Eu sou uma Pessoa Timida

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Muitas vezes pensei que tinha nascido no mundo errado, até descobrir que sou fruto de uma edição limitada

Sou muito grata a Deus por colocar em meu caminho pessoas que de uma maneira ou de outra preenchem os espaços de minha existência ,colocando sentimentos ,atitudes em suas ações ,de modo que a minha vida se modifica por tê-los ao meu lado.
Tem os de muito tempo atrás, tem os mais recentes,tem os mais velhos e tem muita gente jovem.Tem os que creem,tem os que só acreditam e também os que dizem não crer, tem os mais tímidos e os mais desinibidos,os mais presentes ,os de vez em quando,enfim,à todos vcs muito obrigado,gostaria de dizer apenas que quero bem a todos ,sem excessão ,obrigado .Boa noite

Sou uma sombra vazia de mim mesma

Sou mesmo uma criança madura, que apesar da idade, tem afinidade, com seu velho balanço

Filosófo Totó Paciencia, filho de uma mãe muito linda, generosa e valente, sou apartir da minha mãe, tudo devo a ela e á Deus.
Homem de nacionalidade Angolana, trabalhador proficional, xtudadnt universitário.

Sou uma amor-ateísta. Praticante, militante e xiita. Uma mulher-bomba sem coração.
(Até quando)

Não sou contra! Mais não preciso seguir uma religião pra provar a Jesus que creio nele. Pois antes mesmos deu nascer ele já provou estar comigo dando sua vida por mim.

Em uma noite inspirada, sou capaz de escrever as coisas mais loucas que você não pode imaginar.

Sou uma otima amiga, mas posso ser uma otima inimiga também depende de você.

Sou uma célula viva, integrante do ciclo da vida, e quando meu tempo se findar, tornarei-me uma célula inativa que experienciou esta existência.

“Sou um livre pensador, que vê a vida como uma Arte onde deveríamos ter uma concepção da vida sob formas corretas e harmoniosas." Pedro Medeiros

sou uma ateu cheia de fé, porque para Deus não importa a religião, pois todas levam ao criador, ele não ama pelo oque você fez ele ama pelo que você é, mesmo errando ele perdoa, e essa é a forma mais linda de demonstrar amor, perdoando.

Copiadora

Sou, enfim, uma copiadora de alma alheia.
Só derramo lágrimas e contemplar o pranto de outrem,
Só esboço sorrisos quando vislumbro a alegria em outro rosto.
Amo apenas quando vejo o amor florecer no peito de alguém,
E odeio, não por odiar por eu mesma, mas por testemunhar o ódio em outros olhos.
Minha existência, por fim, não é senão reflexo:
Apenas vivo… se vejo alguém viver.

Uma pergunta tenho para você
o que seria o mundo se fossem
os livros? Pois sou apaixonado
por livros.

Sou uma micro poeira no cosmos
e ainda assim sou o meu próprio universo em mim.
Um universo dentro do outro.
Dimensões de nós mesmos.

Sou como esta onda em uma praia deserta, que abraça quem vai ao encontro dela, e deixa na areia seu rastro de alegria e felicidade.

Por conta de uma sociedade que se estruturou sobre corrupção como meio de vida, sou um desses sujeitos tidos como “certinhos otários”, ingênuos candidatos a vítimas preferenciais dos “mais espertos”, ou tidos sistematicamente como inflexíveis e fora de contexto, até descobrirem que sou apenas mais um “panaca” que optou por ser honesto.

Não sou tão fraco a ponto de não te derrubar, nem tão forte a ponto de te ferir. Há uma etapa para cada momento — tanto de euforia quanto de calma. Jamais julgue sem conhecer o valor de quem se apresenta diante de ti; do mesmo modo, não se pode saber se a faca está sem corte antes de tocar o fio fica a lição.

Sou só na mesa de bar, mas ali ao lado tem uma linda mulher que percebe, mas faz de conta que não olha. Ela tem um meio sorriso tímido, E tudo é tão próximo e incompreensível. Porque na mesa de bar eu posso ter quase tudo: da nostalgia a gloria, do conflito a paz, do sonho a realidade. A bebida que bebo é uma gota em meu êxtase quase sem noção, que alimenta minha vaidade e então em quase tudo há uma paz, bem mais que qualquer conflito. As cores, a simetria e as luzes daquele lugar não condiz com ela; pareceu-me. (A. Valim).

Sou poeta,
Não porque sei fazer rima,
Esse dom carrego comigo,
Embora analfabeta,
A vida é uma mãe que ensina.


Nasci no Hospital São Vicente de Paulo,
Pelas mãos do doutor Paulo Ney,
Naquele primeiro de maio
De mil novecentos e noventa e seis.


Primogênito de Das Dores,
Das dores vencedor,
Orgulho muito tenho,
Porque sei meu valor.


Sou filho de Barbalha,
De todos, o menor,
Sou poeta que trabalha,
Derramando meu suor.


Vejo a vida com os olhos da realidade,
Às vezes, num piscar de olhos, fujo dela;
Viajo até pra outra cidade,
Num instante volto pra minha terra.


Escrevo tantas coisas,
Tantas coisas belas,
Palavras que em si trazem
O que a beleza revela.