Eu sou uma Pessoa Timida
Sou como uma flor
Que aos olhos de quem vê
É delicada, meiga.
Ninguém imagina do que sou capaz.
Falam que sou sensível, frágil.
Me subestimam...
Mas não sabem do que sou
capaz.
Sou meiga como uma bomba
E delicada como um espinho.
Sorrio muito porque sou feliz, palhaços são aqueles que todos os dias ganham uma nova oportunidade de serem felizes e ainda assim reprimem um sorriso.
"Sou desses românticos a flor da pele que se assemelha a uma rosa fechada cheia de espinhos. Basta um bom adubo de sentimentos, umas regadas de afetividade, que eu, transbordarei amor."
Traçados encomendados
... Sou serenado como a noite, acalmado como uma vastidão,
entre o barro, berro ao inconsciente,
entusiasmado com a chuva, faço choros, pura purpúrea,
essa risonha e triste... rosa que ao sangue corteja...
... Sempre alegrias terão; meio lamúria, lonjuras e desatenta,
entre as breves mágoas, furor fura pingo d'água,
parafuso de lembranças, dum rosquear memória,
essa calmaria em minhas ventas, mor velar-me-á...
... Atentada respiração... faz morrer vista turva, fria, cristalina,
morena, jaz... mui semelhante, dia - radia anteontem,
nos montes voz dos presságios, dessa pálida avenida,
campos choram, nós expostos, dura vida vegetativa...
é amor estou aqui tambem;para mas uma vez me declarar a voce.Sou muito feliz em estar com vc ter vc;e fazer de nos dois o casal mais feliz do mundo!! Eu te amo muito e nao tenho duvidas apenas certezas que vc nasceu pra mim! E eu nao tenho duvidas que eu nasci tbm somente pra ser sua e te fazer feliz;como somente voce me faz!Como eu amo dizer que te amo ;Vc tem tudo o que me faz bem!Com vc eu vou em qualquer lugar e me declaro o quanto eu amo voce!! Meu unico Ismael Cergilio da Costa
Não almejo chegar ao topo da montanha, tão pouco ser dona da razão. Sou uma simples aprendiz da vida, para as dores das quedas. fiz uso do remêdio Perseverança. O desamor que me perseguia expulsei-o com a auto-estima, nas trilhas pedregosas plantei margaridas. Com bondade e respeito, venci minhas fobias e medos. Com amor ao próximo, obtive a serenidade para a alma. No grito das palavras, optei pelo silêncio.E foi com as batalhas internas que que reconheci meus erros, cresci como gente e aproximei-me do Pai.
Música é uma carícia... me perco, me acho... me encontro em tardes de outrora... sou levada e esbarro nos olhos teus! Dou de cara com teu riso oculto, escuto teu silêncio... e volto ao começo de nós!
Não sou como papel que rasga
Nem como ferro que quebra
As vezes pareço um metal pesado
Uma matéria radiotativa
Contamino tudo em volta
Outrora sou como vento
Sempre deixo marca por onde passo
Solúvel e disperso
Um pouco concentrado por desliza
Mais escoo fácil
Sou vazamento fechado
Enxergo longe
Só pequenas coisas
As grandes me envolve sem que eu perceba
Difícil aceitar
mais sei que hoje posso não estar
Aqui dentro de mim
Tem outro ser
Vem pra mais perto
Mais cuidado
Pra não reconhecer
E viajar em meus pensamentos.
Sou como uma melodia que se espalha e ao olhar não se vê mais se sente, como uma brisa que cai sobre seu rosto.
Sou um simples instrumento que compõe a letra e a melodia de uma música e o som que se ouve não perturba mais sim acalma e alegra quem escuta.
sou uma maquina em meus sonhos,
o mundo não passa de informações,
a morte um presente para poucos,
seus beijos são mágicos,
para o céus abrem janelas,
aonde a morte ri de suas lagrimas...
o mundo ganha novas atualizações,
estamos perdidos pelo fruto da morte,
cores ganham seu dever,
com seu coração fechado,
lagrimas escorre de uma alma...
mais um sonho terminou sem sentido.
"Uma hora sou decidida, firme e forte. Sei onde estou, meu papel, meus eus. Outra hora sou papel picado solto no vento, sem saber para onde voar... dispersa, aleatória e vaga."
Sou escravo de uma ilusão de liberdade
Não sou,
nem nunca serei
escravo de ideologia
nem escravo do amor
nem da alegria...
Sou livre
assim penso e vivo
tenho um coração calmo,
ativo com muito defeito
um coração que ama
que ri, que chora e sangra.
Escravo do riso eu seria,
se não soubesse
como tolos são os que riem à toa
contudo, no meu universo
não há espaço para distração
de natureza humana.
Há contradição no meu discurso
e confusão no curso da minha epígrafe
enquanto escrevo e penso
outra ideia surge, no subterrâneo
onde o meu inconsciente
trava luta com minha lucidez
superficial.
Sou escravo de mim mesmo
dos meus servos-heterônimos
que conscientemente me guiam
quando eu divago sobre as suas teses
e admito que na obscuridade,
na verdade, são todas minhas.
Quem sou? Uma mulher que coleciona erros e acertos, não os atribui a nenhum homem. Os que passaram por mim, não tiveram competência para tanto.
