Eu Vejo
Eu vejo em especial pra nós mulheres e diante de certas situações a agonia que dá quando constatamos que não sabemos, não conseguimos dizer: Não. E com isso acabamos nos magoando, ficando mal, sendo a última pra agradar, pra satisfazer o outro, pondo como sempre foi ele a nossa frente. Negar algo, dizer Não é muito difícil, porque ao fazer isso, pensamos: Ora estou sendo egoísta, não vão mais gostar de mim, o que vão pensar, o que vão falar. Mas é muito necessário saber dizer não, ao marido, aos filhos, (sim até pros filhos), ao namorado, aos amigos, enfim; ao mundo, e assim ganhar respeito por nós mesmos e daqueles do nosso convívio. Não estou bem digo: Não, não estou afim digo: Não. E com isso estamos nos amando e nos respeitando primeiro. Vejo com importância que o ato de dizer: Não, tem relação justa com a autoestima, e amor por si mesmo. Por isso, as pessoas que têm uma baixa autoestima e pouca confiança em si mesmos, costumam sentir-se nervosos, angustiados e tendem a aceitar todos os pedidos, imposições que lhes são feitos. Pode ser também pela criação, pela educação, ou simplesmente por achar que tem que ser cortes e agradar sempre. E em assim agindo sua autoestima pode chegar a depender das coisas que faz para as outras pessoas; é um círculo vicioso, no qual as pessoas que te rodeiam esperam que seus desejos sejam sempre cumpridos, e se você disser não já não vão mais te amar.
Ser incapaz de dizer não pode fazer com que nos tornemos pessoas mal humoradas, insatisfeitas, estressadas, irritáveis e sem energia, por isso é preciso que avaliemos cada situação e pensemos duas vezes antes de aceita-la pelo bem, pela satisfação do outro. Experimente...... dizer não é como mandar a merda, ou seja; é libertador e satisfaz a alma.
A questão, é só o tempo. A questão, é o que eu sinto. A questão, é o que eu vejo...Enfim, a questão é: Eu ti espero!
TELA DA JANELA
Da tela da minha janela...
eu vejo o tempo com suas ondas
como se fosse, cortejo de banda
tocando horas minutos e momentos,
ou... como se fosse um jogo de dama
com tabuleiro todo demarcado
onde nos somos as pedras prontas para
sermos manipuladas.
Todavia sendo roladas, p'ra lá e p'ra cá,
sem tomar tento da partida
nem o ponto onde chegar.
Da tela da minha janela...
Eu vejo o sol todo em pedacinhos
demarcado pelo arame do mundo
envolvido nas telhas dos sentimentos...
Eu vejo a tabuleiro sendo manipulado
pelas feras do poder, onde elas
é que fazem as cartas e as regras...
Elas é que coloca-as cartas sobre a mesa.
Vejo os pequenos tentando sobressair
das garras de um esquema posto
sobre eles mesmo no qual eles são
apenas a peça do tabuleiro e como tais...
são jogados para lá e para cá...
Feitos de bobos, por todo tempo,
pelo tempo todo.
Da tela da minha janela...
Eu vejo as ruas e as calçadas
os passos, passadas e passarinhos
eu vejo o tempo demarcado pela tela
e a minha saudade toda em pedacinho.
Antonio Montes
Eu vejo essa tal saudade qual pedra de atiradeira, acerta o peito da gente e abre ferida em flor, rosa vermelha de espinho e a gente é que nem passarinho, que desencanta a euforia de seus cantos matinais, alvejado em pleno peito, cai do ninho da alegria do amor que ficou pra trás.
... Em verdade, verdade eu vejo... Nesse amor há muito desejo... Desejo de bem, desejo de cura. Não ha quem diga que esse amor não dura... Dura muito, dura bastante e pelo infinito será constante...
S erá que só EU vejo tanta gente bonitas sendo muito feias, e tanta gente feia, sendo TÃO LINDAS!? "GENEROSIDADE" é disso que eu tô falando.
Eu vejo pessoas inseguras!
Com que frequência?
O tempo todo!
Vamos para de colocar a própria felicidade na mão dos outros!!!
Só porque eu vejo a vida de um ângulo diferente,significa que eu seja pior ou melhor que você,isso apenas nos enfatiza que somos todos únicos e por isso muito importantes para ficarmos perdendo tempo se comparando com os outros!!!
Eu vejo um céu nublado e já tenho vontade de te sequestrar, só para a gente deitar juntinhos com o barulho da chuva a nos ninar.
Eu vejo sua verdade. Não adianta vesti-la de boa moça.
Pode guardar os laços e vestidos de voal. Tira esse chapéu charmoso que esconde o vidrado dos teus olhos.
Enfia tudo num baú, naquele mesmo onde você guarda a maquiagem de camuflar solidão e os perfumes que abafam cheiro de culpa.
Ah, a culpa! Ela some com seu estômago e lhe dá concreto no lugar. E de longe se vê que ali vai alguém que leva mais do que aguenta carregar.
Vem cá, sobe no cavalo da liberdade, vamos fugir do tsunami em direção a montanha mais alta. Onde o sol é dourado e as corujas fazem ninhos. Onde fadas iluminam a noite e um toque de varinha mágica faz todo esse concreto virar pó.
Eu vejo o dia amanhecer, ou
O entardecer do dia. A brisa
Dos meus olhos, me fazem
Compreender uma mente
Criativa.
Uma mente que me faz
Pensar: flor, chuva e sol,
Não dar pra combinar...
Se você não entendeu,
Nem procure entender. Pois
A vida ao nascer é difícil
Até crescer; assistindo todo
O meu viver.
Tudo me faz pensar: flor, chuva
E sol, não dar pra combinar; um
Poema sem rimas, uma dança
Sem par.
"Flor, chuva e sol", poema criado em 02 de dezembro de 2002
Eu vejo Voltaire como um grande fanfarrão satírico e adorável, mas apenas os amigos podem falar assim.
As vezes eu vejo olhares faiscados;
As vezes eu ouço palavras doces e leio frases apaixonadas;
As vezes eu me permito sonhar e acreditar que sentimentos bons são possíveis e que nem todos pensam somente nos lucros. Infelizmente eu sempre estou errado... e meu coração continua endurecendo dia-após-dia.
Eu vejo tantas meninas por aí tristes, por um simples babaca que a fez chorar, e, eu lamento tanto por eles, por que trocaram uma rainha por uma mera plebeia
O problema é que eu vejo o que mais ninguém vê. Eu vejo o sofrimento alheio. Eu vejo a injustiça, fome, seca e todas as desgraças existentes e aparentemente invisíveis aos olhos dos outros. Eu sofro por todos eles e por mim também.
Carapitanga...
Eu vejo o meu reflexo em teu espelho
de água qual se diz ser cristalina
que corre em certa pressa, certa sina
e aprendo uma lição, um bom conselho.
Apresso-me e de ti eu me assemelho,
pois tua pressa é justa e me ensina
que quem tem compromisso não declina;
completa sua missão, não dobra artelho...
Em teu percurso vês os ribeirinhos
que lavam corpo e alma nas correntes
geladas que refrescam tensas mentes...
Que pena te agredirem os mesquinhos
com seus esgotos, restos, desalinhos...
Cruéis algozes, vis inconsequentes...
