espesso e truncado o arvoredo
Rasteiro, estava mudo e quedo
Nenhum pio ao derredor ouvia
Parca aragem, alma em degredo
Ferindo-me no silêncio aí eu ia
No peito a dor velava o enredo
Fim da volta, para ti eu partia
As mãos tomando-me um aedo
Tive que aprender nova alegria...
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Fevereiro de 2017
Cerrado goiano
Cada vez eu me vejo convencido a cada dia, quem fica de joelhos diante de Deus, permanece de pé diante de qualquer circunstância na vida.
Bom dia 21/02/2017
Quando substituímos o eu por nós, independente de cada modo do qual cada um pode colaborar, tornamos em correntes o que era apenas uma frágil linha da qual podíamos confiar e manter nosso equilíbrio.
