Eu te quero tanto que nem sei como
É sempre assim
eu me desligo do mundo
me dou tão por mim
que nem sei como e por que
só sinto a serenidade na alma
quando estou de frente para o Mar.
Todas as noites são um tormento
Sinceramente, não sei como ainda aguento!
Talvez seja fácil pensar nos outros
Viver aos poucos...
Como se tudo fosse acabar logo.
Permaneço sentado
Ensopado e amargurado
Contando as ranhuras na parede
Mordendo os lábios com sede
Sinto que estou pronto
É tudo isso e ponto
Acabou o tempo
Minha dor é alimento
No poço se fundo
Enfermo mundo.
Parkinson
Parkinson é teu nome!
Doença que vieste a mim.
Aí eu não sei como...
Apareceste neste ser assim!
Mas fica sabendo,
Que tu e o tremer,
Não estão em mim, acção tendo,
Para da morte enfim, medo ter!
Pois a vida que tenho,
É o próprio Deus,
Que é total vida e eterno.
E diante dele,
Treme esse agitar teu...
Pois todo Poderoso é ele!...
Eu não sei como sei as coisas que sei, pois sempre estiveram muito além de tudo o que eu poderia alcançar, mas, mesmo assim, eu as alcançei.
Se nada é estável nesta vida, não sei como os servidores públicos brasileiros ainda permanecem estáveis. Meio contraditório isso.
Não sei onde meu amigo está, não sei como está vivendo, nem por onde começo a procurar, um probleminha nos afastou, coisa pequena, sei que devo procurar, fazer buscas, tentar localizar, mas não sei onde meu amigo está.
Mais 7 anos de azar
Quebrei mais um espelho
Mais um ciclo de ma sorte pq eu não sei como me acalmar
e são sempre neles que eu desconto a minha raiva
Mesmo sendo supersticiosa, é sempre um espelho que eu quebro quando alguem me machuca muito e eu não sei como me proteger disso
Eu acho que em 7 anos eu quebrei 3 espelhos
São 21 anos de azar em um único ciclo de 7
Por que quando alguém quebra meu coração, é a minha imagem que eu agrido
é a mim mesma que eu puno, enquanto os outros saem impunes de toda dor que me causaram
E mais 7 anos de azar
Tenho coisas, para fazer.
Não sei, como faço.
A solução: É só fazer.
Evite distrações.
Se concentre mais.
O MONSTRO
Sei do que se passa,
Não sei como mas sei...
E morro de saudade
Nem sei de que
E é por isso que às vezes escrevo
E nem descrevo
Porque nem sei o que é isso
Ás vezes um monstro emerge do lago
E eu tenho medo
Mas me fascina e eu escrevo...
Não sei como será o nosso amanhã. Mais de uma coisa tenho certeza! Você estará aí comigo e isso já é o suficiente para eu saber que tudo será superado.
"" Não sei como a sala pode ficar tão vazia
nem como o vento pode entrar a qualquer hora
a luz não escolhe caminho
tenho uma ambição
ser dono apenas de mim
recolhi tesouros pela vida
habitei em muitos sorrisos
as águas não ficam cristalinas
pelos atalhos,
deixei pedaços enfim...
Não me peça conselhos
de amor porque sou
poeta e conselhos
de amor não sei como dar,
Prefiro ao som do tambor
dançar e se quiser
você pode me acompanhar.
Vamos de Jiquiaia para
que a tristeza não nos distraia,
Vamos de Serrador para
que a dor seja encerrada,
Vamos de Negro Velho para
que a sabedoria nos guie,
e nos encontre alegres
na vida o amor sem limite.
Ao som do tambor do destino,
no centro desta roda matreira,
Comigo no bom gingado,
eu quero que o teu coração
pelo meu se entregue apaixonado
dia após dia fascinado e a vida inteira.
Esperar a chuva passar
e o céu glorioso se abrir,
com você eu sei como
e para onde devemos ir
seja no topo da montanha
com o som do carro
ligado nas alturas
enquanto tocamos estrelas
ou estar presente sempre
quando lê os meus poemas
com você sempre sei onde
ir porque olhos nos olhos
o fluir de um pertence
ao fluir do outro a impelir
rumo a direção ainda
mais alta ou a mais profunda
que nos leve a colocar a expectativa
sobre uma Acropora subulata
esférica potente para que nada
nos alcance e tudo em nós
seja mantido sob proteção oceânica.
A minha alma e a visão estão
plenas nas fronteiras visíveis
e as invisíveis do mundo:
sei como e quem começou.
Entre Carriacou e Petit Martinique
as correntes me levam bem
e serena até Petit Dominique,
escrevendo sob o Sol eterno.
A tentativa de distorcer a memória
e nem mesmo o poder irão levar
o louro e nem apagar a História.
Ali nas belas Pequenas Antilhas
tranquilas coloco cada conceito
nas mãos do Senhor do tempo.
Nada será
como antes,
Mas não dá
para ficar
do jeito
que está,
Não sei
como se
encontram
o General
e a tropa,
Já era a hora
de alguém ter
dado conta
e a justiça
ter aberto
para a
liberdade
a porta.
Todos eles
estão sem
receber
visitas no
inferno
de cinco
letras
que são
vítimas,
Sobre eles
não li mais
notícias,
Dá ouvir
a dor das
torturas
sofridas,
O choro
dos filhos
e o das filhas.
Prefiro crer
daqui para
frente que
nada mais
de trágico
acontecerá,
Não quero
ver mais
nenhum
pássaro
da morte
enviado
para o nosso
continente
furtando
a nossa paz
e tirando
da vida
dos nossos,
Não quero
que essa
história
se repita
nunca mais.
Em momentos assim
Eu não sei o que fazer comigo
Com a minha impermanência
inconstância
Não sei como nomear
Profundidades ou abismos
Amor pela melancolia
Minhas brechas
Meus esconderijos de mim
Do mundo, não sei
É quase um assombro
Uma escuridão
Meu amor pelo movimento
Minha reinvenção de mim.
Eu não sei para onde rios vão
...Eu não sei quão distante...não
sei como vem
.Mas eu vou morrer acreditando,
Que cada passo que eu dou
Não vale o chão no qual caminho...
